Veja documentário inédito de Oliver Stone sobre Hugo Chávez

Documentário inédito no Brasil “Mi amigo Hugo” (Meu Amigo Hugo), do diretor estadunidense consagrado Oliver Stone, vencedor de vários Oscars, com produção da teleSUR, televisionado ontem na Venezuela (05.03.2014) em cadeia nacional.

Oliver Stone é um dos maiores cineastas vivos, com filmes em seu currículo como Platoon, Wall Street, Talk Radio, Nascido em 4 de Julho, The Doors e JFK.

Em 2009 ele fez o documentário Ao Sul da Fronteira, sobre os grandes líderes latinoamericanos, entre eles Hugo Chávez e Lula.

Seu filme Platoon (1986) venceu o Oscar como melhor filme do ano.

Venceu o Oscar na categoria de melhor diretor por Platoon (1986) e Nascido em 4 de Julho (1989), e na de melhor roteiro adaptado por O Expresso da Meia-Noite (1978).

Recebeu duas indicações na categoria de melhor filme por Nascido em 4 de Julho (1989) e JFK – A Pergunta que Não Quer Calar (1991).

Assista também Ao Sul da Fronteira:

Venezuela e Ucrânia: algo em comum?

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Na Carta Maior

Venezuela e Ucrânia, portanto, têm sim algo em comum: sua importância do ponto de vista geoestratégico e energético para o mundo ocidental.

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“Venezuela e Ucrânia são situações absolutamente díspares”, ressaltou a Presidenta Dilma. Com toda razão. Entretanto, muito além de toda a disparidade que diferencia ambas as situações, algo há em comum: tanto Venezuela quanto Ucrânia consistem em alvos dos interesses geoestratégicos e energéticos da agressiva política externa norte-americana.

A Venezuela é palco de sucessivas tentativas de desestabilização de seu governo democraticamente eleito e socialmente orientado, desde a primeira eleição de Hugo Chávez. Cabe lembrar que, de acordo com a CEPAL, a Venezuela tornou-se após o chavismo o país com melhor distribuição de renda na América Latina. Como mesmo após a morte do líder a oposição saiu derrotada das urnas, o que resta é uma alternativa ilegítima impulsionada pelo governo norte-americano.

As motivações que levam ao intervencionismo são facilmente compreensíveis, já que se trata do país detentor das maiores reservas de petróleo do mundo (ainda que se trate de um petróleo pesado que exija alto custo de refinação), cuja situação geográfica situa-o como vizinho dos Estados Unidos, e que ao contrário de uma década atrás, hoje exporta grande parte de sua produção para a China. E lembre-se que a Venezuela de Chávez foi o único país latino-americano, na virada para o século XXI, a se opor à tentativa dos Estados Unidos de estender as diretrizes do Consenso de Washington por todo o continente, por meio da pretensa Área de Livre Comércio das Américas (ALCA).

A partir de então, a ascensão de vários governos pós-neoliberais na região permitiu mudar o acento para os processos de integração sul-sul, a exemplo do Mercosul e da Unasul, em lugar dos acordos de livre comércio com a potência hegemônica. O resultado foi um progressivo isolamento dos Estados Unidos em sua área de influência estratégica: a América Latina.

Por outro lado, a Ucrânia é um país de extrema relevância do ponto de vista estratégico, e o mais importante para a segurança da Rússia. Embora se pretenda que a situação seja simples, qual seja, uma maioria da população ucraniana ansiando integrar um bloco econômico em crise profunda, como a União Europeia, que mantém índices altíssimos de desemprego, e um presidente que pretende impedi-lo em prol de uma aliança com a Rússia, a crise tem raízes bem mais complexas que conta com a ingerência dos Estados Unidos.

Os objetivos da ingerência estadunidense na Ucrânia devem-se não apenas ao temor da retomada da influência russa no ex-espaço soviético, de que deriva o propósito de integrá-la à estrutura militar da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), como também se devem ao fortalecimento da Europa como interlocutor da Rússia em questões estratégicas (em detrimento da sempre presente intermediação dos Estados Unidos), ao medo de uma reaproximação entre Alemanha e Rússia, mas principalmente ao fator energético. Por óbvio, a Rússia não admitirá facilmente um governo pró-ocidental em um país estrategicamente fundamental para sua segurança. Desde a época da extinta União Soviética, mais de 80% do gás natural russo é transportado para a Europa pela Ucrânia.

Venezuela e Ucrânia, portanto, têm sim algo em comum: sua importância do ponto de vista geoestratégico e energético para o mundo ocidental, e o fato de terem desafiado, de diferentes formas, os rumos previstos pela hegemonia global.

(*) Larissa Ramina, Professora de Direito Internacional da UFPR e da UniBrasil.

Charge: a hora e a vez da Venezuela. Brasil o próximo?

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Charge: Ditadura!

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Conheça Alejandra Benítez, a nova Ministra dos Esportes da Venezuela

A socialista foi escolhida pelo presidente eleito chavista Nicolás Maduro.

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Samuel Pinheiro Guimarães Neto: Hugo Chávez não era populista

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A campanha de Maduro já começou

Na Folha de S. Paulo de domingo

É um equívoco dizer que Hugo Chávez era populista

Ex-secretário-geral do Itamaraty diz que sucesso de Nicolás Maduro vai depender de manter prioridades de antecessor

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Hugo Chávez fez uma série de programas importantes para a população pobre. Por isso é admirado. “Mas não é mito. É uma realidade.”

Assim, se a nova liderança venezuelana prosseguir com esses projetos terá a mesma popularidade. Se, ao contrário, tiver uma orientação “mais favorável às elites hegemônicas do país”, vai “perder apoio interno”.

A análise é do embaixador Samuel Pinheiro Guimarães Neto, 74, ex-secretário-geral do Itamaraty. Para ele, Chávez transformou a Venezuela na economia, na política e no social, deixando um “legado extraordinário”.

Ex-alto representante geral do Mercosul, Guimarães compara Chávez a Getúlio Vargas e condena a expressão “populismo”.

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Folha – Qual o legado de Hugo Chávez?

Samuel Pinheiro Guimarães – É um legado extraordinário. Ele promoveu uma verdadeira revolução social na Venezuela. Em educação, saúde, habitação, construção de infraestrutura, estímulo à industrialização. A Unesco declarou a Venezuela como um território livre do analfabetismo.

Na América Latina, deu apoio aos pequenos países do Caribe em termos de petróleo a preços mais baixos. Apoiou a Argentina na época da renegociação da dívida.

Em nível internacional, houve uma atitude de independência e de autonomia diante da pressão de grandes Estados e a uma reorientação das relações da Venezuela em direção à América do Sul. Continuar lendo

Gazeta do Povo mostra que Hugo Chávez melhorou muito a Venezuela. A direita pira

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A Gazeta do Povo de quinta-feira mostrou que praticamente todos os números comprovam que o presidente falecido da Venezuela, Hugo Chávez, melhorou muito o país, na economia e no social. Os conservadores, direitistas, que odeiam pobres, odeiam esse tipo de notícia.

Imagem do dia: multidão homenageia Hugo Chávez na Venezuela

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Todos contra Hugo Chávez

Presidente Hugo Chávez continua líder nas pesquisas na Venezuela

Vídeo divulgado no Blog do Esmael

O presidente venezuelano Hugo Chávez continua na frente do seu rival da oposição Henrique Capriles, para a eleição presidencial que ocorrerá no dia 7 de outubro. Chávez tem vantagem de dois dígitos na maioria das pesquisas, mas é relativamente grande o número de eleitores indecisos.

Recentemente a TV Folha mostrou como melhorou a Venezuela com a gestão de Hugo Chávez. Recentemente a Venezuela entrou no Mercosul, após o Paraguai ser afastado por causa do golpe ocorrido no país por meio do Senado. O que limitava a entrada da Venezuela no Mercosul era a negativa do golpista Senado paraguaio.

TV Folha mostra como melhorou a Venezuela com Hugo Chávez

Na TV Folha de hoje a repórter Flávia Marreiro foi à Venezuela para analisar as chances de Hugo Chávez e de seu opositor Henrique Capriles Radonski de vencer as eleições presidenciais na Venezuela em 07 de outubro. Chávez lidera as pesquisas eleitorais no país com 17% na frente.

Mas o que foi mais impactante na reportagem foi que de 2002 para 2010 a pobreza da população despencou de 48,6% para apenas 27,8% e a miséria caiu de 22,2% para 10,7% e que a economia vai bem, pois o PIB da Venezuela deve crescer 5% em 2012 e a inflação cairá de 27,6% de 2011 para a meta de 22% em 2012.

O colunista da Folha de S. Paulo Vladimir Saflate diz que a oposição atual governou por décadas e nunca fez nada parecido com Chávez e pergunta: “por que ela faria agora?”. E que não existia Estado na Venezuela, e a empresa estatal de petróleo do país (Petróleos de Venezuela – PDVSA) mandava no Estado, e cargos eram passados de pai para filho.

Para inspirar o contragolpe no Paraguai: “A revolução não será televisionada”

Tomei conhecimento do documentário “A revolução não será televisionada”, de Kim Bartley e Donnacha O’Briain, no mestrado em Direito do Estado da UFPR. É sobre sobre o golpe ocorrido na Venezuela em abril de 2002, que foi consumado, pois não houve resistência de Chaves que foi preso. Mas as manifestações e o apoio de militares fiéis ao país enfraqueceram os golpistas, e Chaves retornou ao governo. Participação clara da midia privada, empresários e militares oposicionistas no golpe, além de declarações do governo americano de apoio ao golpe na Venezuela.

Uma inspiração para os paraguaios fazerem o contragolpe no Paraguai, contra o golpe (“impeachment”) do presidente democraticamente eleito Fernando Lugo.