Beto Richa concede aumento de 5,91% para os professores. Na campanha prometeu 26%, veja o vídeo.

Vejam que na hora da promessa ele não consegue olhar para os professores:

Beto Richa descumpre mais uma promessa de campanha: salas de aula lotadas.

Há poucos dias denunciei que a comunidade escolar protesta contra junção de turmas determinada por Beto Richa, o que está acarretando turmas lotadas nas escolas públicas municipais.

Veja o que o atual Governador do Estado do Paraná, Beto Richa (PSDB), prometeu na campanha (divulgado pelo Esmael Morais):

Equilibrada a enquete sobre eleição para o Governo de 2014. Gleisi na frente, com Requião e Beto Richa em segundo.

A decisão da ONU sobre a Palestina – Larissa Ramina e Carol Proner

Hoje na Gazeta do Povo

A Autoridade Palestina demandará à Assembleia Geral da ONU que a Palestina seja reconhecida como o 194.º Estado Membro das Nações Unidas. Trata-se exatamente daquilo que Israel, Estados Unidos e Europa pretendem evitar

Em 1947, uma resolução da Assembleia-Geral da ONU determinara a criação de dois Estados, um para os judeus, outro para os árabes. O Estado de Israel fora imediatamente constituído, ao passo que o Estado palestino, 63 anos depois, ainda não saiu do papel.

A combinação do sentimento de exaustão histórica, aliado à paralisia nos processos de negociação de paz, às contínuas absorções de território palestino pela ocupação das colônias judaicas e ao momento delicado que vive a diplomacia israelense, levaram a Autoridade Palestina (AP), com o aceite discreto do Hamas, a buscar outras formas de solução do conflito para além das negociações diretas.

Amanhã, a AP demandará à mesma Assembleia Geral que a Palestina seja reconhecida como o 194.º Estado Membro da ONU. Trata-se exatamente daquilo que Israel, Estados Unidos e Europa pretendem evitar, muito embora a proposta formalize o tão reclamado reconhecimento de Israel pelos palestinos.

Ainda que obtenha sucesso na Assembleia Geral, será necessário o aval do Conselho de Segurança (CS), no qual os EUA já alertaram acerca da imposição de seu veto. A Europa, por sua vez, propõe que a Palestina seja aceita como Estado não membro, como o Vaticano, algo além do status de observadora que possui hoje, e que dispensa a recomendação do Conselho de Segurança. Para os palestinos, porém, é muito pouco se considerando os 63 anos de exaustiva espera.

Uma das questões centrais dessa iniciativa gira em torno do direito de retorno dos palestinos expulsos em 1948, o principal ponto de desacordo daqueles que se opõem à empreitada. Outra delas, diz respeito aos cenários que poderão seguir-se a um veto no Conselho de Segurança, por exemplo, que toda a Cisjordânia seja ocupada por Israel, que as colônias aumentem juntamente com a violência transfronteiriça, ou ainda que os EUA suspendam sua ajuda financeira à AP. São riscos inerentes à iniciativa, mas que talvez não intimidem um povo vitimizado pela opressão da potência ocupante dia após dia. A hipótese de se obter ao menos a condição de Estado não membro, todavia, atribuirá aos palestinos a condição de Estado ocupado. Ainda que a ocupação não cesse com o eventual reconhecimento do Estado palestino, não restam dúvidas de que os termos para as futuras negociações mudarão e de que essa ocupação será deslegitimada. Ao contrário de um povo oprimido sistematicamente, ter-se-ia um Estado cujo território embasado nas fronteiras de 1967 encontra-se subjugado a uma estrangeira ocupação militar, contrariando os preceitos das Nações Unidas e dando causa a um incidente verdadeiramente interestatal.

Embora uma resolução adotada na Assembleia Geral não tenha o alcance jurídico de um aval do CS, seu alcance simbólico e diplomático tem valor indiscutível. De mais a mais, significa uma alteração importante no eixo geopolítico da região, vez que a iniciativa acontece em meio à Primavera Árabe e ao recente conflito havido com a Turquia, bem como pelas mudanças de posição de Egito, Líbia e Tunísia, fatos que podem agravar o isolamento de Israel na região.

Um Estado palestino reconhecido certamente tornaria mais difícil a continuidade do desrespeito israelense das principais resoluções do CS acerca da questão dos territórios palestinos ocupados em 1967. Se a proposta terminará em um novo confronto, ou na criação de condições para uma verdadeira negociação, dependerá da atitude dos principais atores, mas também das reações do restante da comunidade internacional.

O Brasil se destaca de modo especial nessa questão. Dilma Rousseff, a primeira mulher a abrir uma sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, defendeu a posição brasileira de apoio ao legítimo direito do povo palestino à criação plena de seu Estado, bem como o compromisso com o respeito ao Direito Internacional, aos direitos humanos e aos espaços multilaterais para a solução de conflitos.

Larissa Ramina e Carol Proner são doutoras em Direito Internacional e professoras do Programa de Mestrado em Direitos Fundamentais e Democracia da UniBrasil.

Charge: tá tudo dominado… pelas mulheres!

Hoje na Folha de S. Paulo

Ministros do STF aumentam o próprio auxílio-moradia

Do Blog do Josias de Souza

Por sete 7 votos a 1, os ministros do STF aprovaram na noite passada o aumento de um benefícios pago a eles próprios: o auxílio-moradia.

O reajuste foi de 60%. Passou de R$ 2,7 mil para R$ 4,3 mil mensais. Vale para os ministros que não têm residência fixa em Brasília.

Magistrados convocados para atuar nos gabinetes do Supremo também terão o auxílio-moradia tonificado.

Para esses casos, o aumento foi de 23,06%. Passou de R$ 2.750 para R$ 3.385,15.

Decididos em sessão administrativa, os aumentos custarão à Viúva R$ 945,9 mil por ano.

Prevê-se que a conta vai aumentar, já que o benefício do Supremo serve de referências para auxílios-moradia pagos por tribunais inferiores.

Entre os ministros presentes, apenas Marco Aurélio Mello votou contra, sob a alegação de que a coisa teria de ser aprovada pelo Congresso.

A decisão chega num instante em que os ministros do Supremo reivindicam no Legislativo uma “recomposição” salarial.

Hoje, ganham R$ 26,7 mil por mês. Desejam receber R$ 30,6 mil.

Charge: Minas Gerais de Aécio Neves parece um certo Estado do Sul da década de 80

Tribunal de Contas de SP diz que OSs são deficitárias menos eficientes que Administração Pública na saúde

 

TCE paulista diz que as OSs são deficitárias e menos eficientes do que a administração pública da saúde

Texto sugerido por Ivo Pugnaloni e divulgado por Sérgio Bertoni do Paraná Blogs

As OSs são deficitárias

Carta Capital nº 664
Por Soraya Aggege

A gestão da saúde pública por organizações sociais (OSs), adotada pelo governo paulista e que tem servido de modelo para outros estados, pode custar mais caro que o sistema da administração direta e apresenta alguns efeitos negativos na qualidade dos serviços.

É o que demonstra um estudo produzido pelo Tribunal de Constas do Estado (TCE) de São Paulo, que compara os dois métodos de administração. Apesar dos pontos negativos , o modelo ser adotado no Rio de Janeiro.

O sistema foi aprovado na terça-feira 123 pela Assembléia Legislativa fluminense.

O estudo do TCE paulista, do conselheiro Renato Martins Costa, compara seis hospitais estaduais semelhantes nos espectro dos dois modelos diferentes, ou seja, geridos por OSs e pela administração direta do governo. O relatório não partiu de uma auditoria nem teve como meta definir qual o melhor modelo, mas apenas avaliar a situação paulista.

As conclusões, porém, são relevantes. Fica claro, por exemplo, que os custos das OSs são mais altos, os doentes ficam mais tempo sozinhos nos leitos, a taxa de mortalidade geral é maior e que há uma ampliação da desigualdade salarial entre os trabalhadores. Enquanto os chefes ganham acima da média, os escalões inferiores recebem menos que seus pares dos hospitais geridos pelo estado.

Para ter uma idéia, do ponto de vista do resultado econômico, os hospitais analisados custam 60 milhões de reais a mais nas OSs do que nas gestões diretas – uma variação de 38,52% de menor eficácia. Outro exemplo significativo: o custo do leito por ano nas OSs foi 17,6% maior do que nos hospitais da administração pública.

Ainda com relação ao custo, um estudo complementar feito pela bancada do PT da Assembléia Legislativa de São Paulo mostra que nos primeiros quatro meses de 2011 o déficit das OSs chegou a 15 milhões de reais.

Dos 21 hospitais de OSs paulistas, nove tiveram déficits de até 43%. Alguns deles, inclusive, podem chegar à falência, como os de Pedreira, Grajaú e Itapevi, de acordo com esse estudo.

Também foram identificadas reduções nas quantidades de atendimentos públicos. “A falta de controle social alimenta o rombo que as OSs provocam nos cofres do estado, além de precarizar o atendimento à população”, avalia o estudo da bancada.

Charge: Estado Palestino

Charge: médicos X planos de saúde

Charge: Dilma é a primeira mulher a abrir a Assembléia Geral da ONU

Hoje na Gazeta do Povo

Após manifestações populares Prefeito de Salvador (PP) desiste de privatizar o Elevador Lacerda

O Prefeito de Salvador João Henrique (PP) desistiu de privatizar o Elevador Lacerda, um dos principais cartões postais da cidade, após manifestações populares contra o ato neoliberal.

Verificaram o óbvio: com a privatização a tarifa iria aumentar de R$ 0,15 para R$ 0,50. Ou seja, iria dinheiro para uma empresa privada e o povo é que iria pagar a conta.

O PP (ex-ARENA, ex-PDS) é o mesmo partido dos paranaenses Ney Leprevost e Ricardo Barros e de Paulo Maluf. Está explicado!

 

Beto Richa reduziu em 5 vezes os investimentos públicos no Paraná

"Uma certa distância sempre é bom!" Beto Richa

Por Sérgio Bertoni do Paraná Blogs

Enquanto investimento público cresce 180% no RS, no PR reduz 5 vezes

Dados oficiais dos estados do Paraná e do Rio Grande do Sul, publicados no jornal Valor Econômico, mostram claramente que os governos demotucanos reduzem o investimento, pisam no freio e jogam lenha na fogueira da crise

Enquanto no Rio Grande do Sul, governado pelo petista Tarso Genro, os investimentos públicos subiram mais de 180%, de R$ 210 milhões em 2010 para R$ 590 milhões em 2011 no período de janeiro a junho, no Paraná do tucano Beto Richa os investimentos do estado cairam 5 vezes. Foram de R$ 290 milhões em 2010 para R$ 60 milhões em 2011.

No período de janeiro a junho, a arrecadação no Paraná subiu de R$ 10,8 bilhões em 2010 para R$ 11,8 bi em 2011 e no Rio Grande do Sul foi de R$15,63 bi em 2010 para R$ 16,7 bi em 2011. Já as despesas primárias nos dois estados cresceram igualmente em R$ 700 milhões.

Proporcionalmente ao tamanho do estado e de sua atividade econômica a arrecadação no PR cresceu mais que no RS. A capacidade de investimento do PR também é, tanto em termos absolutos como proporcional, maior que a do RS neste começo de 2011. Contudo isso não representou aumento nos investimentos do estado governado pelo demotucano.

Arte: Valor Economômico, 08/09/2011

O que diferencia os dois governos do sul do país são suas opções políticas, econômicas e sociais.

Enquanto o governo Petista gaúcho prioriza o social, investimento público e o papel indutor do estado na economia, o governo tucano parananese prioriza os rentistas, os grandes bancos e empresas transnacionais.

O governo gaúcho está a serviço de seu povo, de seu estado e de seu país, enquanto que o governo paranaense está a serviço de interesses outros que não os de seus eleitores.

Os dados mais uma vez desmaracam a mentira do PiG e dos demotucanos sobre a competência administrativa dos últimos, mito ideologicamente criado para contrapor o interesse transnacional defendido pelo PiG e demotucanos e os interesses do Brasil e dos brasleiros representados pelos governos democráticos populares capitaneados pelo PT e outras forças de esquerda.

Só a crédula classe média do sudeste e do sul do país, leitora do PiG, é capaz de acreditar que os demotucanos são competentes, defendem seus interesses e estão preocupados com o fim da corrupção no país. Eles querem que o Brasil afunde na crise neoliberal o mais rápido possível. A redução dos investimentos por eles feitas em toda a região mostram isso.

Participe da nova enquete: Se a eleição para Governador do Paraná fosse hoje, em quem você votaria?

Esposa do Derosso fala sobre amor na TV Pública de Beto Richa

Diogo Portugal interpreta o Roy Osso! #ForaDerosso

Beto Richa vai privatizar o 190 da PM do Paraná

O Secretário de Segurança do Paraná, Reinaldo de Almeida César, durante o Olho no Olho de hoje com Joice Hasselmann na rádio Bandnews, disse que o governo Beto Richa (PSDB) vai terceirizar o sitema 190 da Polícia Militar do Paraná. Mais uma privatização de Beto Richa!

Ou seja, quem vai atender as ligações do 190, ao invés de ser um servidor concursado profissional, será um trabalhador de uma empresa privada terceirizada.

Conforme já divulguei no Blog do Tarso, o Instituto Curitiba de Informática – ICI, outro exemplo de privatizaçao nas gestões de Cássio Taniguchi, Beto Richa e Luciano Ducci, paga para os teleatendentes do 156 da prefeitura de Curitiba o salário de R$ 671,73. Uma vergonha! Corte de custos com o discurso falso da eficiência que na verdade precariza o serviço.

Governo Beto Richa é contra fiscalizar os pedágios por meio de CPI

O líder do governo Beto Richa na Assembleia Legislativa do Paraná, deputado Ademar Traiano (PSDB), quer impedir a instalação da CPI dos Pedágios, o que prejudicaria as negociações entre governo e as concessionárias. Traiano promete usar todos os artifícios para tentar barrar a instalação da CPI. Espero que sejam artifícios legais e legítimos.

Em entrevista Gleisi defende o Regime Diferenciado de Contratações – RDC para as licitações da Copa e Olimpíadas

“É um direito do procurador-geral arguir a constitucionalidade do RDC, assim como é uma prerrogativa do STF decidir. Agora, nós temos argumentos suficientes.” Foto de Antonio Cruz/ABr

Gleisi Hoffmann afirma que sem RDC, obras podem ficar comprometidas

Veja a entrevista completa publicada hoje na Gazeta do Povo:

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Charge: Presidenta Dilma será a primeira mulher a fazer o discurso de abertura da Assembleia Geral da ONU

Hoje na Gazeta do Povo