Tucano Alvaro Dias vai ter dificuldades em se reeleger para senador com irmão Osmar na disputa

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Parece que o péssimo governo de Beto Richa (PSDB), as denúncias do mensalão tucano em Minas Gerais e de corrupção nos governos tucanos em São Paulo, e a cada vez menos inviabilizada candidatura de Aécio Neves para presidente vão afetar a eleição para o senado no Paraná.

Osmar Dias (PDT), que será o candidato da presidenta Dilma Rousseff e da pré-candidato ao governo Gleisi Hoffmann (PT) pode vencer o irmão Alvaro Dias (PSDB). Osmar não está na mídia e está perto de Alvaro, que é pavão e está todo dia na TV.

A Paraná Pesquisas/Gazeta do Povo mostra amanhã que o atual senador Alvaro Dias (PSDB) 46%, Osmar Dias (PDT) 33%, André Vargas (PT) 4%, Eduardo Sciarra (PSD) 3% e Sérgio Souza (PMDB) 2%.

Em outra simulação Alvaro tem 45%, Osmar 31%, Orlando Pessuti (PMDB) 4%, Vargas 4% e Sciarra, 3%.

Em outra Alvaro tem 64%, Pessuti 10%, Vargas 6% e Sciarra 4%.

A pergunta que não quer calar: porque na pesquisa não aparecem os nomes do deputado federal Dr. Rosinha (PT) e de Bernardo Pilotto (PSOL)?

Foram entrevistados 1.665 eleitores, entre os dias 12 e 16 de dezembro, em 75 cidades, com margem de erro de 2,5 pontos porcentuais para mais ou para menos.

Osmar Dias tem chances reais de vencer Alvaro Dias para o senado em 2014

Captura de Tela 2013-08-19 às 04.48.58O ex-senador Osmar Dias (PDT) tem chances reais de vencer seu irmão, Alvaro Dias (PSDB), para a vaga única do senado nas eleições em 2014. Pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas/Gazeta do Povo informa que Alvaro tem entre 39 e 44%, e Osmar tem entre 30 e 35%.

Alvaro será candidato ao senado, a não ser que Beto Richa (PSDB) desista da reeleição ao governo por causa da crescente rejeição ao seu governo.

Osmar Dias já disse que desta vez pode concorrer contra o irmão, e tem chances reais de vitória. Osmar ainda pode ser o candidato a vice de Gleisi Hoffmann (PT).

Caso Osmar não seja candidato ao senado, um candidato do PT (Jorge Samek, Paulo Bernardo, Dr. Rosinha ou André Vargas) ou PMDB (Sérgio Souza, Orlando Pessuti ou João Arruda) em chapa da presidenta Dilma Rousseff (PT) e dos candidatos ao governo Roberto Requião (PMDB) e Gleisi podem surpreender.

Contra Alvaro pesam a violência contra os professores em seu governo e sua oposição aos programas sociais que mudaram o Brasil nos últimos dez anos. Assim como uma chapa com os desgastados tucanos Beto Richa e Aécio Neves.

A briga vai ser boa em 2014!