Charge: Largo da Ordem e Progresso… e pauladas nos foliões

Charge: Guernica 1937 – Largo da Ordem em Curitiba 2012

Vejam a festa que a “segurança pública” de Beto Richa e Luciano Ducci estragaram no domingo de pré-carnaval em Curitiba

Charge: sai do chão!

Foto-charge: Ai se eu te pego!

Post sobre a violência da polícia de Beto Richa nos foliões é um dos mais acessados em todo o Brasil no WordPress

Polícia comandada pelo Governo Beto Richa bate e atira em foliões do pré-carnaval de Curitiba

Veja no wordpress.com

Depoimento de Uyara Torrente, vocalista da A Banda Mais Bonita da Cidade, sobre a operação da polícia de Beto Richa no Largo da Ordem

Uyara Torrente (A banda Mais Bonita da Cidade):

“Pra quem não ta entendendo nada é o seguinte, depois de uma tarde incrivél, feliz, com um monte de gente se divertido de boa no largo, com crianças fantasiadas e muita muita alegria, a policia chegou DO NADA (não tava tendo nenhuma briga, nada que precisasse da policia) eles chegaram DO NADA com bombas e balas de borracha. Eu fiquei presa no bar brasileirinho, foi panico total, tinha criança chorando assustada, tinha mãe em desespero, e de lá de dentro, apertados com as portas fechadas, a gente só ouvia o barulho das bombas ou tiros sei lá o que era aqui, ninguem sabia o que tava acontecendo. Quando abriram as portas do bar, encontrei minha amiga Isadora Terra aos prantos pq o pai dela (depois de alegrar td mundo a tarde inteira tocando no bloco) levou um tiro de borracha no pé e estava ali na nossa frente sangrando. Vimos tmb um menino de aproximadamente 4 anos sangrando. do nada ja tinha imprensa. Esse bloco é uma grande felicidade, eu não sei que tipo de boicote é esse que a prefeitura ou sei la quem vem tendando, não faz o menor sentido. Foi isso que aconteceu. E ae? e agora?”

Ver mais no post Polícia comandada pelo Governo Beto Richa bate e atira em foliões do pré-carnaval de Curitiba

Polícia comandada pelo Governo Beto Richa bate e atira em foliões do pré-carnaval de Curitiba

Fotos do site da Gazeta do Povo

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Uma intervenção da Polícia Civil e Militar, comandada pelo Governo Beto Richa (PSDB), após a apresentação do bloco pré-carnavalesco Garibaldis e Sacis, no Largo da Ordem, em Curitiba, capital do Paraná, terminou de forma violenta, com pelo menos quatro pessoas hospitalizadas, com registros de vários outros feridos.

Neste domingo, por volta das 21 horas, o bloco, que não tem apoio do Município ou do Estado, já havia encerrado a apresentação, mas milhares de pessoas ainda permaneciam no local público. O local tinha pouco policiamento, e um ou outro folião deve ter exagerado na bagunça, quando policiais da Rondas Ostensivas de Naturezas Especiais (Rone) começaram a dispersar a multidão, disparando balas de borracha e bombas de gás nos foliões que apenas estavam se divertindo, com crianças, mulheres gravidas e cadeirantes. Houve corre-corre e pessoas foram pisoteadas no tumulto.

Os foliões ficaram indignados e questionaram os policiais pela truculência e agressividade.

O governo do agora tucano Alvaro Dias ficou famoso por mandar bater nos professores, o do DEMO Jaime Lerner por bater nos sem-terras. Agora é a vez do governo do tucano Beto Richa ficar marcado como espancador de foliões do pré-carnaval.

Nas redes sociais a população está indignada com o governo e polícia, já pedindo a cabeça do Secretário de Segurança, Reinaldo de Almeida César, uma vez que esse é o terceiro acontecimento nos últimos dez dias que revelam um cenário preocupante na segurança pública do Estado: cassino-prostíbulo e a preocupante nota da secretaria, a não atuação na saída do jogo do Atlético Paranaense e o vexame do Largo da Ordem mostram que algo está errado.

Políticos já perderam eleições por causa das seguintes cenas. É possível escutar ao fundo “polícia para quem precisa, polícia para quem precisa de polícia”:

Veja matéria do site da Gazeta do Povo

Veja ainda o Depoimento de Uyara Torrente, vocalista da A Banda Mais Bonita da Cidade, sobre a operação da polícia de Beto Richa no Largo da Ordem

Primeira-Dama Fernanda nega que esteja se separando de Beto Richa

Facebook de Fernanda Richa

O Blog do Tarso, definitivamente, não é uma coluna social que mostra as bobagens que a elite financeira faz em seus momentos de lazer.  Mas como a notícia trata do Governador do Estado do Paraná, Beto Richa (PSDB), e da primeira dama, Fernanda Richa, que ocupa cargo público de Secretária da Família e do Desenvolvimento Social no governo do marido, a notícia é importante.

Fernanda Richa acaba de negar no Facebook que está se separando de Beto Richa, conforme foto acima capturada do Facebook da primeira dama, do meu celular.

Independentemente de como esteja o relacionamento entre os dois, espero que os programas sociais do Paraná não sejam prejudicados.

Na Boca Maldita o assunto já se espalhou e o que se questiona é o seguinte: “Será que uma possível separação seria para evitar o nepotismo?”

Senador Requião desce a borduna em Beto Richa. Veja vídeo.

Dessa vez Requião não chamou Beto Richa de piá-de-prédio

O senador Roberto Requião (PMDB) proferiu nesta sexta-feira seu primeiro discurso do ano no plenário do Senado e acusou Beto Richa de estar implantando uma “política de privatizações” no Paraná. Para Requião a gestão tucana estariam retomando o processo de privatização das empresas públicas do estado, “desidratando a estrutura estatal”. Segundo ele “Governar não é privatizar, terceirizar, repassando a empresas privadas responsabilidades tão específicas do estado como a educação, a saúde e o saneamento básico”. Requião disse que ao mesmo tempo em que Beto Richa reduz o investimento no setor público, o governador paranaense aumentou os gastos com propaganda institucional. Para ele “Choque de gestão é isso: muito mais dinheiro em propaganda para que a opinião pública fique chamando o governador de lindo, maravilhoso”. O peemedebista disse que o tucano nada fez em um ano de gestão, a não ser inaugurar obras deixadas por ele [Requião] e retirar placas de governadores anteriores. O senador também disse que os deputados estaduais são “aduladores” do rei.

Vídeo completo:

Juristas dizem que execução do jingle de campanha de Beto Richa na Assembleia fere a lei

O jingle da campanha de Beto Richa (PSDB) de 2010 foi executado ao fim da sessão solene de abertura do ano legislativo, com trechos como: “Todo mundo está com Beto, eu também estou” e “Quero Beto Ri­­cha meu governador”.

Conforme a Gazeta do Povo de hoje, juristas dizem que é possível que o fato caracterize violação da lei: “Sempre que se usa dinheiro público em proveito próprio é ilegal. Isso pode configurar improbidade administrativa e até mesmo propaganda eleitoral antecipada”, diz o advogado Everson Tobaruela, especializado em Direito Eleitoral. “Isso fere o princípio constitucional de impessoalidade e pode, sim, ser tida como ilegal a reprodução do jingle”, segundo Gustavo Justino de Oliveira, professor de Direito Administrativo da USP.

Beto Richa se equivoca, novamente

Segundo a Gazeta do Povo de hoje, no discurso de ontem do governador Beto Richa (PSDB) na Assembleia Legislativa do Paraná, o tucano se utilizou da estatística de empregos criados apenas no período de 11 meses de 2011, de janeiro a novembro, o que favoreceu a atual administração. Se ele tivesse incluído o mês de dezembro de 2010, último ano da gestão de Roberto Requião (PMDB), o governo anterior teve mais postos de trabalho criados.

Richa afirmou que foram “gerados 157 mil empregos com carteira assinada no ano passado, sendo 100 mil no interior”, o que segundo o equivocado governador seria um “recorde histórico”.

As contas do tucano não levaram em conta a queda significativa na geração de empregos em de­­zembro de 2011, o que tornou o desempenho do estado do Paraná durante a gestão Beto Richa pior do que o do ano anterior, da gestão Requião.

Conforme o Cadastro Geral de Empregados e Desempre­­gados (Caged), divulgado pelo Ministério do Trabalho, o Paraná gerou 123.916 empregos com carteira assinada em 2011, o que foi pior o desempenho em 20% do que as 153.805 vagas de 2010.

A assessoria do governador confirmou o lapso na informação, mas que não houve “má intenção”.

Governador Beto Richa: que tal fazer uma errata da informação equivocada, com a mesma pompa e tapete vermelho na Assembleia Legislativa? Mas por favor, desta vez sem a musiquinha da sua campanha.

Colunista da Gazeta do Povo lembra da atuação ilegal da primeira-dama e critica comando da polícia do governo Beto Richa

Loucademia de polícia

Publicado hoje na Gazeta do Povo

Por Rogerio Waldrigues Galindo

A mansão do crime estourada na semana passada fica a nove quadras de um local simbólico da campanha de Beto Richa (PSDB) para o governo do estado. O Centro de Referência de Assistência Social do Parolin foi palco de um discurso de Fernanda Richa pedindo votos para o marido em maio de 2010. Como a campanha ainda estava proibida, a primeira-dama tomou uma multa da Justiça Eleitoral.

O principal argumento usado por Fernanda para pedir votos, na ocasião, era a melhoria que o marido traria para a segurança pública. “Essa polícia está aqui desde a época em que meu sogro [José Richa] foi governador. É o mesmo número de policiais. Não aumentou um policial, não houve uma capacitação”, dizia a inflamada primeira-dama municipal, que lutava para ser primeira-dama estadual.

“Se Deus quiser, se Deus quiser e as pessoas ali daquela vila tiverem um pouco de bom senso, no ano que vem, além de a gente fazer concurso, chamar muito mais policiais, capacitar, dar condições de dar segurança para a gente, a vila vai poder mudar. Caso contrário, nós vamos ficar nesse sofrimento”, disse Fernanda.

Desde lá, algumas coisas mudaram. Richa foi mesmo eleito governador. Fernanda foi condenada a uma multa de R$ 5 mil e virou secretária de Estado. Houve realmente a contratação de mais policiais. No entanto, os fatos da semana passada mostram que uma melhoria significativa na segurança pública ainda está distante.

Veja o que os fatos sobre a mansão do Parolin indicam:

1 – Que havia uma casa de luxo usada para atividades ilegais. Jogo e prostituição em plena área central de Curitiba.

2 – A polícia havia sido informada em novembro que o crime rolava solto, inclusive com a possibilidade de uso de drogas. Nada fez.

3 – Que um grupo de policiais encapuzados invadiu o local sem autorização da chefia e mostrou ao distinto público que as denúncias tinham razão de ser.

Os chefes da segurança pública dizem que os tiras agiram como milicianos. Num ponto têm ra­­zão. Não dá para deixar as coisas acontecerem assim. Cada policial faz o que tem vontade e invade o que quiser usando um capuz para não ser investigado. Este é o caminho para a barbárie.

Os policiais, porém, dizem que só fizeram isso para mostrar que há “santuários” protegidos por seus superiores. Invadiram para dar um recado: se não fizerem o que o baixo clero da polícia quer, os amigos dos delegados e dos superiores vão sofrer as conse­­­quên­­cias. Na verdade, nem de longe isso melhora a situação dos policiais, que passam a chantagistas – o raciocínio lógico é que, se derem o que eles querem, todos voltarão a ser coniventes.

Mas a coisa fica feia para a cúpula da polícia. Ou realmente alguém fez vista grossa para a casa – e há dezenas do mesmo tipo por aí, o que poderia mostrar que realmente existe acobertamento. Ou perdeu-se completamente o controle sobre os policiais. Um belo jeito de mostrar que tudo ocorrerá como deve seria fechar outros lugares do mesmo gênero, dessa vez com autorização e ordem da chefia. Se tudo continuar como estava, o acobertamento ficará visível.

No fundo, o que a população quer é que a promessa de Fer­­nanda seja cumprida, mesmo tendo sido feita de maneira ilegal. O povo quer confiar na polícia. Mas, do jeito que está, fica bem difícil.

Beto Richa, o inimigo do meio ambiente

Hoje nas notas políticas da Gazeta do Povo

O plástico venceu

O governador Beto Richa (PSDB) vetou o projeto de lei do deputado Caíto Quintana (PMDB) que proibia o uso de sacolas plásticas nos estabelecimentos comerciais do Paraná. Pela proposta, aprovada em dezembro na Assembleia, todos os comerciantes deveriam substituir as sacolas plásticas pelas biodegradáveis. Uma das justificativas para o veto é que as sacolas biodegradáveis, segundo o governador, seriam mais caras que as de plástico. Além disso, a obrigatoriedade iria gerar custos para os comerciantes, que poderiam repassá-los para os consumidores. Por isso, o projeto seria contrário ao interesse público. O veto agora deve ser apreciado pelos deputados – que poderão mantê-lo ou derrubá-lo.

Votou em Beto Richa prefeito? Levou Sabino Picolo!

Prefeito de Curitiba!

Beto Richa (PSDB) foi eleito prefeito para gestão 2008-2012, mas logo depois renunciou para se candidatar ao governo. Com isso assumiu o desconhecido e inexpressivo Luciano Ducci (PSB). O problema é que com a viagem de Ducci para a França e Suíça, quem será nosso prefeito é o presidente em exercício da Câmara de Curitiba, Sabino Picolo (DEM), até o dia 5 de fevereiro. Sim, poderia ser pior, poderia ser nosso prefeito o João Cláudio Derosso (PSDB), presidente licenciado após os escândalos na Câmara Municipal. Antes do escândalo Derosso era o escolhido para ser o vice de Ducci nas eleições de 2012.

Charge: enquanto Beto Richa, Rossoni e demais puxa-sacos aproveitam a internet de graça (com nosso dinheiro) em Caiobá, muitos paranaenses não têm nem saneamento básico

Charge publicada hoje na Gazeta do Povo

Palácio Iguaçu será reinaugurado: para grandes decisões de interesse público ou negociatas privatizantes?

O Palácio Iguaçu, sede do governo do Estado do Paraná no Centro Cívico de Curitiba, foi inaugurado em 1954 pelo governador Bento Munhoz da Rocha, em comemoração ao centenário da emancipação política do Paraná, que ocorreu um ano antes. Em 2009 o governador Roberto Requião (PMDB) autorizou a Secretaria de Obras Públicas a realizar licitação para a obra de reforma do edifício. Amanhã, às 10 horas, um ato solene do governador Beto Richa (PSDB) reabre oficialmente o Palácio Iguaçu. Espero que o Palácio Iguaçu seja utilizado para grandes decisões de interesse público, e não para negociatas privatizantes.

Colunista da Gazeta do Povo diz que testemunha que pode incriminar Beto Richa e Luciano Ducci está sendo ameaçada

Juntos! No polo passivo da ação do escândalo do "Comitê Lealdade"

Hoje na Gazeta do Povo, coluna do Celso Nascimento

A testemunha no esconderijo

Escondido em lugar seguro e amparado pelo sistema de proteção a testemunhas, o ex-servidor municipal Rodrigo Oriente é o arquivo vivo que, se chamado agora a depor no processo que investiga o suposto crime de caixa 2 na campanha municipal de Curitiba de 2008, estaria disposto a fazer revelações e trazer provas capazes de implicar o governador Beto Richa e o prefeito Luciano Ducci.

O processo, que tramita no juizado da 1.ª Zona Eleitoral de Curitiba, encontra-se paralisado há meses porque, além de Oriente, outra testemunha-cha­­ve também não foi ainda ou­­vida. Trata-se do ex-vereador e ex-secretário municipal do Trabalho Manassés de Oli­­veira – aquele que apareceu em vídeo exibido pelo Fan­­tástico distribuindo dinheiro não contabilizado da campanha do PSDB para, supostamente, gratificar militantes do PRTB que se prontificaram a renunciar a suas candidaturas a vereador – uma estratégia que visava a beneficiar a reeleição de Beto Richa e do seu vice, Luciano Ducci, à prefeitura. Ofi­­cial­men­­te, o PRTB estava coligado ao PTB.

Os fatos só vieram a público no ano seguinte, em julho de 2009, quando Rodrigo Oriente, de posse das gravações, denunciou o principal executor do esquema, Alexandre Gardolin­­ski, coordenador do Comitê da Lealdade, e outros participantes do esquema. O Ministério Público Eleitoral abriu inquérito, que concluiu pela prática de caixa 2 na campanha tucana. Se reconhecida pela Justiça, a ilegalidade tem potencial para condenar os dois principais beneficiários do esquema, o governador Beto Richa e o prefeito Luciano Ducci. Uma das penas previstas é a decretação de inelegibilidade.

No ano passado, no dia em que deveria prestar depoimento, Rodrigo Oriente foi abordado na rua por dois motoqueiros não identificados, que o agrediram a coronhadas e o advertiram de que corria risco de morte se comparecesse à audiência. Há um boletim de ocorrência registrado em delegacia de polícia, o que justificou a decisão judicial de inscrever Oriente no programa de proteção a testemunhas.

A direção local do PRTB tem pressa no desfecho do processo. Por isso, ontem, requereu ao juiz eleitoral que Rodrigo Oriente preste o seu depoimento em segredo. E pediu, também, que seja decretada prisão preventiva de Manassés e demais testemunhas não ouvidas para que cumpram a intimação de comparecimento. Até ontem à tarde o requerimento ainda não havia sido despachado.

Alvaro Dias diz que Beto Richa não cumpriu compromisso

Entrevista hoje na Gazeta do Povo:

Por que a relação entre o senhor e o governador Beto Richa ficou tão ruim?

Porque não houve o cumprimento de um compromisso que é essencial para a boa relação. Isso ocorreu na fase de escolha do candidato ao governo [do Paraná, em 2010]. Eu não poderia disputar o governo sem o diretório [do PSDB]. Então houve uma prorrogação daquele diretório. Eu disse que aceitaria desde que o candidato fosse escolhido por pesquisa. Houve uma concordância. Nas duas pesquisas que eu apresentei na época eu tinha boa vantagem. Não se respeitou isso e aí eu me afastei. O que eu não concordo é que o projeto nacional ficou no segundo plano, quando deve estar sempre em primeiro lugar.

Gestões de Beto Richa e Luciano Ducci deixaram déficit de 23 mil vagas em creches em Curitiba

Juntos!

Do Blog da Joice

Faltam 23 mil vagas de creche em Curitiba

O Ministério Público aponta que faltam 23 mil vagas de creche em Curitiba. A Prefeitura rebate dizendo que faltam cerca de 9 mil vagas. O problema é que na prática quem sofre são as mães que trabalham e não têm com quem deixar os filhos.

No final de 2011, a prefeitura anunciou a construção de mais 19 creches e a ampliação de outras cinco unidades. De acordo com a superintendente executiva da Secretaria Municipal de Educação, Daniele Regina dos Santos, a prefeitura já trabalha para diminuir a espera.
Ela explica que as vagas são abertas conforme a necessidade de cada região, e que isso muda de ano para ano.
Outra região de Curitiba que também sofre com a falta de vagas em creches é a do Sítio Cercado que, segundo o Conselho Tutelar da região, tem uma fila de espera de aproximadamente 700 crianças.

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Recordar é viver. O Blog do Tarso recomenda o vídeo com o proteste já do CQC que denunciou a falta de vagas nas creches de Curitiba há 3 anos, quando ainda era prefeito Beto Richa, que abandonou a cidade para ser governador: