Aécio perdeu para abstenções e votos nulos e brancos

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O Brasil é composto por 203.235.727 pessoas.

São 142.822.046 eleitores.

Votaram dia 5 de outubro 115.122.883 eleitores.

São 104.023.802 votos válidos.

Não votaram, ou seja, se abstiveram 27.698.475 eleitores.

A presidenta Dilma Rousseff (PT) recebeu 43.267.668 votos (41,59%).

Aécio Neves (PSDB) recebeu 34.897.211 votos (33,55%).

Marina Silva (PSB) recebeu 22.176.619 (21,32%).

Luciana Genro (PSOL) recebeu 1.612.186

Votos brancos: 4.420.489

Votos nulos: 6.678.592

Ou seja, se somarmos as abstenções, brancos e nulos, dá 38.797.556.

Mais eleitores não votaram ou votaram nulo/branco do que o número de eleitores que votou em Aécio.

A votação de Dilma é maior.

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14 comentários sobre “Aécio perdeu para abstenções e votos nulos e brancos

  1. A votação de Dilma poderia ter sido bem maior se já tivesse resolvido o roubo descarado que os aposentado sofrem quando ganham acima do salário mínimo. E vai ter que acabar com essa roubalheira ou acaba afundando com o PT.

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  2. Ainda dá para o PT ganhar esta eleição.
    Ivo Pugnaloni
    Mas precisa deixar livre e estimular sua militância de 800 mil filiados para fazer aquilo que ela mais gosta: ir para a rua pedir votos, mas não de mãos vazias. Mas sim, com uma pequena revista na mão, que contenha gráficos das principais conquistas dos nossos governos nas áreas da habitação, do poder aquisitivo do salário mínimo, dos juros, da inflação, da educação, da saúde etc.
    Ainda dá para o PT ganhar esta eleição.
    Mas antes precisa convencer-se de novo que ele, o PT, é um partido. E não um ministério do governo, onde quem manda é o presidente da república. Um partido é por definição uma organização social que possui vontade própria, iniciativa e vida interior suficiente para realizar formação política, fazer circular informações de qualidade, dar sua versão dos fatos, promover debates nos sindicatos, nas associações de moradores, nas comunidades, nas escolas, nos espações públicos. Um partido dever ter, pelo menos, um jornal de circulação nacional, impresso e on-line, que sirva para não apenas para prover informação com a sua visão dos fatos, mas para aprimorar a educação política dos simpatizantes, organizá-los ao organizar sua distribuição, venda e confecção. Um partido deve ter esse jornal próprio, que possa servir de “cartão de visita” dos seus militantes, para que estes, como fazem os vendedores, os empresários e os representantes de qualquer empresa ou órgão público, que logo após conhecer alguém, dirigem ao novo interlocutor um sorriso e dizem não sem orgulho: “esse é o meu cartão”.
    Ainda dá para o PT ganhar esta eleição.
    Mas não pode esperar que só o programa de televisão e os blogs façam o mesmo papel que o debate político individual, humano, real e não virtual e eletrônico, que de uma forma ou de outra, apresentam os argumentos de uma forma apenas racional, lógica, programada. Monológica. E que nada tem a ver com um diálogo verdadeiro, na fila de ônibus, nas praças, nas portas das escolas, dos bancos , das fábricas e dos escritórios.
    Ainda dá para o PT ganhar esta eleição.
    Mas a militância tem que mais uma vez ser convencida de que ainda tem valor e muito valor, por essa liderança que de um modo geral, a desprezou, a trocou por um conjunto de 28 “marqueiros” que de empregados do PT passaram a comandantes em chefe de um exército de 800 mil militantes e mais de 3 milhões de simpatizantes que nem mesmo foi convocado para aluta e ficou em casa, apenas torcendo na TV ou gastando as pontas dos dedos e o tempo no “face” e no “twitter” pregando para quem já é convertido.
    Ainda dá para o PT ganhar esta eleição.
    Mas precisa, como em seus anos de partido forte, vivo, dinâmico, encher as ruas de bandeiras, de suas cores, sem medo de ser feliz ou de ser confundido com os mais de 15.000 presos que durante os mandatos de Dilma e Lula, ajudou a remover de funções publicas e da sociedade, nas mais de 2.800 operações que a Polícia Federal empreendeu em suas governos, contra apenas 28 nos dois governos do PSDB.
    Ainda dá para o PT ganhar esta eleição.
    Mas precisa deixar de lado o uso da estratégia e da tática de seus adversários, que por não possuir militância alguma, conseguiram que nos impuséssemos que nosso debate político com a população que mais ganhou com os governos do PT deveria dar-se apenas nos terrenos da televisão e da internet, nos quais onde afora os 11 minutos no almoço e os 11 minutos na janta, as outras 23 horas e 38 minutos são de propaganda dos nossos adversários.
    Ainda dá para o PT ganhar esta eleição.
    Mas suas lideranças precisam convidar e armar com folhetos sobre as realizações do PT a sua militância, para que esta faça o debate político em todos os momentos do seu dia-a-dia, nos ônibus, no metrô, nas salas de aula, nas aulas de história, geografia, português. Nos escritórios, na hora do almoço, nos intervalos, nas discussões nas lojas, no contato espontâneo com as pessoas, com os vizinhos e com os parentes.
    Ainda dá para o PT ganhar esta eleição.
    Mas a militância e os simpatizantes do PT, que segundo todas as pesquisas já somam 30% da população, devem receber dos programas de TV e da internet, um apoio, um estímulo claro, uma orientação sobre onde e como conseguir dados impressos para poder fazer a verdadeira campanha política, que ao contrário do que a preguiça e o oportunismo recomendam, não está atrás da TV ou apenas nos tecladinhos dos iPhones, mas na rua. Pois é na rua que se encontram os indecisos, os que votaram em Marina por engano, os que foram iludidos pela máquina de propaganda televisiva que apoia nossos adversários desde sempre.
    Ainda dá para o PT ganhar esta eleição.
    Mas as nossas lideranças locais, municipais, estaduais e nacionais precisam reler imediatamente nossos estatutos e regimentos internos. E em cada cidade, em cada bairro, precisamos nos reunir e programar cada dia do segundo turno. É preciso que façamos mapas, escolhendo as regiões das cidades onde faremos os nossos “panfletaços”. É preciso colocar pessoas para chamar por telefone os militantes para esses locais, ou por e mail. É preciso programar jantares e almoços por adesão, com categorias onde nosso trabalho sindical é mais intenso e antes, discutir esse trabalho de “formiguinha”, de casa a casa com eles. É preciso enfim, combinar a disputa virtual e eletrônica, com a disputa real, cara a cara, humana, viva, multifocal, não de uma candidatura, mas de um projeto de vida. Um projeto de país e de sociedade.
    Ainda dá para o PT ganhar esta e outras várias eleições.
    Mas precisamos, após passadas estas eleições de agora, reler nossos estatutos, pois lá estão nossas funções, nossos deveres, nossas obrigações, nossos princípios éticos, nossa maneira de fazer política. E não apenas no fácil e ingênuo procedimento de copiar a prática costumeira dos políticos dos outros partidos, que criam e dominam feudos, usam mandatos para assalariar consciências e transformam a liderança política em meros titulares de capitanias despolitizadas, preocupadas apenas com a sobrevivência do mandato, com a reeleição e não com a expansão da consciência política e da organização política dos trabalhadores de todas as áreas, de todas as profissões, de todas as áreas das atividades humanas.
    Ainda dá para ganhar esta eleição.
    Mas é preciso antes, querer ganhar! Se você tem dúvida e se pergunta “porque tudo isso acima foi esquecido, foi deixado de lado, quando era tão fácil de fazer”, pense em quanto pode ser ainda feito para transformar esse país. E em quanto nosso país poderá voltar para trás se continuarmos obedecendo a marqueteiros que teimam em querer usar apenas as mesmas táticas e os mesmos meios que usam nossos adversários, tendo 22 minutos por dia, para vencê-los.

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  3. Pingback: Aécio perdeu para abstenções e votos nulos e brancos | MANHAS & MANHÃS
  4. Pingback: Dilma deve flexibilizar Lei de Licitações se for reeleita | MANHAS & MANHÃS
  5. Dá para fazer a conta de várias maneiras. Por exemplo, 99.554.378 de eleitores não votaram na Dilma….Os votos dela são quase o total de beneficiados estimado pelo bolsa família. Ou seja, o que traz voto e é sempre a discussão central do PT, é esse programa.

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  6. Tarso, uma musiquinha para o segundo turno…

    AÉCIO ME DIZ COMO SE SENTE
    PERDER ATÉ EM MINAS GERAIS
    TE JURO, MESMO QUE PASSEM OS ANOS
    AS ELEIÇÕES, VOCÊS NÃO GANHAM MAIS

    FH O BC QUEBROU
    ALCKMIN COM A ÁGUA ACABOU
    ESTÃO CHORANDO DESDE 2000 HASTA HOY
    A ELEIÇÃO VOCÊS VÃO PERDER
    A DILMA QUE VAI VENCER
    O LULA É MAIOR QUE O FHC

    Abraços!

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    • DILMA, CORAÇÃO VALENTE
      TÁ FERRANDO A GENTE
      MAS VAI ACABAR

      DILMA, E A PETROBRÁS
      NÃO MAIS ROBARÁS
      PARA O PETROLÃO

      Ou

      DILMA, CADÊ VOCÊ
      FOI EMBORA COM O PT

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    • O candidato é o Aécio, não é o FHC, que já se aposentou. O Alckmin é governador de SP, também não é candidato a presidência. Pode cantar amigo, mas a Dilma vai embora.

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  7. Pingback: BLOG DO TARSO ! | justiça popular
  8. Por que não alternância no poder? Só um partido sabe fazer o bem? Só o PT é Correto? Só o PT sabe fazer o social? Só o PT sabe administrar a coisa pública? Só o PT conhece o bem maior? Por que? Essa soberba tem que acabar! E é isso que vai marcar a derrocada deste partido.

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  9. Eu acho que o Brasil vai ter um novo presidente. Vai deixar de ser República Federativa do PT para voltar a ser a República Federativa do Brasil.

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