Dilma no Paraná: CBN Maringá falta com a verdade e merece uma vaia

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Atualizado às 23h

A rádio CBN faz parte do P.I.G – Partido da Imprensa Golpista.

E hoje a cobertura da CBN Maringá da visita da presidenta Dilma Rousseff (PT) foi vergonhosa e faltou com a verdade.

A baixaria já começo! É a velha mídia, normalmente comprometida com os interesses mais conservadores e retrógrados, que iniciou seus ataques contra a candidata que tentará a reeleição pelo Partidos dos Trabalhadores.

Durante seu discurso o governador do Paraná, Carlos Alberto Richa (PSDB), vulgo Beto Richa, foi vaiado por mais de 5 mil pessoas, como informa o Blog do Esmael Morais. Essa informação da vaia ao Beto Richa foi confirmada pela jornalista Estelita Hass Carazzai da Folha de S. Paulo (clique aqui).

No início de seu discurso Dilma percebeu que alguns trabalhadores dos Correios (apenas 30, segundo a Folha de S. Paulo), que estão em greve, iniciaram uma pequena vaia para o Ministro das Comunicações, Paulo Bernardo (PT), e logo pediu que não o vaiassem. Veja o vídeo, clique aqui.

Ninguém vaiou a presidenta.

Mas a rádio CBN Maringá divulgou (veja e escute aqui) com letras garrafais que Dilma foi vaiada, o que não é verdade. E a rádio ainda escondeu a vaia ao governador.

Apenas durante a reportagem a repórter avisa que a vaia foi fraca, foi pequena, sem avisar que era para Bernardo e não Dilma. Também foi rapidamente informado que a presidenta Dilma foi aplaudida de pé pelos presentes. Mas a manchete da CBN Maringá é a falta de verdade, conforme a imagem acima.

É uma vergonha esses meios de comunicação que querem parecer imparciais mas atuam como partidos políticos, o que é proibido pela Constituição, pois rádio e TV no Brasil são serviços públicos concedidos.

Antigamente esse tipo de situação virava verdade. Hoje existe a nova mídia para mostrar a verdade.

Vão ter muitos casos “bolinhas de papel” até a eleição de 2014!

Você quer ser o novo Ombudsman do Blog do Tarso?

Blog do Tarso, criado em 1.1.11, talvez seja o primeiro blog do país que conta com um Ombudsman.

Ombudsman, do sueco “representante do povo”, era uma função pública de uma pessoa com conhecimentos jurídicos no país escandinavo que era uma ponte entre os cidadãos e o Estado. Em Portugal a figura do ouvidor geral foi criada para defesa das liberdades, direitos, garantias e interesses dos portugueses. No Brasil o ouvidor é uma pessoa que tem a função de receber críticas, sugestões e reclamações e deve agir em defesa imparcial da comunidade. Pode ser uma espécie de “ouvidor” tanto de entidades públicas quanto privadas e serve de elo com a sociedade.

No jornalismo ele é o representante dos leitores. Na imprensa a função foi criada nos Estados Unidos na década de 60, fez sucesso no jornal El País da Espanha e no Brasil foi criado em 1989, na Folha de S. Paulo, o primeiro da América-Latina.

O estudante de Direito da Universidade Positivo, Leandro José Rutano, foi o primeiro Ombudsman do Blog, e seu mandato está acabando.

Você quer ser Ombudsman do Blog do Tarso, de forma voluntária? Envie currículo com sua formação e o motivo do interesse em ser Ombudsman do Blog do Tarso para o e-mail tarsocv@gmail.com.

Eleição para ouvidor municipal de Curitiba pode estar próxima. Sou candidato!

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Hoje, durante as comemorações dos 25 anos da Constituição Social, Republicana e Democrática de Direito de 1988, organizada pela prefeita de Curitiba em exercício Mirian Gonçalves, o presidente da Câmara Municipal de Curitiba, vereador Paulo Salamuni, me confirmou que logo ocorrerá a eleição para ouvidor de Curitiba.

Em 1986 Curitiba foi a primeira cidade brasileira a implementar a figura do Ombudsman, também chamado de Ouvidor, pelo então prefeito Roberto Requião (PMDB), com o apoio do advogado e professor Manoel Eduardo Alves Camargo e Gomes (UFPR).

Até o próprio Blog do Tarso tem a figura do Ombudsman.

A ouvidoria ligada ao poder Executivo criada por Requião foi extinta com a aprovação da Lei Orgânica de Curitiba, e criada uma vinculada ao Poder Legislativo, mas até 2012 não havia sido regulamentada. A Lei Municipal 14.223/2013 prevê que o ouvidor de Curitiba receberá denúncias de irregularidades e reclamações do povo e fará os encaminhamentos aos órgãos competentes.

Qualquer cidadão poderá ser o ouvidor da cidade e receber remuneração de R$ 13.430,00, com mandato de dois anos, podendo ocorrer reeleição para mais dois. O candidato não precisa ser filiado a partido político, precisa ter idoneidade moral, reputação ilibada e notório conhecimento da Administração Pública. O cidadão não pode cumular o cargo de ouvidor com qualquer outro da iniciativa privada ou na Administração Pública, a não ser acumular com o de professor de magistério superior.

A escolha será feita pelos vereadores, a partir de uma lista tríplice elaborada por uma comissão eleitoral composta por três vereadores (escolhidos pelo presidente da Câmara, Paulo Salamuni), três secretários municipais (escolhidos pelo prefeito Gustavo Fruet) e três representantes da sociedade civil organizada, escolhidas por entidades representativas em Assembleia.

Em algumas semanas ou meses a Câmara de Vereadores vai lançar o edital sobre o tema, nos termos de uma resolução que está sendo discutida e elaborada pelo parlamento municipal de Curitiba. Além disso a Câmara quer garantir uma estrutura para que o ouvidor tenha condições de trabalho.

A Comissão Eleitoral receberá os currículos dos cidadãos pretendentes e elaborará uma lista tríplice para enviar à Câmara Municipal, cujos vereadores elegerão uma pessoa, por maioria de votos.

Já há vários pré-candidatos ao cargos, desde profissionais capacitados, ex-políticos, militantes de movimentos sociais, advogados, etc.

Como sou especialista em Administração Pública; faço controle popular da Administração Pública há mais de 10 anos; tive oito anos de experiência no Poder Público em cargos como Diretor Jurídico, Chefe de Assessoria Jurídica e Assessor Jurídico; sou advogado há mais de 10 anos nas áreas de licitações e contratos administrativos e Direito do Terceiro Setor; professor de Direito Administrativo e de Controle da Administração Pública na Universidade Positivo, na pós-graduação de várias instituições de Curitiba e na Universidade Nacional Autônoma do México, SOU CANDIDATO com o intuito de ser o primeiro ouvidor eleito de Curitiba.

Governador Beto Richa é vaiado por 5 mil pessoas em Campo Mourão

Hostilizado em evento de Dilma, o governador Beto Richa recebe vaia de cinco mil pessoas em Campo Mourão; a turma do deixa disso interveio nos apupos; tucano foi criticado por apropriação de obras do governo federal; Osmar Dias sugere que Richa não tem programa de governo nem palavra; Dilma também deu seu recado: “os programas que nós fazemos nós queremos que digam que fomos nós que fazemos. Se alguém inventar que foi outro não está correto. Está mentindo para o povo”.

Hostilizado em evento de Dilma, o governador Beto Richa recebe vaia de cinco mil pessoas em Campo Mourão; a turma do deixa disso interveio nos apupos; tucano foi criticado por apropriação de obras do governo federal; Osmar Dias sugere que Richa não tem programa de governo nem palavra; Dilma também deu seu recado: “os programas que nós fazemos nós queremos que digam que fomos nós que fazemos. Se alguém inventar que foi outro não está correto. Está mentindo para o povo”.

Do Blog do Esmael Morais

O governador Beto Richa (PSDB) foi vaiado nesta tarde, em Campo Mourão, Noroeste do Paraná, no evento em que a presidenta Dilma Rousseff (PT) entrega tratores a 154 municípios. O tucano quis pegar uma carona no evento do governo federal, como sempre faz e ainda assume a paternidade das obras que não são suas.

A primeira chinelada veio do vice-presidente do Banco do Brasil, Osmar Dias, presidente estadual do PDT, que mandou essa:

“Parabéns, presidenta! O seu governo tem programa e tem palavra. Tem governo aqui que não tem programa e nem palavra”. Richa ficou com cara de quem vestiu a carapuça.

Na sequência foi o governador Beto Richa quem usou a palavra. Recebeu ensurdecedora vaia de 5 mil pessoas. Em nome da civilidade, os petistas tiveram que socorrer o tucano.

“Os programas que nós fazemos nós queremos que digam que fomos nós que fazemos. Se alguém inventar que foi outro nao está correto. Está mentindo para o povo”, disse Dilma sobre os programas do governo federal, como o Minha Casa Minha Vida.

Terceirização, digo não!

O Movimento Humanos Direitos (MHUD) uniu-se à Anamatra na luta contra o Projeto de Lei nº 4.330/2004, que regulamenta a terceirização no Brasil. Diversos atores que participam do Movimento gravaram vinhetas contra a proposta, que serão veiculadas nas redes sociais da Anamatra.

Participaram das gravações, que aconteceram no Rio de Janeiro nos dias 28 de setembro e 2 de outubro, os atores e dirigentes do MHUD Camila Pitanga, Dira Paes e Gilberto Mendes, e os atores participantes do Movimento Bete Mendes, Osmar Prado, Priscila Camargo, Van Furlanetti e Wagner Moura. Os dirigentes do MHUD Salete Hallack e Ricardo Rezende também acompanharam as gravações.

Pela Anamatra, estiveram presentes os diretores Legislativo, Fabrício Nogueira, e de Comunicação, Luciana Neves que entregaram aos atores materiais institucionais da Anamatra, a exemplo da Cartilha do Trabalhador em Quadrinhos. A presidente da Amatra 1 (RJ), Áurea Sampaio, e o procurador do Trabalho Rodrigo Carelli também estiveram presentes.

O MHUD tem como objetivo contribuir com a sociedade, cooperando com outras organizações já existentes para ampliar a visibilidade sobre os crimes cometidos contra os direitos humanos no Brasil e no mundo. Entre as áreas de atuação do Movimento está a luta pela erradicação do trabalho escravo.

Para o padre Ricardo Resende, a regulamentação da terceirização, nos moldes como propõe o PL nº 4.330/2004 afetará negativamente a luta contra o trabalho escravo no Brasil. “A lei tira a responsabilidade do empregador principal e deixa a responsabilidade do crime do trabalho escravo e da violação das leis trabalhistas sobre o empreiteiro”, explica.

Posição e atuação da Anamatra

A Anamatra é contrária ao Projeto de Lei nº 4.330/2004 e acompanha a tramitação da matéria desde o início de sua apresentação em 2004.  Entre as iniciativas da Anamatra na Câmara destacam-se diversas reuniões com parlamentares, participação em audiências públicas e entrega de notas técnicas. Entre as preocupações da entidade com o PL 4.330/2004 está a liberação geral da terceirização, inclusive na atividade-fim e a permissão da subcontratação em cadeia. A entidade também entende que a regulamentação da terceirização nos moldes propostos no PL 4.330/2204 vai significar o aumento desenfreado dessa forma de contratação, a migração de empregados diretos para a terceirização e, consequentemente, uma drástica redução da massa salarial no período.

Também é preocupação da entidade a falta de isonomia de salários e de condições de trabalho entre empregado direto e o terceirizado, o que corrobora para a tese de que o projeto segue uma lógica mercantilista e de estímulo à terceirização de forma irresponsável e sem freios.