Será que hoje há mais corrupção, ou atualmente a democracia mais sólida, a necessidade de transparência e o maior controle social e dos próprios órgãos de controle a corrupção é mais aparente? Veja o vídeo divulgado pelo jornalista José Wille.
Será que hoje há mais corrupção, ou atualmente a democracia mais sólida, a necessidade de transparência e o maior controle social e dos próprios órgãos de controle a corrupção é mais aparente? Veja o vídeo divulgado pelo jornalista José Wille.
O presidente da Bolívia, Evo Morales, terminou de nacionalizar o setor elétrico boliviano. Ele já havia expropriado quatro geradoras de energia elétrica em 2010, e agora nacionalizou a Red Eléctrica Internacional – REI na Transportadora de Electricidad – TDE, responsável por 74% das linhas de transmissão de energia no país. A REI é subsidiária da espanhola Red Eléctrica de España – REE, segunda empresa espanhola atingida por nacionalizações na América do Sul nas últimas duas semanas (a Argentina nacionalizou a petrolífera espanhola YPF). A justificativa para a nacionalização é a falta de investimentos da empresa espanhola, pois a TDE recebeu desde 1997 (quando foi privatizada) apenas US$ 81 milhões de investimento. As ações da REI na transportadora passarão para a boliviana Empresa Nacional de Electricidad – Ende, que negociará as indenizações.
Por Pierre Larrouturou, membro do coletivo Roosevelt 2012, no Le Monde
Artigo publicado no jornal francês Le Monde, que trata da “crise mundial”, diz que ela pode ser pior do que a de 1930, citando a crise da União Europeia, a dívida dos Estados Unidos que chegou a 358% do PIB e a bolha imobiliária chinesa, quase três vezes maior do que era a dos EUA antes da sua crise e que está começando a explodir.
O texto opina no sentido de que a austeridade não é a única solução, pois “a história mostra que é possível extrair a ‘espiral da morte'”, citando a política de justiça social do ex-presidente estadunidense Franklin Delano Roosevelt, em 1933, com aumento de impostos, inclusive impostos sobre o lucro, o que diminuiu o desemprego industrial 45% em três anos. O fim dessa política se deu com Ronald Reagan em 1981 (nota do Blog do Tarso: que fez a dobradinha do mal com Margaret Thatcher pelo fim do Estado do Bem-Estar Social e implementação do neoliberalismo).
O autor continua:
“Sem ofensa para os neoliberais, não estamos diante de uma crise do Estado social, mas estamos diante de uma crise do capitalismo, cuja extrema gravidade torna insuficientes as respostas tradicionais do Estado-Providência. A justiça social não é um luxo que deve ser abandonada por causa da crise, reconstruir a justiça social é a única maneira de sair da crise!”
O jornal ainda aponta duas estratégias possíveis para o próximo presidente da França: (a) acreditar que a crise está quase no fim e fazer apenas uma boa gestão pública financeira nos poucos meses difíceis que nos separam da recuperação; ou (b) ou pelo contrário, que há um tempo limitado antes de um possível colapso do sistema econômico, e deve ser organizada uma nova Bretton Woods, para pôr fim aos privilégios incríveis dos bancos privados, fim dos paraísos fiscais e atuar com força contra o desemprego e a insegurança no trabalho.
Foi criado o “coletivo Roosevelt 2012” com o objetivo simples: um velório! Se você compartilha esse desejo, junte-se ao ao grupo, assinando o manifesto www.roosevelt2012.fr.
O texto apenas esqueceu de dizer que o modelo proposto já é uma realidade na América Latina, onde por enquanto da crise europeia e norte-americana chegou apenas uma “marolinha”, como disse o ex-presidente Lula.
O ex-governador e atual senador por Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), ficou muito irritado com um repórter na saída de evento dos tucanos com sindicalistas, em São Paulo, depois de ser questionado se iria pedir apuração sobre a indicação que fez de uma prima do contraventor Carlos Cachoeira, a um cargo no governo mineiro, a pedido do senador Demóstenes Torres.
Veja o vídeo de um minuto, clique aqui. O “piti” do Aécio está na parte final do vídeo.
O jornal Brasil 247 informa que o Deputado Federal Fernando Franchischini, delegado federal licenciado, que é membro da CPI do Cachoeira, mantinha íntimo relacionamento com os espiões da quadrilha de Carlos Cachoeira. Veja no Jornal Brasil 247.