
Segundo o Datafolha, se a eleição presidencial que ocorrerá em 2014 fosse hoje, a presidenta Dilma Rousseff (PT) seria reeleita com 58% dos votos (subiu 4 pontos), a ex-senadora e ministra petista, Marina Silva (Rede), caiu 2 pontos e teria 16%, o tucano Aécio Neves (PSDB) caiu 2 pontos e teria 10% e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), mesmo com toda a propaganda da velha mídia nas últimas semanas, subiu apenas 2 pontos e tem ínfimo 6%. Nulos e brancos: 6% e 3% não sabem.
Pesquisa foi realizada entre os dias 20 e 21 de março, com 2.653 pessoas, e a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
O PSOL, que na eleição de 2010 teve Plínio de Arruda Sampaio como candidato, que fez sucesso nos debates, provavelmente terá como candidato em 2014 o senador Randolfe Rodrigues (AP), ou o deputado Chico Alencar (RJ). Mas não foram incluídos na pesquisa.
O PSDB pode ainda ter como candidato o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, ou desistir da cabeça de chapa e colocar José Serra como vice de Eduardo Campos, com o intuito de unir toda a direita brasileira, junto com o PPS, PSD, DEMO, PP e PTB.
A Rede Globo, a revista Veja, os jornais Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo, junto com toda a direita conservadora e reacionária, vão fazer de tudo para minar a reeleição de Dilma.
Quem não concorda com o Estado atuando pela redução das desigualdades, pela Justiça Social, intervindo na ordem econômica e social de forma direta e indireta; quem defende o retorno das privatizações radicais da década de 90 dos governos de Fernando Collor de Mello (PRN) e Fernando Henrique Cardoso (PSDB); quem quer que assuntos religiosos interfiram nas questões políticas, de interesse público e de Estado; quem almeja o mercado como soberano com relação aos direitos humanos e meio ambiente, já têm candidato: qualquer um que possa vencer Dilma.
