Ney Leprevost propõe privatização do Zoo de Curitiba

O Deputado Estadual Ney Leprevost (PP, Partido do Maluf), que está indo para o PSD (Partido do Kassab, com denúncias de que está sendo formado com assinaturas de falecidos, servidores públicos pressionados por Kassab e trabalhadores obrigados pelos patrões), segundo a coluna de Reinaldo Bessa na Gazeta do Povo de hoje, foi até o Zoológico de Curitiba e constatou o péssimo estado da estrada de acesso ao parque, no Alto Boqueirão, e a poluição do rio Iguaçú no trajeto.

A invés de cobrar o abandono do Prefeito Luciano Ducci (PSB), que está em Paris, ou do Governador Beto Richa (PSDB), que está em Cancun, Leprevost propõe a privatização do Zoo, e vai fazer essa proposta ao prefeito de Curitiba.

A elite neoliberal é assim. Precariza os bens públicos para depois privatizá-los. Foi assim a ditadura militar com a educação brasileira, foi assim FHC com a Petrobras, foi assim com os governos tucanos de Mario Covas/José Serra/Geraldo Alckmin com a saúde, foi assim com o Governo Lerner com as estradas e Copel.

Leprevost quer ser o vice de Luciano Ducci nas próximas eleições. Vocês imaginam o quanto ele ou seus “apoiadores” estão gastando com os outdoors com o rosto de Leprevost espalhados por toda Curitiba? Nossa cidade não merece mais esse grupo político.

Jaime Lerner, Ney Leprevost, Saul Raiz e Beto Richa

A estudante comunista chilena Camila Vallejo é a líder contra a privatização da educação chilena

Camila Vallejo, 23 anos, estudante de Geografia e presidente da Federação Estudantil da Universidade do Chile (Fech), atua há cinco anos na Juventude Comunista, e é a líder do movimento estudantil que luta pelo fortalecimento da educação pública no país.

http://www.youtube.com/watch?v=EBMZfHogPn4

Blog do Maquiavel: os fins justificam a concessão de meios

Do Blogs do Além da Revista Carta Capital

OS FINS JUSTIFICAM A CONCESSÃO DE MEIOS

Professores de filosofia, história ou economia sabem como me aborrece esse negócio de maquiavélico ter virado sinônimo de conspiração, ausência de escrúpulos, astúcia e imoralidade. Essa injustiça, que se perpetua há quase 500 anos, se deve a leituras apressadas de meu mais famoso livro, O Príncipe. Todo autor fundamental experimenta erros interpretativos. Mas poucos têm o dissabor de vê-lo constantemente impresso na linguagem cotidiana.

Quando escrevi O Príncipe, minha intenção era produzir um manual prático de como conquistar e manter o poder. Mas, ao contrário de outros filósofos, não idealizei a realidade. Elaborei o guia baseado em como os Estados eram e esperando sempre o pior do ser humano. E nem poderia ser diferente. Imagine fazer, nos dias de hoje, um manual de como vencer eleições no Brasil, recomendando que o candidato se declare a favor do aborto e não use caixa 2. Tal livro não passaria da primeira edição. Hoje vejo que parte desse descaminho interpretativo tem minha parcela de culpa. Eu errei no título. Em vez de O Príncipe, o livro deveria chamar-se O Monge e o Poder Executivo – autoajuda para governantes.

O Príncipe é uma obra de realismo político, sem utopias. Descrevi em detalhes como os tiranos atuam. Tive a coragem de mostrar como algumas medidas desagradáveis e fraudulentas podem, por vezes, ser do interesse do bem comum. Em suma, fiz a autópsia do poder. E você sabe, autópsia é algo que nunca cheira bem ou é bonito de se ver. Notem, eu não fui maquiavélico, não atuei ardilosamente. Não usei de truques e subterfúgios para impor minha visão e dar os meus conselhos. Pelo contrário. Fui o Mister M da política.

Outra coisa. Eu nunca escrevi que “os fins justificam os meios”. Desafio alguém a encontrar essa frase em qualquer um de meus livros. Essa falsa imputação me custou caro. E ajudou a consagrar o adjetivo maquiavélico com o significado que tem. No entanto, o tempo encarregou-se de provar que essa afirmativa expressa uma prática comum e verdadeira. Os fins (apoio político) justificam os meios (concessão de emissoras de rádio e Tevê). Tudo bem, eu fico com a autoria. Pode me dar o crédito.

Mas não vim aqui só para exorcizar ressentimentos. Tenho uma sugestão que considero justa e engenhosa. Proponho uma moratória do uso do termo maquiavélico. No seu lugar, usemos alguns notórios sem-vergonhas para criar novos adjetivos que carreguem o mesmo significado do termo a ser aposentado. Exemplo 1: Alfredo Nascimento foi danieldantélico na elaboração do esquema de superfaturamento. Exemplo 2: Um jornal precisa ser muito murdochélico para implantar escutas ilegais, em nome de obter matérias exclusivas. O importante  é que o uso do nome do inescrupuloso no prefixo seja randômico. Nem mesmo o maior escroque do mundo merece o privilégio de monopolizar a perfidez.

Jornalistas repudiam agressão de Derosso a jornalista da Gazeta do Povo

 

 

Do Site Acorda Jornalista

Sindijor repudia agressão do vereador Derosso a jornalista

Duro de matar o patrimonialismo em Curitiba e no Paraná

Charge: divinas tetas

Charge: Assembléia Legislativa do Paraná

Charge: agradinho do Derosso

Vereadora Professora Josete questiona aditivos de Luciano Ducci em contrato de locação de carros

Ontem na Gazeta do Povo

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Luciano Ducci usa dinheiro público para fazer propaganda da Prefeitura em jornal da esposa e sogro do Derosso

Publicado no site do Deputado Dr. Rosinha

Prefeitura de Curitiba faz propaganda em jornal da mulher e do sogro do tucano Derosso

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Show ao vivo ontem, com Chico Buarque e João Bosco, música Sinhá do novo CD Chico

Derosso se equivoca na defesa da publicidade da licitação milionária que contratou empresa da esposa. #ForaDerosso

Nosso prefeito em exercício e presidente da câmara municipal de Curitiba, João Cláudio Derosso (PSDB), cometeu ilegalidade ao contratar esposa por meio de licitação, quando ela era servidora da Câmara Municipal de Curitiba. Cometeu ilegalidade também ao divulgar o extrato do edital da licitação milionária de publicidade apenas no já falido jornal Diário Popular. Ouça a entrevista de Derosso na rádio CBN (clique aqui).

Derosso se defendeu dizendo que os governos estaduais e federal também publicavam no Diário Popular em 2006, e que na RPC/Globo aparecia a propaganda do jornal. Absurdo total a defesa dele, que tem tudo para perder o cargo por meio de um impeachment, se o Tribunal de Contas, Ministério Público, políticos de oposição e população fizerem seus papéis.

O art. 21 da Lei 8.666/93 exige, além da publicação do extrato do edital de licitação pelo menos uma vez em Diário Oficial, a publicação também em jornal diário de grande circulação no Estado e no Município.

O Governo Federal, para dar ampla divulgação em suas licitações, utiliza jornais de todo o Brasil para divulgar seus atos. É um plus, algo a mais do que exige a Lei 8.666/93 (Lei Nacional de Licitações). Bastaria para a União, por exemplo, publicar no Diário Oficial da União e na Folha de S. Paulo.

O Governo de Roberto Requião (PMDB), em 2006, para diminuir o quase monopólio da Gazeta do Povo, contratou um consórcio de jornais de todo o Paraná. Assim, ao invés de publicar seus editais apenas na Gazeta do Povo, o Governo Requião publicava em vários jornais pelo Estado, e um deles era o Diário Popular.

O que é grave no caso do Derosso, é que ele publicou apenas no Diário Popular, um jornal que já estava decadente, com pouca tiragem, o que não atendeu a Lei 8.666/93 nem o princípio constitucional da publicidade, por não ser um jornal de grande circulação.

E o Derosso dizer que a Globo divulgava propaganda do Diário Popular é tirar sarro da nossa cara. Parece que ele acha que vai mexer os pauzinhos no Tribunal de Contas do Paraná e vai resolver tudo. Mas não é bem assim. Com a pressão da oposição, da mídia e da população o reinado de Derosso na Câmara parece que dessa vez acaba. #ForaDerosso