Instituto de pesquisa desconhecido aponta Aécio 49% e Dilma 41% no 2º turno

A desconhecida pesquisa parece tão verdadeira quanto essa Dilma da foto

A desconhecida pesquisa parece tão verdadeira quanto essa Dilma da foto

O Instituto Paraná Pesquisas, desconhecido em todo o Brasil, junto com a conservadora revista Época, das organizações Globo, aponta no segundo turno Aécio Neves (PSDB) com 49% e 41% para Dilma Rousseff (PT).

Disse que ouviu 2.080 eleitores em 152 municípios brasileiros entre os dias 6 e 8 de outubro, com margem de erro de dois pontos porcentuais, nível de confiança de 95%, registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01065/2014.

O mais estranho é que o dono desse instituto sempre disse que nunca faria pesquisas eleitoral durante as eleições. Além de ser um instituto do Paraná, estado com domínio tucano.

Muito estranho!

PSOL de Luciana Genro pede: NÃO VOTEM EM AÉCIO NEVES!

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Seguir lutando para mudar o Brasil

Dilma não nos representa. Nenhum voto em Aécio

O PSOL cresceu nas eleições de 2014. Dobramos nossa votação em relação a 2010, num cenário ainda mais difícil. Agradecemos a cada um dos 1.612.186 eleitores que destinaram seu voto ao fortalecimento das bandeiras que defendemos durante a campanha eleitoral. Conseguimos dobrar a representação parlamentar do PSOL, que alcançou cinco deputados federais e doze deputados estaduais. Essas bancadas farão a diferença nos seus estados e no Congresso Nacional na luta por mais direitos. Nosso projeto sai fortalecido das urnas, conquistando o quarto lugar em uma eleição marcada pela desigualdade da cobertura da imprensa, dos erros das pesquisas, do impacto do poder econômico e do desequilíbrio no tempo de televisão. Nada disso teria sido possível sem a militância do PSOL, que fez a diferença e conquistou, com muita dedicação, esse expressivo resultado.

Cumprimos o nosso papel, apresentando a melhor candidata e a melhor proposta para o Brasil. Luciana Genro constituiu-se como a principal referência da esquerda coerente e este é um enorme patrimônio de todo o PSOL. O programa que defendemos é o programa necessário para que se avance em direção a um Brasil justo e igualitário, livre da exploração e de todos os tipos de opressão. Esta foi nossa principal missão política nestas eleições, e avaliamos que a cumprimos bem.

Um segundo turno, quando não nos sentimos representados nele, é muitas vezes mais do veto que do voto. Entendemos que Aécio Neves, o seu PSDB e aliados são os representantes mais diretos dos interesses da classe dominante e do imperialismo na América Latina. O jeito tucano de governar, baseado na defesa das elites econômicas e nas privatizações, com a corrupção daí decorrente, significa um verdadeiro retrocesso. A criminalização das mobilizações populares e dos pobres empreendida pelos governos tucanos, em especial o de Alckmin, nos coloca em oposição frontal ao projeto do PSDB e aliados de direita. Assim, recomendamos que os eleitores do PSOL não votem em Aécio Neves no segundo turno das eleições presidenciais. Não é cabível qualquer apoio de nossos filiados à sua candidatura.

A provável capitulação de Marina Silva à candidatura tucana demonstra a sua incapacidade de representar legitimamente o desejo de mudanças expresso nas ruas e comprova que a “nova política” não pode ser um atributo daqueles que aderem tão rapidamente ao retrocesso.

É preciso também afirmar que, diante do que foi o seu governo e sua campanha eleitoral, Dilma está distante do desejo de mudanças que tomou as ruas no ano passado. Seu governo atuou contra as bandeiras mais destacadas de nossa campanha, como a taxação das grandes fortunas, a revolução tributária que taxe os mais os ricos e menos os trabalhadores, a auditoria da dívida pública, contra a terceirização e a precarização das relações de trabalho, fim do fator previdenciário, a criminalização da homofobia e a defesa do casamento civil igualitário, uma nova política de segurança pública que acabe com a “guerra às drogas” e defenda os direitos humanos, a democratização radical dos meios de comunicação, o controle público sobre nossas riquezas naturais, os direitos das mulheres, a reforma urbana, a reforma agrária e a urgentíssima reforma política, que tire a degeneração do poder do dinheiro nas eleições, reiterado neste pleito, mais uma vez. Por tudo isso, se Dilma vencer o segundo turno, o PSOL seguirá como oposição de esquerda e lutando pelas bandeiras que sempre defendemos, inclusive durante a campanha eleitoral.

A partir destas considerações, o PSOL orienta seus militantes a tomarem livremente sua decisão dentro dos marcos desta Resolução, conscientes do significado sobre o voto no segundo turno, dia 26 de outubro, e agradece mais uma vez a todos o(a)s seus/suas eleitore(a)s e apoiadore(a)s pela confiança recebida nestas eleições.

PARTIDO SOCIALISMO E LIBERDADE – PSOL

São Paulo, 8 de outubro de 2014.

Nos 47 anos da morte do comandante Che Guevara!

Dilma virá ao Paraná no segundo turno

Hotel Del Rey em Curitiba lotado para a organização da campanha de 2º turno de Dilma 13

Hotel Del Rey em Curitiba lotado para a organização da campanha de 2º turno de Dilma 13

A presidenta Dilma Rousseff deverá vir a Curitiba durante o segundo turno das eleições presidenciais, com uma caminhada pelo Calçadão da Rua XV.

Na manhã desta quarta-feita (8), em Curitiba, ocorreu uma reunião suprapartidária realizada pelo Diretório Estadual do PT para organização da campanha da presidenta Dilma no estado. Estiveram presentes dirigentes estaduais do PMDB, PDT, PCdoB, PRB e PTN, além de deputados, prefeitos, vices, vereadores, ex-candidatos da coligação Paraná Olhando Pra Frente e lideranças sindicais.

Durante o encontro, foram definidas as coordenações estadual, regionais e setoriais e ações imediatas de organização, em todas as regiões do Paraná, de eventos e atividades pró-Dilma.

Além da senadora Gleisi Hoffmann (PT), a coordenação estadual da campanha pela reeleição de Dilma no Paraná será formada pelo senador Roberto Requião (PMDB), Enio Verri e Dr. Rosinha (PT), Haroldo Ferreira e Antônio Hanauer (PDT), Ricardo Gomyde (PCdoB), Pastor Edson Praczyk (PRB) e Elizeu Chociai (PTN).

Gleisi enfatizou que está em jogo no segundo turno o projeto de melhoria da vida do povo brasileiro. “Vamos manter as estruturas de campanha do primeiro turno, fazer uma ofensiva de comunicação, junto com prefeitos, deputados e lideranças de todos os partidos que apoiam a presidenta Dilma. Temos que mostrar para a população quanto este país avançou. Não vamos deixar nada sem resposta. Não vamos ficar acuados. Vamos mobilizar a militância e ir às ruas.”