Após a sucesso da fábula o Playboy e o Coronel, o Blog do Tarso divulga a segunda parte da fábula: O Imperadosso da Aqui Tem Pinhão.
Era uma vez, há muito, muito, muito tempo e em terras distantes e longínquas, existia uma cidadade chamada “Aqui Tem Pinhão”, capital do Reino Quintus Locus.
Como já informado na primeira parte da fábula, o Reino era governado pelo Playboy Salsicha, com o Chefe do Poder Legislativo Coronel Volponi.
Enquanto o Playboy Salcicha estava em Cancú, praia do Reino de Sucupira, sendo substituído pelo Caldo de Chuchu, e o Coronel Volponi andava meio apagado, sem ter mais o que fazer para aparecer, uma nova figura apareceu no cenário da “Aqui Tem Pinhão”, o Imperadosso.
O Imperadosso era o Chefe do Legislativo municipal há 500 anos, nunca queria ser Deputado ou Senador, pois sempre gostou de mandar no seu galinheiro.
Como o Prefeito Picolé de Chuchu Leite Quente também estava viajando, Imperadosso assumiu também o Poder no Executivo.
Eis que começaram a surgir várias denúncias contra o Imperadosso, vindas de fogo-amigo, provavelmente do Sinhôzinho Malta e do Ravengar.
Imperadosso, que não largava o osso, estava sendo acusado pela DesCorte de Contas de ter firmado um pergaminho concedendo muitos Réis para sua amada esposa.
O pior é que o Imperadosso queria ser o vice do Picolé de Chuchu Leite Quente e teve que tirar seu poneizinho da chuva.
O povo de Aqui Tem Pinhão, não aguentando mais os desmandos do Imperadosso, fez uma revolução e providenciou o impeachment do cidadão, que foi fazer companhia na Ilha das Ararinhas, refúgio dos membros do Partido da Ararinha que foram apeados do poder. E viveram felizes para sempre!
Esta é uma obra de ficção, qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.
Autor Desconhecido, pero no mucho

no Reino Quartus, vizinho ao Quintus, que tem como capital a cidade “Aqui tem Pinhão” apenas uma sugestão: que tal mudar o nome do Prefeito Picolé de Chuchu Leite Quente para o Picolé de Caqui, pois de insonso o Xerife do local não tem nada, está, ao contrário, AMARRANDO diversas bocas, especialmente, daqueles que atuam no cenário cultural. Reclamam algumas vozes dissonantes que a violência institucional não vem de agora, remonta ao período do Prefeito Salsicha, que infelizmente, acabou lacrando a bela pedreira da cidade, que outrora foi palco de belos concertos e espetáculos!
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