Professores da Faculdade de Direito da UFPR votam Dilma 13

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Atualizado em 13.10.2014, 17h32

Vários professores da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Paraná declararam voto pela reeleição da presidenta Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores, no segundo turno das eleições presidenciais de 2014. Junto com vários outros advogados, membros do Ministério Público, professores, bachareis e estudantes de Direito de todo o Brasil, e até do exterior, os professores da UFPR assinaram o Manifesto dos Juristas Dilma 13 (clique aqui), elaborado por advogados do Paraná. O documento foi assinado primeiro por Celso Antônio Bandeira de Mello, o maior administrativista do Brasil. O manifesto ainda está aberto a novas adesões, basta comentar no próprio Manifesto com o link acima. Por enquanto assinaram os seguintes professores da UFPR:

Danielle Wobeto de Araujo – professora de História do Direito da UFPR

Eneida Desiree Salgado – professora de Direito Constitucional e Eleitoral da UFPR e advogada

Juarez Cirino dos Santos – professor de Direito Penal da Universidade Federal do Paraná, Professor e Coordenador do Curso de Especialização em Direito Penal e Criminologia do Instituto de Criminologia e Política Criminal – ICPC, Conselheiro Titular da Ordem dos Advogados do Brasil, Seção do Paraná – OAB/PR, Advogado Criminal em Curitiba

Katya Kozicki – professora dos programas de graduação e pós-graduação em Direito da PUCPR e UFPR

Larissa Ramina – doutora em Direito Internacional pela USP e Professora de Direito Internacional da UFPR

Luís Fernando Lopes Pereira – professor de História do Direito e Coordenador do Curso de Pós-Graduação em Direito da UFPR

Marcos Wachowicz – Professor de Direito da UFPR

Ricardo Marcelo Fonseca – professor de História do Direito da UFPR

Sandro Lunard Nicoladeli – advogado trabalhista e professor de Direito do Trabalho na UFPR

Tatyana Scheila Friedrich – professora de Direito Internacional da UFPR

Wilson Ramos Filho (Xixo) – professor doutor de Direito do Trabalho da UFPR

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Pesquisa aponta que Dilma é a candidata da esperança

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Analisando a última pesquisa Datafolha, que aponta empate entre Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) no segundo turno das eleições presidenciais, percebemos que a exemplo de Lula, Dilma é a candidata da esperança.

Enquanto que os privilegiados que tiveram ensino médio e superior votam mais em Aécio, Dilma ganha fácil entre os que têm apenas ensino fundamental e esperança de, quem sabe um dia poder estudar, por 60% a 40%.

Os que ganham mais de dois salários mínimos votam mais em Aécio, sendo que entre os ricos que ganham mais de 10 salários mínimos Aécio dispara (74% a 26%), mas Dilma vence entre os que recebem até 2 salários (ela tem 58% e ele 42%), ou seja, aqueles que precisam urgentemente melhorar sua condição econômica e social. São os que têm esperança de que o que a Constituição determina, que é a erradicação da miséria e redução das desigualdades sociais, seja cumprido ainda mais pelo Estado.

Nas regiões do Brasil mais pobres, Norte e Nordeste, Dilma ganha disparado, respectivamente por 60/40 e 66/34. São os que têm esperança de que um dia a exigência Constitucional da redução das desigualdades regionais seja cumprida pelo Poder Público.

Se entre os cidadãos que moram nas médias e grandes cidades existem mais eleitores de Aécio, entre os eleitores que moram em cidades com até 50 mil habitantes, Dilma ganha por 55% a 45%. Ou seja, são os brasileiros que vivem normalmente em cidades que, por serem menores, têm menos escolas, menos hospitais, menos acesso à cultura, à internet, e que têm esperança de uma vida melhor.

Dilma perde entre a classe alta e a classe média alta, mas ganha na classe média média (52/48), entre a média baixa (53/47) e entre os excluídos (64/36), todos eles com esperanças justas de melhorarem de vida.

Entre os mais privilegiados, infelizmente reina um sentimento de manutenção do status quo, um sentimento de mais egoísmo, individualismo e, em alguns casos, ódio contra as minorias.

Mas confio no ser humano, confio que ainda é possível existir um sentimento de solidariedade, de fraternidade, de busca de uma igualdade e uma real liberdade de ser cidadão!

Por isso voto Dilma 13, mesmo sem necessitar tanto de um Estado Social como precisa uma grande parcela da sociedade brasileira.

Jovens até 24 anos votam em Aécio porque não viveram a era FHC

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Na pesquisa Datafolha de ontem, que mostra empate entre Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB), aponta que Aécio tem mais votos entre os adolescentes e jovens de até 24 anos, do que Dilma (58% a 42). Nas demais camadas de idade há empate técnico.

A razão é simples. Em 2012, o último ano do governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), esses jovens tinham entre 4 e 12 anos, ou seja, eram crianças.

O governo FHC foi altamente corrupto e desastroso para o Brasil com as privatiuzações e compra de votos para reeleição. A Privataria Tucana desestruturou a Administração Pública, a inflação era o dobro da de hoje, o desemprego bem maior, a economia ia muito mal.

E Aécio era o presidente da Câmara dos Deputados entre 2001 e 2002 e responsável pela negociação da aprovação das leis de FHC que foram péssimas para o país.

57% dos brasileiros não votam em quem FHC indicar.

Queridos jovens, se informem, estudem, vejam o quanto o governo do PSDB foi ruim para o Brasil e quanto o Brasil melhorou nos últimos 12 anos. E Aécio representa o passado, uma idelogia do passado, o neoliberalismo, que foi varrido da América Latina e está querendo voltar com Aécio.

O Brasil precisa continuar no caminho certo, sem retrocessos, buscando o desenvolvimento econômico e social de forma sustentável.

E é essencial que os jovens participem e continuem participando da política brasileira, mas sem serem influenciados com o que diz a velha mídia reprentadada pela Globo, Veja e Folha de S. Paulo.

E viva a democracia!