Jurista Carlos Marés é contrário o Impeachment de Dilma

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O Prof. Dr. Carlos Frederico Marés de Souza Filho, um dos maiores juristas do Paraná e professor da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, é contrário ao Impeachment da presidenta Dilma Rousseff (PT).

É um dos maiores professores de Direito Ambiental e Agrário do país e já escreveu os livros “O renascer dos povos indígenas para o direito”,Bens Culturais e Proteção Jurídica”eA função social da terra”.

Marés é procurador do Estado do Paraná, foi Procurador-Geral do Estado e Presidente do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul no governo de Roberto Requião (PMDB), e Presidente da Fundação Nacional do Índio no governo do presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB).

“Foi o meu melhor professor na graduação em Direito da PUC-PR, com grande conhecimento jurídico e sensibilidade social”, diz o advogado e professor de Direito Administrativo, Tarso Cabral Violin, autor do Blog do Tarso.

Marés assinou a petição dos advogados do Paraná contra o Impeachment e contra a posição da OAB-PR sobre o tema, veja aqui e foi um dos realizadores do ato em defesa da Democracia e contra o Impeachment realizado na Faculdade de Direito da UFPR (veja aqui).

“Sou contra o Impeachment de Dilma” diz o cineasta José Padilha de Tropa de Elite e Narcos

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Um jornal da velha mídia divulgou entrevista com o cineasta José Padilha, diretor de obras-primas como o documentário “Ônibus 174” (2002), o filme “Tropa de Elite” (2007 e 2010) e a série “Narcos” (2015).

O jornal golpista apenas colocou na manchete que Padilha não apoia o governo da presidenta Dilma Rousseff (PT). E, claro, colocou nas entrelinhas a posição de Padilha contrária ao Impeachment da presidenta.

Padilha diz “sou contra” o Impeachment, “acho que ele se tornou um evento político, que permite dar ensejo a negociações que refreiem a Lava Jato. Trocas do tipo ‘entrega-se a cabeça da Dilma e do Lula, mas fazemos aqui um acordo etc.’. Afinal, é muito mais gente implicada. Do PT, PMDB, PSDB e por aí vai. Lula, [Eduardo] Cunha, [Michel] Temer, Renan [Calheiros], Aécio [Neves], todos querem uma saída. Sou contra a corrupção e a favor da investigação. E o impeachment pode atrapalhar as investigações. Acho que o PT também deve assumir o governo e seus erros até o fim, mesmo em meio ao caos”.