Russomano diz que “gostaria que em cada quarteirão houvesse uma igreja”. Achei que o prefeito deveria garantir escolas, hospitais, praças e transporte coletivo em cada quarteirão!

Na sabatina da Folha/UOL o candidato a prefeito de São Paulo, Celso Russomanno (PRB), tentou negar que os bispos da Igreja Universal mandam no seu partido e ainda falou:

“Gostaria que em cada quarteirão houvesse uma igreja pregando amor ao próximo. As pessoas não matam e não roubam não é porque a lei proíbe, é porque têm uma conduta religiosa.”

Estamos num Estado Laico. Como prefeito, achei que ele deveria se preocupar, principalmente, em garantir em cada quarteirão escolas, hospitais, praças e transporte coletivo!

Russomano vai auditar contratos de gestão tucanos com as Organizações Sociais da Saúde

Celso Russomanno (PRB), candidato à Prefeitura de São Paulo, prometeu na Sabatina Folha/UOL, realizar auditoria em todos os contratos de gestão das OSs – organizações sociais, celebrados pelos demotucanos, que são a privatização da saúde na capital paulista.

Russomano afirmou que “os serviços públicos são péssimos” e criticou o Hospital Israelita Albert Einstein e a Santa Casa de Misericórdia de Santo Amaro: “Existem organizações sociais que trabalham bem e as que trabalham mal. Estive no Jardim Mitsutani. Lá a UBS é administrada pelo Einstein e é da pior qualidade. Estavam faltando três médicos no Programa de Saúde da Família. Fomos ao Pronto Socorro de Santo Amaro, administrado pela Santa Casa de Santo Amaro, por denúncia de que um raio X computadorizado estava largado no chão há seis meses. Não adianta fazer convênios e não fiscalizar. Vou para as ruas fiscalizar, porque essa é minha forma de gerenciar. A gestão atual não fiscaliza, mas paga em dia. Para onde está indo o dinheiro? Vou fazer auditoria em todos esses contratos.”

Se eleito Russomano deveria rescindir todos os contratos com as OSs, que são inconstitucionais. Mas a auditoria já é um começo.

Os candidatos de Curitiba poderiam fazer a mesma proposta, no mínimo, com relação ao ICI – Instituto Curitiba de Informática, que é uma OS da informática no município considerada uma caixa-preta, que lida com milhões de dinheiro público sem licitação, sem concurso público e sem um controle efetivo do Tribunal de Contas, Ministério público e da própria população.

Estudantes de Direito e advogados podem ajudar Gustavo Fruet na fiscalização no dia da eleição

Pergunta do dia: o vídeo vazou ou foi vazado?

Rafael Greca apresenta o seu traçado do Metrô Aéreo de Curitiba

Rafael Greca diz que é preciso reavaliar as terceirizações em Curitiba

O candidato do PMDB a prefeito de Curitiba, Rafael Greca, ressaltou a necessidade de uma reavaliação criteriosa de espaços públicos e áreas sociais atualmente terceirizados na capital paranaense.

“É preciso fazer uma reavaliação para saber o que precisa permanecer terceirizado e o que pode voltar a ser administrado pelo poder público”, analisou Greca.

O candidato do PMDB destacou, com base em reportagens na imprensa, que a prefeitura gasta aproximadamente R$ 57 milhões em serviços terceirizados de informática.

Por isso, comparou Greca, “a prefeitura gasta o equivalente a 8 trincheiras por mês em serviços terceirizados de informática que daria para fazer mais de 200 trincheiras em 4 anos, o que não é o caso”.

Para o candidato do PMDB, Curitiba precisa de engenharia de trânsito. “Usarei o orçamento do seu imposto a favor de você”, concluiu Greca.

Gleisi fará caminhada com Gutavo Fruet e Mirian Gonçalves no sábado, no Pinheirinho e Bairro Novo

Porque Fernando Henrique Cardoso não pode ser escolhido como o maior brasileiro de todos os tempos. Vote na Princesa Isabel no SBT

OS CRIMES DE FHC SERÃO PUNIDOS?

Por Altamiro Borges

No grande circo armado pela mídia para o “julgamento do século” do chamado “mensalão do PT”, até o ex-presidente FHC foi ressuscitado. Ontem (6), na abertura da 32ª Convenção do Atacadista Distribuidor, no Riocentro, ele reforçou o linchamento midiático exigindo a imediata punição dos réus. Na maior caradura, ele esbravejou: “Depois que eu ouvi do procurador-geral da República, houve crime. Crime tem que ser punido… Tenho confiança de que eles [STF] julgarão com serenidade, mas também com Justiça”.

FHC já pediu para esquecer o que ele escreveu. Mas não dá para esquecer as denúncias de corrupção que mancharam o seu triste reinado. O ex-presidente não tem moral para exigir punição de qualquer suspeito de irregularidades. Desde que foi desalojado do Palácio do Planalto, o rejeitado ex-presidente tenta se travestir de paladino da ética com objetivos meramente políticos e eleitoreiros. Ela agora explora oportunisticamente o julgamento no STF para impulsionar e animar as campanhas dos demotucanos às eleições de outubro.

A lista dos crimes tucanos

Se um dia houver, de fato, Justiça no país, FHC é que será julgado e punido por seus crimes. Listo abaixo alguns que merecem rigoroso julgamento da história:

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Denúncias abafadas: Já no início do seu primeiro mandato, em 19 de janeiro de 1995, FHC fincou o marco que mostraria a sua conivência com a corrupção. Ele extinguiu, por decreto, a Comissão Especial de Investigação, criada por Itamar Franco e formada por representantes da sociedade civil, que visava combater o desvio de recursos públicos. Em 2001, fustigado pela ameaça de uma CPI da Corrupção, ele criou a Controladoria-Geral da União, mas este órgão se notabilizou exatamente por abafar denúncias.

Caso Sivam. Também no início do seu primeiro mandato, surgiram denúncias de tráfico de influência e corrupção no contrato de execução do Sistema de Vigilância e Proteção da Amazônia (Sivam/Sipam). O escândalo derrubou o brigadeiro Mauro Gandra e serviu para FHC “punir” o embaixador Júlio César dos Santos com uma promoção. Ele foi nomeado embaixador junto à FAO, em Roma, “um exílio dourado”. A empresa ESCA, encarregada de incorporar a tecnologia da estadunidense Raytheon, foi extinta por fraude comprovada contra a Previdência. Não houve CPI sobre o assunto. FHC bloqueou.

Pasta Rosa. Em fevereiro de 1996, a Procuradoria-Geral da República resolveu arquivar definitivamente os processos da pasta rosa. Era uma alusão à pasta com documentos citando doações ilegais de banqueiros para campanhas eleitorais de políticos da base de sustentação do governo. Naquele tempo, o procurador-geral, Geraldo Brindeiro, ficou conhecido pela alcunha de “engavetador-geral da República”.

Compra de votos. A reeleição de FHC custou caro ao país. Para mudar a Constituição, houve um pesado esquema para a compra de voto, conforme inúmeras denúncias feitas à época. Gravações revelaram que os deputados Ronivon Santiago e João Maia, do PFL do Acre, ganharam R$ 200 mil para votar a favor do projeto. Eles foram expulsos do partido e renunciaram aos mandatos. Outros três deputados acusados de vender o voto, Chicão Brígido, Osmir Lima e Zila Bezerra, foram absolvidos pelo plenário da Câmara. Como sempre, FHC resolveu o problema abafando-o e impedido a constituição de uma CPI.

Vale do Rio Doce. Apesar da mobilização da sociedade em defesa da CVRD, a empresa foi vendida num leilão por apenas R$ 3,3 bilhões, enquanto especialistas estimavam seu preço em ao menos R$ 30 bilhões. Foi um crime de lesa-pátria, pois a empresa era lucrativa e estratégica para os interesses nacionais. Ela detinha, além de enormes jazidas, uma gigantesca infra-estrutura acumulada ao longo de mais de 50 anos, com navios, portos e ferrovias. Um ano depois da privatização, seus novos donos anunciaram um lucro de R$ 1 bilhão. O preço pago pela empresa equivale hoje ao lucro trimestral da CVRD.

Privatização da Telebras. O jogo de cartas marcadas da privatização do sistema de telecomunicações envolveu diretamente o nome de FHC, citado em inúmeras gravações divulgadas pela imprensa. Vários “grampos” comprovaram o envolvimento de lobistas com autoridades tucanas. As fitas mostraram que informações privilegiadas foram repassadas aos “queridinhos” de FHC. O mais grave foi o preço que as empresas privadas pagaram pelo sistema Telebrás, cerca de R$ 22 bilhões. O detalhe é que nos dois anos e meio anteriores à “venda”, o governo investiu na infra-estrutura do setor mais de R$ 21 bilhões. Pior ainda, o BNDES ainda financiou metade dos R$ 8 bilhões dados como entrada neste meganegócio. Uma verdadeira rapinagem contra o Brasil e que o governo FHC impediu que fosse investigada.

Ex-caixa de FHC. A privatização do sistema Telebrás foi marcada pela suspeição. Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa das campanhas de FHC e do senador José Serra e ex-diretor do Banco do Brasil, foi acusado de cobrar R$ 90 milhões para ajudar na montagem do consórcio Telemar. Grampos do BNDES também flagraram conversas de Luiz Carlos Mendonça de Barros, então ministro das Comunicações, e André Lara Resende, então presidente do banco, articulando o apoio da Previ para beneficiar o consórcio do Opportunity, que tinha como um dos donos o economista Pérsio Arida, amigo de Mendonça de Barros e de Lara Resende. Até FHC entrou na história, autorizando o uso de seu nome para pressionar o fundo de pensão. Além de “vender” o patrimônio público, o BNDES destinou cerca de 10 bilhões de reais para socorrer empresas que assumiram o controle das estatais privatizadas. Em uma das diversas operações, ele injetou 686,8 milhões de reais na Telemar, assumindo 25% do controle acionário da empresa.

Juiz Lalau. A escandalosa construção do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo levou para o ralo R$ 169 milhões. O caso surgiu em 1998, mas os nomes dos envolvidos só apareceram em 2000. A CPI do Judiciário contribuiu para levar à cadeia o juiz Nicolau dos Santos Neto, ex-presidente do TRT, e para cassar o mandato do senador Luiz Estevão, dois dos principais envolvidos no caso. Num dos maiores escândalos da era FHC, vários nomes ligados ao governo surgiram no emaranhado das denúncias. O pior é que FHC, ao ser questionado por que liberara as verbas para uma obra que o Tribunal de Contas já alertara que tinha irregularidades, respondeu de forma irresponsável: “assinei sem ver”.

Farra do Proer. O Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Sistema Financeiro Nacional (Proer) demonstrou, já em sua gênese, no final de 1995, como seriam as relações do governo FHC com o sistema financeiro. Para ele, o custo do programa ao Tesouro Nacional foi de 1% do PIB. Para os ex-presidentes do BC, Gustavo Loyola e Gustavo Franco, atingiu 3% do PIB. Mas para economistas da Cepal, os gastos chegaram a 12,3% do PIB, ou R$ 111,3 bilhões, incluindo a recapitalização do Banco do Brasil, da CEF e o socorro aos bancos estaduais. Vale lembrar que um dos socorridos foi o Banco Nacional, da família Magalhães Pinto, a qual tinha como agregado um dos filhos de FHC.

Desvalorização do real. De forma eleitoreira, FHC segurou a paridade entre o real e o dólar apenas para assegurar a sua reeleição em 1998, mesmo às custas da queima de bilhões de dólares das reservas do país. Comprovou-se o vazamento de informações do Banco Central. O PT divulgou uma lista com o nome de 24 bancos que lucraram com a mudança e de outros quatro que registraram movimentação especulativa suspeita às vésperas do anúncio das medidas. Há indícios da existência de um esquema dentro do BC para a venda de informações privilegiadas sobre câmbio e juros a determinados bancos ligados à turma de FHC. No bojo da desvalorização cambial, surgiu o escandaloso caso dos bancos Marka e FonteCindam, “graciosamente” socorridos pelo Banco Central com 1,6 bilhão de reais. Houve favorecimento descarado, com empréstimos em dólar a preços mais baixos do que os praticados pelo mercado.

Sudam e Sudene. De 1994 a 1999, houve uma orgia de fraudes na Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), ultrapassando R$ 2 bilhões. Ao invés de desbaratar a corrupção e pôr os culpados na cadeia, FHC extinguiu o órgão. Já na Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), a farra também foi grande, com a apuração de desvios de R$ 1,4 bilhão. A prática consistia na emissão de notas fiscais frias para a comprovação de que os recursos do Fundo de Investimentos do Nordeste foram aplicados. Como fez com a Sudam, FHC extinguiu a Sudene, em vez de colocar os culpados na cadeia.

Luciano “Duas Caras” Ducci: na TV diz que está junto com Dilma. Para os milionários chama Aécio Neves para criticar Dilma. Dá para confiar?

No jantar realizado no Clube Curitibano para milionários (R$ 1.000,0 o ingresso), Luciano Ducci (PSB) chamou o senador tucano playboy (que se negou em assoprar o bafômetro) Aécio Neves, que disse que o governo Dilma Rousseff (PT) é um fracasso e que logo se erguerá uma frente de “pessoas do bem” para apresentar novo modelo de recuperação econômica do país. Tudo com a concordância do milionário Luciano Ducci e do também playboy Beto Richa (PSDB).

Hoje na TV, assistida pelo povo que aprova Dilma, como bem lembrou o Blog do Esmael, Luciano Ducci disse que atua junto com o governo Dilma e que é da base aliada de Dilma.

Coerência? Não dá para confiar no Luciano “Duas Caras” Ducci!