Debate em Curitiba: “A experiência da Lei de Meios na Argentina e a regulação da mídia no Brasil”

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No dia 15 de abril de 2015 ocorrerá o debate “A experiência da Lei de Meios na Argentina e a regulação da mídia no Brasil”, com a participação do jornalista argentino Ricardo Sonny Martinez. Na mesa do debate Claudio Ribeiro será o coordenador, Diângela e Anupama Salamon representarão a Frentex e Andre Vieira será o representante da Associação dos Blogueiros e Ativistas Digitais do Paraná – ParanáBlogs.

Evento apoiado pela Associação dos Blogueiros e Ativistas Digitais do Paraná –ParanáBlogs e pelo Centro de Estudos da Mídia Alternativa Baronesa de Itararé (Núcleo do Barão de Itararé no Paraná).

Será às 19h, na APP-Sindicato (Curitiba, Avenida Iguaçu 880, 4º andar).

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Lei de medios argentina é constitucional. Se cuida Rede Globo!

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A Lei de Medios da Argentina, editada em 2009 no governo da presidenta Cristina Kirchner, foi considerada constitucional pela Corte Suprema do país. É uma lei que democratiza os meios de comunicação do país e acaba com os monopólios e oligopólios de TVs e rádios.

Com isso o Clarín, dono de jornais, revistas, provedor de internet e emissoras de rádio e TV aberta e a cabo terá, com faturamento anual de US$ 2 bilhões, e que possui 250 licenças, vai ter que ser desmembrado, pois a lei permite no máximo 24. Essa empresa não poderá ter emissoras de televisão e rádio, simultaneamente aos serviços de televisão a cabo e internet.

Os movimentos progressistas e democráticos do Brasil pretendem que uma lei semelhante seja aprovada no Brasil, para o respeito de nossa Constituição, que proíbe o poder que a rede Globo de televisão tem hoje.

Se na Europa, se nos Estados Unidos da América, se na Argentina há limitação ao poder das TVs e rádios, para o bem da democracia e da verdadeira liberdade de expressão, por que no Brasil não há o mesmo regramento?

Censura não! Democratização das mídias sim! Fim dos monopólios e oligopólios de TVs e rádios sim! Liberdade de expressão, para todos, e não para os grandes empresários, sim! Regulação das comunicações, sim!