Hoje votarei NULO em Curitiba

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1982 (Montoro), 1985 (Fernando Henrique), 1986 (Alvaro Dias), 1988 (Mauricio Fruet), 1989 (Brizola e Lula), 1990 (Requião), 1992 (Mauricio Fruet ou Doutor Rosinha), 1994 (Lula e Alvaro Dias ou Samek), 1996 (Vanhoni), 1998 (Lula e Requião), 2000 (Vanhoni), 2002 (Lula, Padre Roque e Requião), 2004 (Vanhoni), 2006 (Heloísa Helena, Lula e Requião), 2008 (Gleisi), 2010 (Dilma e Osmar Dias), 2012 (Gustavo Fruet) e 2014 (Dilma e Gleisi).

Hoje, pela primeira vez na minha vida, vou votar NULO em uma eleição para Chefe do Poder Executivo.

Eu sempre disse que apenas votaria nulo se fosse para o segundo turno o Maluf e o Collor. Chegou a hora!

Não tenho opção de esquerda ou pelo menos de centro para votar para a prefeitura de Curitiba, graças ao golpe de 2016 arquitetado para acabar com a tentativa de implantação do Estado de Bem-Estar Social previsto na Constituição de 1988.

Resultado: os neoliberais, os conservadores, os reacionários, as aristocracias e as oligarquias, que não aceitam a redução das desigualdades, fazem a festa, com apoio de grande parte de suas vítimas.

No Rio de Janeiro, na torcida por Marcelo Freixo 50.

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