12 Anos de Escravidão venceu como melhor filme no Oscar 2014 mas Gravidade ganhou sete estatuetas

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O Oscar 2014, que premiou os melhores filmes de 2013 na visão da indústria estadunidense, acabou agora, e infelizmente foi censurado pela Rede Globo de Televisão, que não o televisionou. Poderia ter disponibilizado a exibição pelo menos na internet.

12 anos de Escravidão ganhou como melhor filme, e ainda melhor roteiro adaptado e melhor atriz coadjuvante (Lupita Nyong’o).

Gravidade foi o grande vencedor da noite em número de estatuetas (sete): melhor diretor (o mexicano Alfonso Cuarón), melhor trilha sonora, melhor montagem, melhor fotografia, edição de som, mixagem de som, Efeitos visuais.

O terceiro maior ganhador da noite foi o filme Clube de Compras Dallas, com melhor maquiagem e cabelo, que também ganhou com Matthew McConaughey como melhor ator e Jared Leto como o ator coadjuvante.

O desenho Frozen da Disney ganhou melhor canção com Let it Go e melhor longa de animação.

O péssimo filme O Grande Gatsby ganhou Direção de Arte e Figurino.

A barbada Cate Blanchett ganhou como melhor atriz por Blue Jasmine.

O prêmio de melhor roteiro original ficou com Ela (Spike Jonze).

O melhor filme estrangeiro foi A Grande Beleza (Itália), do diretor Paolo Sorrentino.

O melhor documentário de longa-metragem foi A Um Passo do Estrelato.

O melhor do documentário de curta-metragem foi The Lady in Number 6.

O melhor documentário curta foi Helium.

O melhor curta de Animação foi Mr. Hublot.

O cineasta documentarista brasileiro Eduardo Coutinho, que fez um filme sobre Lula e os trabalhadores no período da ditadura (Peões), recentemente falecido, foi homenageado no Oscar.

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Venezuela e Ucrânia: algo em comum?

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Na Carta Maior

Venezuela e Ucrânia, portanto, têm sim algo em comum: sua importância do ponto de vista geoestratégico e energético para o mundo ocidental.

Por

“Venezuela e Ucrânia são situações absolutamente díspares”, ressaltou a Presidenta Dilma. Com toda razão. Entretanto, muito além de toda a disparidade que diferencia ambas as situações, algo há em comum: tanto Venezuela quanto Ucrânia consistem em alvos dos interesses geoestratégicos e energéticos da agressiva política externa norte-americana.

A Venezuela é palco de sucessivas tentativas de desestabilização de seu governo democraticamente eleito e socialmente orientado, desde a primeira eleição de Hugo Chávez. Cabe lembrar que, de acordo com a CEPAL, a Venezuela tornou-se após o chavismo o país com melhor distribuição de renda na América Latina. Como mesmo após a morte do líder a oposição saiu derrotada das urnas, o que resta é uma alternativa ilegítima impulsionada pelo governo norte-americano.

As motivações que levam ao intervencionismo são facilmente compreensíveis, já que se trata do país detentor das maiores reservas de petróleo do mundo (ainda que se trate de um petróleo pesado que exija alto custo de refinação), cuja situação geográfica situa-o como vizinho dos Estados Unidos, e que ao contrário de uma década atrás, hoje exporta grande parte de sua produção para a China. E lembre-se que a Venezuela de Chávez foi o único país latino-americano, na virada para o século XXI, a se opor à tentativa dos Estados Unidos de estender as diretrizes do Consenso de Washington por todo o continente, por meio da pretensa Área de Livre Comércio das Américas (ALCA).

A partir de então, a ascensão de vários governos pós-neoliberais na região permitiu mudar o acento para os processos de integração sul-sul, a exemplo do Mercosul e da Unasul, em lugar dos acordos de livre comércio com a potência hegemônica. O resultado foi um progressivo isolamento dos Estados Unidos em sua área de influência estratégica: a América Latina.

Por outro lado, a Ucrânia é um país de extrema relevância do ponto de vista estratégico, e o mais importante para a segurança da Rússia. Embora se pretenda que a situação seja simples, qual seja, uma maioria da população ucraniana ansiando integrar um bloco econômico em crise profunda, como a União Europeia, que mantém índices altíssimos de desemprego, e um presidente que pretende impedi-lo em prol de uma aliança com a Rússia, a crise tem raízes bem mais complexas que conta com a ingerência dos Estados Unidos.

Os objetivos da ingerência estadunidense na Ucrânia devem-se não apenas ao temor da retomada da influência russa no ex-espaço soviético, de que deriva o propósito de integrá-la à estrutura militar da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), como também se devem ao fortalecimento da Europa como interlocutor da Rússia em questões estratégicas (em detrimento da sempre presente intermediação dos Estados Unidos), ao medo de uma reaproximação entre Alemanha e Rússia, mas principalmente ao fator energético. Por óbvio, a Rússia não admitirá facilmente um governo pró-ocidental em um país estrategicamente fundamental para sua segurança. Desde a época da extinta União Soviética, mais de 80% do gás natural russo é transportado para a Europa pela Ucrânia.

Venezuela e Ucrânia, portanto, têm sim algo em comum: sua importância do ponto de vista geoestratégico e energético para o mundo ocidental, e o fato de terem desafiado, de diferentes formas, os rumos previstos pela hegemonia global.

(*) Larissa Ramina, Professora de Direito Internacional da UFPR e da UniBrasil.

Uma frase imensa – Janio de Freitas

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Uma frase imensa

Por Janio de Freitas, na Folha de S. Paulo de domingo

A sem-cerimônia com que Barbosa excede seus poderes só se compara à facilidade com que distribui insultos

“Foi feito para isso sim!”

Palavras simples, para uma frase simples. E, no entanto, talvez a mais importante frase dita no Supremo Tribunal Federal nos 29 anos desde a queda da ditadura.

Um ministro considerara importante demonstrar que determinadas penas, aplicadas pelo STF, foram agravadas desproporcionalmente, em até mais 75% do que as aplicadas a crimes de maior gravidade. Valeu-se de percentuais para dar ideia quantitativa dos agravamentos desproporcionais. Diante da reação temperamental de um colega, o ministro suscitou a hipótese de que o abandono da técnica judicial, para agravar mais as penas, visasse um destes dois objetivos: evitar o reconhecimento de que o crime estava prescrito ou impedir que os réus gozassem do direito ao regime semiaberto de prisão, em vez do regime fechado a que foram condenados.

Hipótese de gritante insensatez. Imaginar a mais alta corte do país a fraudar os princípios básicos de aplicação de justiça, com a concordância da maioria de seus integrantes, é admitir a ruína do sistema de Justiça do país. A função do Supremo na democracia é sustentar esse sistema, viga mestra do Estado de Direito.

O ministro mal concluiu a hipótese, porém, quando alguém bradou no Supremo Tribunal Federal: “Foi feito para isso sim!”. Alguém, não. O próprio presidente do Supremo Tribunal Federal e presidente do Conselho Nacional de Justiça. Ninguém no país, tanto pelos cargos como pela intimidade com o caso discutido, em melhor situação para dar autenticidade ao revelado por sua incontinência agressiva.

Não faz diferença se a manipulação do agravamento de pena se deu em tal ou qual processo, contra tais ou quais réus. O sentido do que “foi feito” não mudaria conforme o processo ou os réus. O que “foi feito” não o foi, com toda a certeza, por motivos materiais. Nem por motivos religiosos. Nem por motivos jurídicos, como evidenciado pela inexistência de justificação, teórica ou prática, pelos autores da manipulação, depois de desnudada pelo presidente do Supremo.

Restam, pois, motivos políticos. E nem isso importa para o sentido essencial do que “foi feito”, que é renegar um valor básico do direito brasileiro –a combinação de prioridade aos direitos do réu e segurança do julgamento– e o de fazê-lo com a violação dos requisitos de equilíbrio e coerência delimitados em leis.

Quaisquer que fossem os seus motivos, o que “foi feito” só foi possível pela presença de um fator recente no Supremo Tribunal Federal: a truculência. “O Estado de S. Paulo” reagiu com forte editorial na sexta-feira, mas a tolerância com a truculência tem sido a regra geral, inclusive na maioria do próprio Supremo. A sem-cerimônia com que o presidente excede os seus poderes e interfere, com brutalidade, nas falas de ministros, só se compara à facilidade com que lhes distribui insultos. E, como sempre, a truculência faz adeptos: a adesão do decano da corte, outrora muito zeloso de tal condição, foi agora exibida outra vez com um discurso, a título de voto, tão raivoso e descontrolado que pareceu, até no vocabulário, imitação de Carlos Lacerda nos seus piores momentos.

Nomes? Não fazem hoje e não farão diferença, quando acharmos que teria sido melhor não nos curvarmos tanto à truculência.

QUADRILHA

O resultado, na quinta-feira, da decisão do Supremo quanto à formação de quadrilha, não foi o noticiado 6 a 5 favorável a oito dos condenados no mensalão. Foi de 7 a 4. O ministro Marco Aurélio Mello adotou a tese de que era questão prescrita e reformou seu voto, que se somou aos dados, pela inocência dos acusados, de Luís Roberto Barroso, Cármen Lúcia, Rosa Weber, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Teori Zavascki. Derrotados com a formação de quadrilha foram Celso de Mello, Gilmar Mendes, Luiz Fux e Joaquim Barbosa.

Congresso Internacional 50 Anos do Golpe

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Veja a entrevista de Requião com Joice Hasselmann

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O senador e ex-governador do Paraná, Roberto Requião (PMDB), em entrevista para a minha amiga jornalista e blogueira Joice Hasselmann, criticou Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos e disse que o governo da presidenta Dilma Rousseff (PT) é bom, elogiou o prefeito de Curitiba Gustavo Fruet (PDT) e disse que Beto Richa (PSDB) não é bom nem para correr de Ferrari, e que quer ser presidente da República, mas se o PMDB quiser ele topa concorrer ao governo estadual.

Brasil tem o 3º maior crescimento econômico do mundo, maior que EUA, Alemanha e Inglaterra

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O ritmo de crescimento do PIB – Produto Interno Bruto do Brasil em 2013 é o terceiro maior do mundo, apenas perdendo para a China e Coreia do Sul.

Lembrando que nos dois países asiáticos não há tantos direitos dos trabalhadores e programas sociais como no Brasil, que nos últimos 11 anos se transformou em uma potência mundial.

China cresceu 7,7 pontos porcentuais, Coreia do Sul 2,8% e nosso querido país 2,3%, acima dos 1,9% de variação dos PIBs de África do Sul, Estados Unidos e Reino Unido e 0,4% da Alemanha.

O total de riquezas produzidas no Brasil foi de R$ 4,84 trilhões, informa o IBGE.

O PIB per capita ficou em R$ 24.065, apresentando uma alta, em volume, de 1,4%, em relação a 2012.

Beto Richa foi para a Disney?

Na Boca Maldita o assunto do momento é o destino de férias (mais uma) do governador do Paraná, Beto Richa (PSDB).

Muitos informam que ele foi para a Disney, nos arredores de Orlando.

Foi aprender a governar com o Pateta?

Ver como elaborar políticas sociais com o Tio Patinhas?

Sobre a Controladoria foi tirar dúvidas com o Bafo de Onça e os irmãos Metralhas?

O discurso foi aprimorar com o Pato Donald?

Brincadeiras (ou não) a parte, é um absurdo que o governador tire novas férias, de mais 10 dias, em um período que talvez seja a maior crise do Estado do Paraná em todos os tempos.

Por favor outubro de 2014, chega logo!

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O que fazer com o transporte coletivo e pedágio?

Não defendo que tudo fique nas mãos da gestão estatal.

A própria Constituição Social, Republicana e Democrática de Direito de 1988 prevê que os serviços públicos privativos do Estado podem ser concedidos para particulares.

Mas entendo que isso não possa acontecer quando a gestão do serviço público é um monopólio privado.

E é isso que ocorre no transporte coletivo dos municípios e na maioria das estradas pedagiadas.

E o mais grave é que governantes que não são neoliberais que encontram vícios nos contratos de concessão não conseguem anular o acordo porque o Poder Judiciário, na maioria das vezes conservador e capturado pelos interesses das grandes empresas, reprime qualquer tentativa de invalidação.

E os governantes, mesmo os não neoliberais, têm medo de encampar o serviço público, com receio de que os mesmo Poder Judiciário fixe indenizações bilionárias para as concessionárias, contra o interesse público.

A solução não é fácil. Mas ninguém disse que governar e administrar e fácil.

Mas quem sabe um dia tenhamos governantes realmente comprometidos com os interesses do povo e um Poder Judiciário que realmente aplique nossa Constituição Social.

Tarso Cabral Violin – advogado, professor de Direito Administrativo, mestre em Direito do Estado e doutorando em Políticas Públicas na UFPR, é autor do Blog do Tarso

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Desembargadores do TJ e Conselheiros do TC em jantar secreto com Beto Richa

Neste momento, desembargadores do Tribunal de Justiça do Paraná e todos os Conselheiros do Tribunal de Contas estão sendo aguardados no Jockey Club para um jantar requintadíssimo, regado a carnes nobres importadas e vinhos caríssimos. Todos convidados do Governador Beto Richa (PSDB), em segredo, sem imprensa.

Será que vão conversar sobre Direito, contas públicas, política, futebol ou religião?

Datafolha: candidatos têm alta rejeição. Lula com rejeição de apenas 17%

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Segundo o Datafolha é alta a rejeição aos pré-candidatos à presidência Dilma Rousseff (PT), Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB) de 30%, assim como o impróvável candidato Joaquim Barbosa (STF): 27%.

Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 17%, tem a menor rejeição, mas não será candidato. Ele apoiará Dilma e será importante cabo eleitoral para candidatos de centro-esquerda por todo o país.

Lula é considerado o melhor presidente do Brasil de todos os tempos.

No Paraná apoiará para o governo Gleisi Hoffmann (PT) e Roberto Requião (PMDB).

Datafolha: Dilma vence fácil no 1º turno com 47%. Aécio, Marina e Campos caem

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O Instituto Datafolha divulgou hoje pesquisa que indica que a presidenta Dilma Rousseff (PT) vai vencer a eleição presidencial já no primeiro turno, com 47% dos votos.

O senador Aécio Neves (PSDB) teria apenas 17% e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), míseros 12%. Branco ou nulos 18% e 6% não sabem.

A pesquisa entrevistou 2.614 pessoas em 161 municípios entre os dias 19 e 20, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

De outubro para cá Dilma subiu de 42% para 47%.

Aécio caiu de 19% para 17%, Campos de 15% para 12%.

Dilma venceria no primeiro turno também Marina Silva (ex-PT, ex-PV, ex-Rede, atual PSB), por 43% a 23% (tinha 26%).

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceria ainda com mais facilidade: 54%, 15% para Aécio e 9% Campos. Vence fácil Marina por 51% a 19% de Marina e Aécio com 14%.

Datafolha desmente Ibope: popularidade de Dilma não caiu

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O Instituto de Pesquisas Datafolha, da Folha de S. Paulo, desmentiu hoje o Instituto Ibope.

O Datafolha aponta que a aprovação ao governo da presidenta Dilma Rousseff (PT) ficou estável.

A taxa de aprovação do governo Dilma é de 41%, taxa IGUAL ao do levantamento de dezembro de 2013.

A pesquisa entrevistou 2.614 pessoas em 161 municípios nos dias 19 e 20, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

De junho/2013 para hoje o governo Dilma subiu de 30% de “ótimo” ou “bom” para 36% (agosto), 38% (outubro) e 41% em novembro.

O Datafolha, que é mais confiável, desmentiu o nada confiável Ibope, que divulgou ontem no jornal O Estado de S. Paulo, com ampla divulgação hoje em todos os telejornais da Rede Globo de Televisão, que a taxa de aprovação ao governo Dilma teve queda de 43% para 39% entre o início de dezembro e a metade de fevereiro.O levantamento do nada confiável Ibope, que apontou derrota do atual prefeito de Curitiba Gustavo Fruet (PDT) ainda no primeiro turno, foi feito em 141 municípios, com 2.002 eleitores e margem de erro é de dois pontos porcentuais.

Gleisi começa caminhada para ser a primeira governadora do Paraná

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A ex-ministra da Casa Civil e senadora Gleisi Hoffmann (PT) começou hoje sua caminhada para ser a primeira governadora do Paraná. No restaurante Madalosso lotado recebeu apoio do prefeito de Curitiba Gustavo Fruet (PDT), dos deputados federais e estaduais do Partido dos Trabalhadores e de toda a militância do partido.

Gleisi chamou o governador Beto Richa (PSDB) de incompetente, irresponsável, mentiroso e que não gosta de trabalhar. E disse que nenhum governo federal fez tanto pelo Brasil como nos últimos 11 anos com Lula e presidenta Dilma Rousseff.

Gleisi vai esperar apoio do PMDB do Paraná, ou que o partido tenha uma candidatura forte para que o PT ou PMDB vençam a eleição contra o governo neoliberal de Beto, considerado o pior governador do Paraná de todos os tempos.

Por favor outubro de 2014, chega logo!

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Debate entre Gleisi, Requião e Beto Richa no dia 14 de agosto

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A Band anunciou as datas para os debates entre os candidatos a governador e a presidente das eleições de outubro de 2014. Nos estados os debates ocorrerão no dia 14 de agosto no primeiro turno e no dia 9 de outubro no segundo turno.

No Paraná o debate ocorrerá entre o governador Beto Richa (PSDB), se ele aceitar o desafio, entre a senadora Gleisi Hoffmann (PT), o senador Roberto Requião (PMDB), Rosane Ferreira (PV), Bernardo Pilotto (PSOL) e Rodrigo Tomazini (PSTU).

Requião não será candidato apenas se o PMDB não deixar. Caso vete sua candidatura, o PMDB pode ir de Gleisi, com Orlando Pessuti no senado ou vice, ou de Beto, com Osmar Serraglio de vice.

O encontro entre os candidatos a presidente Dilma Rousseff (PT), Aécio Neves (PSDB), Eduardo Campos (PSB) e Randolfe Rodrigues (PSOL) será no dia 7 ou 19 de agosto, e segundo turno em 14 de outubro.

Um fantasma na vida de William Bonner, que a Globo está tantando censurar

UOL denuncia: Beto Richa retira dinheiro da educação e joga na Copa

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Do Blog do Rodrigo Mattos

Julho de 2013: o governo do Paraná faz grande corte de orçamento, o que afeta saúde e educação, incluindo a construção de escolas. Fevereiro de 2014: o governo toma uma empréstimo do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para repassa-lo à construção da Arena da Baixada para a Copa-2014.

Quase excluído do Mundial, o Estado vive grave crise financeira: a redução de despesas em 2013 foi necessária para pagar o 13o salário de funcionários. Antes disso, até telefones da polícia foram cortados por falta de pagamento. Seu endividamento com o governo federal atinge R$ 13,2 bilhões. E só depois de decisão judicial foi possível volta a pegar empréstimos, o que era negado pelo Tesouro Nacional.

Foi com essa capacidade de endividamento renovada que o Paraná pôde pedir R$ 250 milhões para o BNDES, na quarta-feira passada. Desse total, R$ 65 milhões serão usados para solucionar a falta de recursos do Atlético-PR para acabar as obras da Arena da Baixada. O dinheiro do banco público entra depois, enquanto isso, a Fomento Paraná, banco do Estado, banca a obra.

O empréstimo do BNDES sai de uma linha para os Estados que prevê recursos para investimentos em projetos prioritários para a região. Caberá ao banco público analisar se  a Arena da Baixada se encaixa neste quesito.

Informações do BNDES indicam que o dinheiro pode sair mais caro do que a linha de crédito do Pro-Copas, que tinha juros de TJLP mais 1%. Mas o Atlético-PR alega que não há diferença em relação às condições do primeiro empréstimo. Certo é que vai demorar a sair porque a análise do banco público não será rápida.

“Serão exatamente as mesmas condições”, afirmou o presidente do Atlético.PR, Mário Celso Petraglia. “Não há doação de dinheiro. São empréstimos liberados mediante garantias reais apresentadas pelo clube. São operações de crédito como as feitas normalmente para a realização de outros empreendimentos que pedem apoio do Estado”, defendeu o governador do Estado, Beto Richa.

O governador acrescentou que tudo que foi feito para manter Curitiba na Copa por ser importante para a economia do Estado.

No corte de julho de 2013, o Estado do Paraná bloqueou um total de R$ 78 milhões para construção de 130 escolas, segundo a “Gazeta do Povo”. Mais do que o valor do empréstimo destinado à Arena.

4º Encontro Nacional de Blogueir@s e Ativistas Digitais. Eu vou!

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Do blogprog.com.br

Nos dias 16, 17 e 18 de maio em São Paulo, são aguardados 500 ativistas digitais de todo o país. A organização do encontro disponibilizará hospedagem para os 200 primeiros inscritos de fora da capital paulista e alimentação para os 500 participantes.

Na sexta-feira, 16 de maio, o Encontro Nacional promoverá um Seminário Internacional que se propõe a dar continuidade aos debates do 1º Encontro Mundial de Blogueiros realizado em outubro de 2011 em Foz do Iguaçu (PR). Sete conferencistas internacionais participarão dos debates sobre mídia, poder e América Latina, seguido de um debate sobre a luta pela democratização da mídia no Brasil.

No sábado, 17 de maio, a proposta é retomar a experiência do primeiro encontro nacional realizado em 2010 por meio das desconferêncas. As atividades iniciam com um debate sobre a juventude e a força das novas mídias e será seguido das desconferências, em que serão formados grupos de debates. Nesses grupos, o debate será iniciado por ativistas convidados e todos os participantes terão vez e voz para relatar suas experiências e participar dos debates. Após as desconferências, os grupos voltam a se reunir para um debate sobre a mídia e as eleições de 2014, seguido de uma festa de confraternização.

No domingo, 18 de maio, os debates serão sobre a Carta de São Paulo e ações do movimento de blogueir@s e ativistas digitais.

As inscrições já estão abertas na página blogprog.com.br/inscricoes. As taxas de inscrição são R$ 50 (cinquenta reais) para os participantes em geral e R$ 20 (vinte reais) para estudantes, sendo necessário o envio do comprovante de matrícula na instituição indicada para o email inscricoes@blogprog.com.br.

Data: 16, 17 e 18 de maio de 2014
Local: São Paulo/SP

Inscrição: blogprog.com.br/inscricoes
Taxa de inscrição: 50 reais para o público em geral e 20 reais para estudantes

Programação

16 de maio, sexta-feira

09 horas — Abertura

10 horas — Debate: Mídia, poder e contrapoder

  • Ignácio Ramonet – fundador do jornal Le Monde Diplomatique (França); *
  • Pascual Serrano – criador do sítio Rebelion (Espanha); *
  • Andrés Conteris – Integrante do movimento Democracy Now (Estados Unidos); *
  • Dênis de Moraes – professor da Universidade Federal Fluminense. *

14 horas — A mídia na América Latina

  • Osvaldo Leon – integrante da Agência Latina Americana de Informação (Alai-Equador) *
  • Damian Loreti – professor (Argentina);
  • Iroel Sánchez – blogueiro cubano; *
  • Emir Sader – sociólogo e cientista político.

17 horas — A luta pela democratização da mídia no Brasil

  • Luiza Erundina – coordenadora da Frente Parlamentar pela Liberdade de Expressão (Frentecom);
  • Rosane Bertoti – coordenadora do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC);
  • Laurindo Lalo Leal Filho – professor da USP e ex-ouvidor da Empresa Brasil de Comunicação (EBC);
  • Luciana Santos – vice-presidente nacional do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) e deputada federal por Pernambuco.

17 de maio, sábado

9 horas — A juventude e a força das novas mídias

  • Pablo Capilé – Fora do Eixo;
  • Renato Rovai – revista Fórum;
  • Luciano Martins Costa – Observatório da Imprensa;
  • Jeferson Monteiro – Dilma Bolada;
  • PC Siqueira – MTV

14 horas — Troca de experiências sobre a blogosfera e o ciberativismo;

18 horas — A mídia e as eleições de 2014

  • Lula

19 horas — Festa de confraternização.

18 de maio, domingo

10 horas — Plano de ação do movimento nacional de blogueir@s;

  • Definição do local do V Encontro Nacional, em 2016;
  • Aprovação da Carta de São Paulo;
  • Eleição da nova comissão nacional organizadora.

Convidados para iniciar os debates das desconferências:

Marco Weissheimer (RS);
Eliana Tavares (SC);
Esmael Morais (PR);
Tarso Cabral Violin (PR);
Leonardo Sakamoto (SP);
Cynara Menezes (DF);
Miguel do Rosário (RJ);
Fernando Brito (RJ);
Fábio Malini (ES);
Lola Aronovich (CE);
Daniel Pearl (CE);
Altino Machado (AC);
Diógenes “Jimmy” Brandão (PA);
Altino Machado (AC);
Marcos Vinicius (GO);
Jean Wyllys (RJ);
Túlio Viana (MG);
Lucio Flávio Pinto (PA);
Claudio Nunes (SE);
Nelson Triunfo;
Oldack Miranda – Bahia de Fato;
Douglas Belchior – movimento negro, CartaCapital;
Edmilson Costa – PCB;
Valério Arcary – PSTU;
Carta Potiguar (RN).

Hoje Doutor Sócrates faria 60 anos

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O ex-jogador Sócrates, ou Doutor Sócrates, do Corinthians, se ainda estivesse vivo completaria hoje 60 anos. É o meu maior ídolo no futebol, por sua categoria, liderança e posições políticas. Foi o líder da Democracia Corinthiana durante a ditadura militar-empresarial.

Parabéns magrão!

Veja alguns dos postos sobre Sócrates:

Um ano sem o Doutor Sócrates do Corinthians

Doutor Sócrates (1954 – 2011)

Minha homenagem ao Corinthians – Força Doutor Sócrates

Ode ao magrão – Idelber Avelar

Socrates, craque da bola e da democracia – Celso Unzelte

Uma tarde em Florença – Luis Fernando Verissimo

Entrevista de Juca Kfouri com o Dr. Sócrates

Último texto do Doutor Sócrates na revista Carta Capital

Mais charges do Doutor Sócrates

Mais charges sobre o Sócrates e o Corinthians

Sócrates no De Frente com Gabi (Marília Gabriela), de 26/10/2011, reprisado hoje

Sindicatos que não são pelegos são contrários às fundações estatais de direito privado

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A busca da solução mágica

Por Elaine Rodella

Hoje na Gazeta do Povo

Quando um cidadão comum foge de sua responsabilidade, há um aparato institucional organizado para fazer com que ele cumpra com seu dever. O sistema fiscal é um exemplo. O Conselho Tutelar, outro. Mas, quando administradores públicos não cumprem com seu dever, o que acontece? Em poucos casos, existe a cobrança; raramente há penalização concreta. Para nós, substituir o Estado na elaboração e execução de políticas públicas é algo similar ao cidadão que não cumpre o seu dever. Deveria haver penalidades para as autoridades que se eximem de cumprir seu rol de atribuições legais e compromissos assumidos publicamente.

É estarrecedor que o governador defenda a dissolução da Secretaria de Estado da Saúde. Esse mandato esteve por 37 meses à frente do órgão e só no fim da gestão, depois de tanta propaganda e tantas festas de lançamento de programas, metas e indicadores alcançados, quer entregar o jogo a uma nova estrutura, a Funeas.

O secretário da Saúde, Michele Caputo, fez muito estardalhaço ao lançar o HospSUS, vendendo a qualificação da assistência hospitalar; o ComSUS, prometendo o aumento da oferta de serviço na média complexidade; o VigiaSUS, criando a ideia do fortalecimento das ações de vigilância e promoção à saúde; e tantos outros programas. O que não contam é que a fundação que querem lançar não passa do EntregaSUS. A Funeas representa mais um lance de risco do que a certeza de um futuro melhor para a sociedade que tem direito ao SUS e para quem nele trabalha. A medida esconde o principal objetivo: o de cortar mais gastos na saúde, por meio do enxugamento das ações e dos salários dos futuros trabalhadores da fundação.

Beto Richa diz que, com a Fundação, o estado fica mais forte no controle das ações. Será que os cargos de confiança do governador omitem os sérios problemas de cumprimento estabelecidos como metas nos convênios hoje existentes? Um caso dos mais emblemáticos é o do Centro Hospitalar de Reabilitação, em Curitiba, um hospital com marcante ociosidade, com alas inteiras que nunca foram abertas à população.

Essa proposta nada mais é do que entregar a saúde pública para as mãos de um terceiro, que passará a executar as ações em saúde como está posto no artigo 2 do Projeto de Lei 726 – artigo esse que, pela amplitude do que poderá ser assumido pela Funeas, vem sendo questionado por muitos especialistas em Direito Administrativo. Há também questionamentos jurídicos sobre o teor do projeto que vão servir de base para ações na Justiça. Os artigos 3 e 27 são exemplos de itens facilmente contestáveis.

E a saúde, como vai? Muito doente. A causa da doença não reside exclusivamente nessa questão. A doença é profunda e tem múltiplos fatores que não foram enfrentados pelo governo. Em três anos, o Executivo não aplicou os recursos previstos na Constituição. Falta um plano de carreira específico para os trabalhadores do setor e sobram chefias indicadas pelo método mais cruel, antigo e antiprofissional.

Esses fatores não serão extintos à medida que a Funeas venha a funcionar. Essa nova morfologia já tem se mostrado ineficiente, local de desvio de finalidade e de recursos públicos. Existe um fetiche, largamente difundido pelos governos, segundo o qual o que é gerenciado com a lógica privada adquire qualidade, como num passe de mágica. Ora, exemplos de que essa ideia mágica não corresponde à realidade estão expostos na mídia. Toda e qualquer forma de livrar o Estado da execução direta das políticas sociais constitui-se no enfraquecimento da Constituição Federal e um ataque aos direitos da classe trabalhadora.

Elaine Rodella, psicóloga, é dirigente do Sindicato dos Trabalhadores e Servidores em Serviços Públicos do Saúde Pública e Previdência do Estado do Paraná (SindSaúde).

Pesquisa CNT: Dilma sobe e vence já no 1º turno

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Hoje (18) foi divulgada pesquisa Confederação Nacional do Transporte – CNT/Instituto MDA que mostra que a presidenta Dilma Rousseff (PT) seria eleita no primeiro turno com 43,7% dos votos, com Aécio Neves (PSDB) apenas com 17%, Eduardo Campos (PSB) com ínfimos 9,9% e o Levy Fidélix com 0,4%. Brancos e nulos são 20,4%, e não souberam ou não responderam são 9% dos eleitores.

A pesquisa boicotou a esquerda e não incluiu o nome do senador Randolfe Rodrigues como candidato pelo PSOL.

Mesmo com a improvável candidatura de Marina Silva (PSB, ex-PT, ex-PV, ex-Rede), Dilma teria 40,7% e também ganharia no 1º turno, com Marina Silva na faixa dos 20,6%, Aécio 15,1% e Levy 0,4% (brancos e nulos 14,9%, não souberam ou não responderam 8,3%).

Em novembro de 2013 Dilma tinha 43,5%, Aécio 19,3%, e Campos 9,5%.

Provavelmente nem haverá segundo turno. Mas caso isso ocorra, tanto Aécio quanto Marina perdem de lavada de Dilma: Dilma 46,6% X Aécio 23,4%, Dilma 44,6% X Marina 26,6%, Dilma 48,6% X Campos 18%.

Na espontânea, quando o eleitor apenas responde em quem vai votar sem que seja apresentado um candidato, Dilma tem 21,3%, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) 5,6%, Aécio 5,6%, Marina Silva 3,5%, Campos 1,6%, o ex-governador José Serra (PSDB) 0,5% e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), 0,4%.

Foram entrevistadas 2.000 pessoas, em 137 municípios de 24 unidades federativas, das cinco regiões, entre os dias 9 e 14 de fevereiro de 2014, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais. A pesquisa foi registrada no TSE – Tribunal Superior Eleitoral sob o número 12/2014.