Homenagem ao Umberto Eco: trechos sobre a imprensa do “Número Zero”

Umberto-Eco-Numero-Zero

Em homenagem ao escritor Umberto Eco, que acabou de falecer, algumas frases sobre a imprensa, do seu último livro “Número Zero” (ECO, Umberto. Número Zero. Rio de Janeiro: Record, 2015), que eu divulgaria apenas na minha futura Tese sobre democratização da mídia:

“Os jornais mentem, os historiadores mentem, a televisão hoje mente”.

“Não são as notícias que fazem o jornal, e sim o jornal que faz as notícias”.

“Os jornais ensinam como se deve pensar”.

“De uma ‘não-notícia’ cavamos uma notícia”.

“Existe uma palavra alemã, Schadenfreude, satisfação pessoal com a infelicidade alheia. É esse sentimento que o jornal deve respeitar e alimentar”.

“A indignação fica para os jornais de esquerda, que são especializados nisso”.

“A questão é que os jornais não são feitos para divulgar, mas para encobrir notícias”.

“As pessoas de bem vão continuar votando nos canalhas porque não acreditarão na BBC ou não verão programas como desta noite porque estarão grudados em algo mais trash”.

Umberto Eco (garimpagem de Tarso Cabral Violin – advogado, professor universitário e autor do Blog do Tarso)

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