Veja documentário inédito de Oliver Stone sobre Hugo Chávez

http://youtu.be/-q18nizw2VQ

Documentário inédito no Brasil “Mi amigo Hugo” (Meu Amigo Hugo), do diretor estadunidense consagrado Oliver Stone, vencedor de vários Oscars, com produção da teleSUR, televisionado ontem na Venezuela (05.03.2014) em cadeia nacional.

Oliver Stone é um dos maiores cineastas vivos, com filmes em seu currículo como Platoon, Wall Street, Talk Radio, Nascido em 4 de Julho, The Doors e JFK.

Em 2009 ele fez o documentário Ao Sul da Fronteira, sobre os grandes líderes latinoamericanos, entre eles Hugo Chávez e Lula.

Seu filme Platoon (1986) venceu o Oscar como melhor filme do ano.

Venceu o Oscar na categoria de melhor diretor por Platoon (1986) e Nascido em 4 de Julho (1989), e na de melhor roteiro adaptado por O Expresso da Meia-Noite (1978).

Recebeu duas indicações na categoria de melhor filme por Nascido em 4 de Julho (1989) e JFK – A Pergunta que Não Quer Calar (1991).

Assista também Ao Sul da Fronteira:

Charge: Ditadura!

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Conheça Alejandra Benítez, a nova Ministra dos Esportes da Venezuela

http://youtu.be/oBWHOiFoR2s

A socialista foi escolhida pelo presidente eleito chavista Nicolás Maduro.

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Nicolás Maduro vence eleição democrática na Venezuela e será o presidente que substituirá Hugo Chávez. A direita pira

Foto: Joka Madruga / ComunicaSul

Foto: Joka Madruga / ComunicaSul

O até então presidente interino da Venezuela, Nicolás Maduro, venceu por 50.66% a 49.07% o candidato da oposição/direita, Henrique Capriles.

Pesquisa de boca de urna sobre a eleição de domingo apontava vitório por oito pontos na frente, segundo a consultoria ICS – International Counsulting Services: 54% a 46%. A margem de erro era de 1,5 a 2,5%, para mais ou para menos, com 1,4 mil pessoas entrevistadas nos 23 Estados venezuelanos.

Veja informações ao vivo na TV Telesur.

Foto: Joka Madruga / ComunicaSul

Foto: Joka Madruga / ComunicaSul

Hugo Chávez foi para o céu com Che Guevara, Eva Perón, Simon Bolívar e Salvador Allende

Hasta siempre comandante

 

Samuel Pinheiro Guimarães Neto: Hugo Chávez não era populista

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A campanha de Maduro já começou

Na Folha de S. Paulo de domingo

É um equívoco dizer que Hugo Chávez era populista

Ex-secretário-geral do Itamaraty diz que sucesso de Nicolás Maduro vai depender de manter prioridades de antecessor

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Hugo Chávez fez uma série de programas importantes para a população pobre. Por isso é admirado. “Mas não é mito. É uma realidade.”

Assim, se a nova liderança venezuelana prosseguir com esses projetos terá a mesma popularidade. Se, ao contrário, tiver uma orientação “mais favorável às elites hegemônicas do país”, vai “perder apoio interno”.

A análise é do embaixador Samuel Pinheiro Guimarães Neto, 74, ex-secretário-geral do Itamaraty. Para ele, Chávez transformou a Venezuela na economia, na política e no social, deixando um “legado extraordinário”.

Ex-alto representante geral do Mercosul, Guimarães compara Chávez a Getúlio Vargas e condena a expressão “populismo”.

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Folha – Qual o legado de Hugo Chávez?

Samuel Pinheiro Guimarães – É um legado extraordinário. Ele promoveu uma verdadeira revolução social na Venezuela. Em educação, saúde, habitação, construção de infraestrutura, estímulo à industrialização. A Unesco declarou a Venezuela como um território livre do analfabetismo.

Na América Latina, deu apoio aos pequenos países do Caribe em termos de petróleo a preços mais baixos. Apoiou a Argentina na época da renegociação da dívida.

Em nível internacional, houve uma atitude de independência e de autonomia diante da pressão de grandes Estados e a uma reorientação das relações da Venezuela em direção à América do Sul. Continuar lendo

Gazeta do Povo mostra que Hugo Chávez melhorou muito a Venezuela. A direita pira

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A Gazeta do Povo de quinta-feira mostrou que praticamente todos os números comprovam que o presidente falecido da Venezuela, Hugo Chávez, melhorou muito o país, na economia e no social. Os conservadores, direitistas, que odeiam pobres, odeiam esse tipo de notícia.

Charge: câncer nos grandes líderes sulamericanos é coincidência?

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Imagem do dia: multidão homenageia Hugo Chávez na Venezuela

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Lula: “Hugo Chavéz era 80% coração e 20% razão”

Assista o filme de Oliver Stone sobre Hugo Chávez e a esquerda latinoamericana

O filme de Oliver Stone “Ao sul da fronteira” em Português:

Em inglês com legenda em espanhol:

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Hugo Chávez (28.07.54 – 05.03.2013)

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Assista o documentário “A revolução não será televisionada”, que chegou a ser debatido no meu mestrado em Direito do Estado na UFPR. Conta como foi o contragolpe de Hugo Chávez contra os golpistas da direita e velha mídia da Venezuela, em abril de 2002:

http://www.youtube.com/watch?v=MTui69j4XvQ

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Todos contra Hugo Chávez

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=Xn0HMTiCEss#!

Bresser-Pereira defende Hugo Chávez e a esquerda na Venezuela

Hoje na Folha de S. Paulo

LUIZ CARLOS BRESSER-PEREIRA

A luta de Chávez

Sua retórica dá a impressão de que ele vá implantar o socialismo, mas seus atos deixam claro que não

Se as liberdades e o sufrágio universal estão assegurados, a democracia, garantida, e os cidadãos não estão ameaçados de expropriação por políticos revolucionários, não há razão para cidadãos com espírito republicano votarem em candidatos que defendem interesses dos ricos.

Eles estarão agindo de acordo com princípios de justiça se escolherem candidatos razoavelmente competentes que estejam comprometidos com os interesses dos pobres.

Estas considerações podem ser relevantes para eleitores de classe média decidirem seu voto, mas o que decide eleições é o voto dos pobres, como acabamos de ver na reeleição de Hugo Chávez na Venezuela.

Sua nova vitória comprova que a Venezuela é uma democracia e que os pobres lograram votar de acordo com seus interesses. Mas mostra também que os venezuelanos de classe média que nele votaram não defenderam seus interesses oligárquicos, mas os da maioria. Agiram conforme o critério republicano.

Chávez não é um revolucionário, mas um reformador. Sua retórica relativa ao “socialismo bolivariano” dá a impressão de que está prestes a implantar o socialismo no país, mas seus atos deixam claro que não tem essa intenção nem esse poder.

Essa mesma retórica alimenta a oposição local e dos Estados Unidos -uma potência imperial que, desde que ele foi eleito pela primeira vez, procura desestabilizá-lo.

Mais importantes, porém, são suas ações de governo. Essas apresentaram resultados impressionantes.

A renda per capita, que em 1999 era de US$ 4.105, passou a US$ 10.810 em 2011; a pobreza extrema foi de 23,4% da população para apenas 8,8%; e o índice de desigualdade caiu de 55,4% em 1998 para 28%, em 2008, com Chávez.

A Venezuela é um país muito difícil de governar porque é pobre e heterogêneo. E os interesses em torno do petróleo são enormes.

Nesse quadro de dificuldades, Chávez vem representando de forma exemplar a luta de uma coalizão política desenvolvimentista formada por empresários (poucos), trabalhadores e burocracia pública contra uma coalizão liberal e dependente formada por capitalistas rentistas, financistas, e pelos interesses estrangeiros. A luta de um país pobre para realizar sua revolução nacional e capitalista e melhorar o padrão de vida de seu povo.

Nas últimas eleições, o establishment internacional voltou a apoiar o candidato da oposição. Mas o que tem sido a oposição “liberal” na Venezuela desde a Segunda Guerra?

Essencialmente, uma oligarquia corrupta que se alternou no poder por 50 anos em um simulacro de democracia; uma elite econômica que reduziu a política à partilha das rendas do petróleo entre seus membros; um governo de ricos que sempre se submeteu às recomendações de política econômica do Norte, e exibiu, entre 1950 e 1999, o mais baixo crescimento de PIB da América Latina.

O establishment internacional ainda não foi vencido, e a nação venezuelana não está consolidada. Chávez contou com a ajuda dos preços elevados do petróleo para realizar um governo desenvolvimentista e social. Não a terá sempre.

Mas as últimas eleições mostraram que o povo venezuelano construiu uma democracia melhor do que aquela que o nível de desenvolvimento do país deixaria prever.

E que esta democracia é o melhor antídoto contra a oligarquia interna e o neoliberalismo importado.

Foto do dia: Hugo Chavez é reeleito na Venezuela com 54,42% e esquerda se mantém no poder

Presidente Hugo Chávez continua líder nas pesquisas na Venezuela

Vídeo divulgado no Blog do Esmael

O presidente venezuelano Hugo Chávez continua na frente do seu rival da oposição Henrique Capriles, para a eleição presidencial que ocorrerá no dia 7 de outubro. Chávez tem vantagem de dois dígitos na maioria das pesquisas, mas é relativamente grande o número de eleitores indecisos.

Recentemente a TV Folha mostrou como melhorou a Venezuela com a gestão de Hugo Chávez. Recentemente a Venezuela entrou no Mercosul, após o Paraguai ser afastado por causa do golpe ocorrido no país por meio do Senado. O que limitava a entrada da Venezuela no Mercosul era a negativa do golpista Senado paraguaio.

TV Folha mostra como melhorou a Venezuela com Hugo Chávez

Na TV Folha de hoje a repórter Flávia Marreiro foi à Venezuela para analisar as chances de Hugo Chávez e de seu opositor Henrique Capriles Radonski de vencer as eleições presidenciais na Venezuela em 07 de outubro. Chávez lidera as pesquisas eleitorais no país com 17% na frente.

Mas o que foi mais impactante na reportagem foi que de 2002 para 2010 a pobreza da população despencou de 48,6% para apenas 27,8% e a miséria caiu de 22,2% para 10,7% e que a economia vai bem, pois o PIB da Venezuela deve crescer 5% em 2012 e a inflação cairá de 27,6% de 2011 para a meta de 22% em 2012.

O colunista da Folha de S. Paulo Vladimir Saflate diz que a oposição atual governou por décadas e nunca fez nada parecido com Chávez e pergunta: “por que ela faria agora?”. E que não existia Estado na Venezuela, e a empresa estatal de petróleo do país (Petróleos de Venezuela – PDVSA) mandava no Estado, e cargos eram passados de pai para filho.

Para inspirar o contragolpe no Paraguai: “A revolução não será televisionada”

http://www.youtube.com/watch?v=MTui69j4XvQ

Tomei conhecimento do documentário “A revolução não será televisionada”, de Kim Bartley e Donnacha O’Briain, no mestrado em Direito do Estado da UFPR. É sobre sobre o golpe ocorrido na Venezuela em abril de 2002, que foi consumado, pois não houve resistência de Chaves que foi preso. Mas as manifestações e o apoio de militares fiéis ao país enfraqueceram os golpistas, e Chaves retornou ao governo. Participação clara da midia privada, empresários e militares oposicionistas no golpe, além de declarações do governo americano de apoio ao golpe na Venezuela.

Uma inspiração para os paraguaios fazerem o contragolpe no Paraguai, contra o golpe (“impeachment”) do presidente democraticamente eleito Fernando Lugo.

Venezuelano Pastor Maldonado, patrocinado pela estatal PDVSA, vence sua primeira corrida na F1

O piloto Pastor Maldonado é o primeiro venezuelano a ganhar um Grande Prêmio na Fórmula 1 na Espanha e dedicou o triunfo histórico aos torcedores de seu país. Foi também o primeiro pódio de Maldonado. O piloto da Williams foi o pole position e seguido por Fernando Alonso e Kimi Raikkonen.

Maldonado conta com o apoio da petrolífera venezuelana PDVSA, gerida pelo governo do presidente da Venezuela, Hugo Chávez.