Atenção concurseiros: Luciano “Zezé” di Camargo está novamente no hospital!

Isso mesmo, a partir de hoje o Blog do Tarso passará a informar as notícias mais sem importância do Brasil e do Mundo. Depois que o concurso público do Município de Cambé, no Paraná, cobrou na prova de conhecimentos gerais temas sobre novelas, Zorra Total e sertanejo universitário, e como o blog tem uma audiência grande de concurseiros, passarei a “noticiar as notícias” mais importantes das menos importantes:

O cantor Luciano, da dupla Zezé di Camargo & Luciano, após se separar em Curitiba e ser hospitalizado, agora está em observação no pronto-socorro do Hospital do Coração (HC) de Londrina. A dupla tem um show marcado para esta noite na ExpoLondrina 2012. De acordo com a assessoria do HC, o caso não é grave.

Aguardem, mais tarde notícias sobre o BBB13, Revista Veja, Revista Contigo, Michel Teló, Manhattan Connection, Revista Caras e telenovelas da Rede Globo!

Prof.ª Dr.ª Eneida Desiree Salgado amanhã na Universidade Positivo

No I Simpósio de Direito Constitucional, a Prof.ª Dr.ª Eneida Desiree Salgado falará amanhã na Universidade Positivo, sobre o Estatuto do Congressista. Será às 10h no auditório do Bloco Bege.

Ministro Peluso quer uma súmula anti-nepotismo mais maleável

O Ministro do STF Cezar Peluso, durante sessão do CNJ – Conselho Nacional de Justiça,  afirmou que a regra que proíbe o nepotismo está sendo interpretada de forma muito ampla e propôs sua modificação para que só atinja casos em que exista a relação hierárquica entre os parentes que ocupam cargos de comissão em um mesmo órgão.

Peluso afirmou que já fez uma proposta aos colegas do STF para mudar a súmula vinculante 13 do Supremo Tribunal Federal, cujo texto, para ele, é muito amplo e gera “situações insustentáveis”. A Súmula Vinculante 13 é a seguinte:

“A nomeação de cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro grau, inclusive, da autoridade nomeante ou de servidor da mesma pessoa jurídica, investido em cargo de direção, chefia ou assessoramento, para o exercício de cargo em comissão ou de confiança, ou, ainda, de função gratificada na administração pública direta e indireta, em qualquer dos poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, compreendido o ajuste mediante designações recíprocas, viola a Constituição Federal”.

A súmula proíbe a contratação de parentes, até o terceiro grau, em uma mesma pessoa jurídica. Ele afirmou que, se tomado ao pé da letra, alguém que ocupa um cargo comissionado no Incra do Rio Grande do Sul não poderia, por exemplo, ter um parente contratado no INSS de Rondônia.

O conselheiro do CNJ, Jorge Hélio, discordou, afirmando que a regra do nepotismo deve ser, sim, uma interpretação ampla para evitar o que chamou de “sistema de compadrio federal”: “Só pode haver uma pessoa da mesma família ocupando cargo de comissão, independentemente do nível hierárquico”, e também falou que o CNJ não poderia modificar seu entendimento com base em uma discussão do STF que ainda não aconteceu.

Quando assumiu a presidência, Cezar Peluso nomeou um casal para ocupar cargos comissionados no Supremo e, na época, o ministro chegou a divulgar uma nota, dizendo que a súmula deveria ser modificada, por permitir excessos.

Pela liberdade da mãe interromper a gravidez de feto anencéfalo. Hoje decisão do STF sobre o tema

Pergunta do dia: secretário que não cumpre metas será demitido. Governador que não cumpre promessas pedirá demissão?

FHC denuncia: Beto Richa presta um mau serviço ao PSDB e pensa apenas em seu projeto pessoal

Segundo o colunista da Gazeta do Povo, Celso Nascimento, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, fundador e presidente de honra do PSDB, imagina que o governador do Paraná,  Beto Richa, ao “abandonar” o PSDB, que não terá candidatos a prefeito nas principais cidades do Paraná, pode até ter êxito em seu projeto pessoal de reeleição em 2014, mas fatalmente prejudicará o PSDB em seu projeto nacional para 2014. Para FHC, Carlos Alberto Richa estaria prestando um mau serviço à causa nacional. FHC confessou essa posição em conversa com um pequeno grupo pluripartidário que o visitou em São Paulo na semana passada e do qual fazia parte um conhecido parlamentar paranaense não tucano.

Charge do Angeli: Reunião do DEM

Hoje na Folha de S. Paulo

Revista Ideias de Fábio Campana. Fraca, tendenciosa, nepotista e com muito dinheiro público!

Minha amiga Joice Hassalmann que me perdoe. Comprei a Revista Ideias do “jornalista” e blogueiro “PIG” Fábio Campana, para ver a entrevista com ela, mas o que vi foi uma revista muito fraca, tendenciosa, nepotista e tudo regado com muito dinheiro público!

Propagandas com dinheiro público da Revista Ideias nº 126: Prefeitura de Curitiba (2 folhas), Bienal de Dança de Curitiba (evento da prefeitura de Curitiba), Prefeitura de Maringá, Prefeitura de Almirante Tamandaré, Itaipu Binacional (2 folhas), Prefeitura de São José dos Pinhais, Prefeitura de Colombo (contracapa). Propagandas privadas: apenas quatro páginas! #epicfail

Algo tem que ser rediscutido no Brasil com relação aos gastos de verbas públicas com publicidade nos meios de comunicação. A democratização radical das verbas publicitárias é algo urgente. Para se ter uma “ideia”, a própria revista “Ideia” (desculpe o trocadilho) informa que seu público é 87% da classe A, 13% da classe B e 0% das classes C e D. Será que o povo que paga impostos e passa necessidades de todos os municípios acima citados sabem desse tipo de gasto de seus prefeitos? #ficadica

Na “entrevista” com Joice Hasselmann, na verdade, Fábio Campana apenas apanhou pequenas frases da jornalista e blogueira, e o resto foi um texto do próprio Campanha desancando o ex-governador Roberto Requião (PMDB) e endeusando o atual governador do Paraná, Sr. Carlos Alberto Richa.

Mas isso não é tudo: além de empregar o próprio Fábio Campana, a revista ainda tem como colunistas o Rubens Campana e a Izabel Campana. Acho que alguém aqui tem telhado de vidro para chamar outra pessoa de nepotista! #prontofalei

E para terminar, o excelente advogado de Direito Eleitoral, Luiz Fernando Pereira, colunista da revista, errou feio ao escrever um texto defendendo “O Fim da História” de Francis Fukuyama e o neoliberalismo e atacando tudo o que é pensador progressista de esquerda, sem qualquer fundamentação. Lamentável! #vergonhalheia

“TOP SECRET” – A Conspiração contra o Brasil

Pergunta que não quer calar: os parentes serão demitidos se não cumprirem o “contrato” de gestão?

Light e Eletropaulo privatizadas são ineficientes. Copel seria privatizada pelos demotucanos no Paraná

O temporal que caiu na Grande São Paulo na tarde de ontem deixou milhares de pessoas, mais uma vez, sem energia, por causa da ineficiência da AES Eletropaulo que levou, em muitos casos, mais de 24 horas para enviar equipes de manutenção nos locais atingidos. A empresa estadunidense, que era estatal e foi privatizada pelo então governador Mario Covas (PSDB) em 1999, por causa das frequentes interrupções de energia na capital já sofreu multas milionárias.

A Light no Rio de Janeiro, foi privatizada pelo governador Marcello Alencar, também tucano, em 1996, e é um exemplo de ineficiência e é a causadora das explos˜òes de bueiros no Rio, inclusive com a morte de pedestres.

E pensar que o governador Jaime Lerner (DEMO) quase vendeu a Copel em 2001, com apoio do PSDB de Beto Richa. Enquanto isso o atual governador Beto Richa vem aumento os lucros da Copel para os investidores privados e diminuindo a participação nos lucros dos trabalhadores, vai comprar um avião de luxo com dinheiro da Copel para seu uso, vem terceirizando atividades-fim da Copel, a Copel está participando como investidora minoritária em negócios com altos lucros para privados, entre outros absurdos.

Beto Richa quer matar dois coelhos com uma cajadada só

Aécio Neves quer ser presidente. Beto Richa quer ser vice-presidente. Os dois são os cabos eleitorais número um de José Serra para prefeito de São Paulo. Porque são bonzinhos e pensam no bem do PSDB? Não, apenas querem o vampiro fora do baralho em 2014.

Os dois mauricinhos pretendem agora detonar Fernando Haddad (PT), o principal de rival de Serra em SP, conforme informa o jornalista Josias de Souza.

Aécio e Beto querem que o PSB de Eduardo Campos, governador de Pernambuco e presidente do PSB federal, fique neutro em SP.

E Beto Richa apoiaria em Curitiba a reeleição de Luciano Ducci, também do PSB, cuja candidatura está a deriva segundo a última pesquisa Ibope.

As vitória de Serra em São Paulo e de Ducci em Curitiba alavancariam Beto Richa como vice na chapa Aécicha. Apenas faltou combinar com o Bispo… quer dizer, com a presidenta Dilma Rousseff, franca favorita em 2014. Acontecendo tudo isso, Beto Richa seria o Índio do Aécio (lembram do ex vice do Serra?).

É preciso tratar da democracia socialista – Tarso Genro

Folha de S. Paulo de domingo

Não há debate sobre socialismo, pois governos de esquerda tem de lidar com alianças amplas e “resolver coisas”. E existiriam dificuldades com os eleitores

Mesmo as democracias consolidadas são ameaçadas, hoje, pela crise do sistema financeiro global. É clara a incompatibilidade objetiva entre o processo de enriquecimento sem trabalho, da atual fase do capitalismo global, com os sistemas socialdemocráticos estabelecidos, responsabilizados falsamente pela crise.

Nesse contexto, pergunto: não se deve abrir um debate honesto sobre democracia e a ideia do socialismo, tomando este não mais como modo de produção “pré-configurado”, mas como ideia reguladora?

Sustento que socialistas e comunistas não têm feito este debate por dois motivos.

Primeiro, porque, nos governos, enfrentam a questão da governabilidade, a partir de alianças muito amplas, às quais esse tema arrepiaria.

Segundo, porque as tarefas de governo tendem a promover a abdicação da reflexão teórica pela necessidade empírica de “resolver coisas”. Resolvê-las para responder exigências alheias às questões concretas do socialismo, que não estão em jogo em nenhum lugar do Ocidente, com exceção de Cuba e, aliás, em sentido inverso.

Mas há uma razão de fundo, que encobre as duas acima citadas e imprime passividade às culturas socialistas partidárias, na atual conjuntura mundial.

É a recusa, consciente ou inconsciente -por incapacidade ou opção-, de abordar a questão do socialismo, em conjunto com a questão democrática.

Através desse exercício ficaria clara a dificuldade de manter bases eleitorais afinadas com um regime de acumulação ou distribuição socialista, dentro da democracia política. É preciso encarar esta verdade.

A socialdemocracia reformista, que assumiu os governos de esquerda neste período, recuou, em consequência, da “utopia socialista”, para se preservar na “utopia democrática”. Abdicou, assim, da ideia da “igualdade” -presente nas propostas socialistas- para assumir a ideia da “fraternidade” em abstrato, presente na ideia de solidariedade, na constituição política do Estado social de Direito.

Só que essa fraternidade funciona, no sistema global em curso, como pura exigência de renúncia para os “de baixo”. Não como sacrifício para os “de cima”.

E funciona em momentos de bonança, como distribuição limitada de recursos “para os de baixo”, (através de salário e outras prestações sociais) e como acumulação ilimitada de riqueza para os “de cima” (através do lucro e da especulação financeira).

É isso que gera incompatibilidade, globalmente, entre capitalismo e democracia, promovendo grandes dúvidas sobre o futuro da democracia, inclusive na Europa.

As experiências socialistas “reais” resolveram este dilema (“da máxima desigualdade” aceitável e da “mínima igualdade exigível”) através dos privilégios regulados no aparato de Estado e do partido.

Esses quadros foram se liberando dos seus compromissos originários e simulando que a “igualdade verdadeira” estava logo ali. E não estava. A socialdemocracia “de esquerda”, na Suíça, Suécia, Dinamarca, Noruega, regularam a desigualdade máxima e organizaram a economia para um modo de vida mais duradouro e menos renunciável, pelos seus destinatários, do que as experiências soviéticas.

Pode-se dizer que ambas as experiências -formas específicas de capitalismo de “Estado” ou “regulado”- promoveram paradigmas modernos, à sua época, de igualdade social.

Deixaram, porém, em aberto a questão da democracia socialista como modelo universal, na qual a diferença entre “máxima desigualdade aceitável” e a “mínima igualdade exigível” seja estabelecida como projeto universal para uma humanidade fundada na paz e na justiça.

A esquerda pensante, pelos seus partidos, tem o dever ético de retomar este debate e esta utopia.


TARSO GENRO, 65, é governador do Rio Grande do Sul; foi ministro da Justiça (2007-2010), ministro da Educação (2004-2005) e prefeito de Porto Alegre pelo PT (1993-1996 e 2001-2002)

Comissão da Verdade: afirmação dos valores democráticos e dos direitos humanos – Milton Alves

Nas últimas semanas o debate acerca da implantação da futura Comissão da Verdade ganhou espaço nos meios de comunicação, nas redes sociais e nas ruas, manifestações foram realizadas em diversas capitais. Iniciativas parlamentares, movimentos e comitês de apoio favoráveis à implantação da Comissão da Verdade surgiram em todo o país nos últimos meses. Em contraposição, surgiram também as vozes do porão da ditadura, notadamente pequenos grupos de militares da reserva, saudosistas do regime de força.

Sancionada pela presidenta Dilma Rousseff a lei que criou a Comissão Nacional da Verdade significou um passo a mais na consolidação do longo e acidentado percurso democrático do país. Uma afirmação dos valores democráticos e dos direitos humanos no país. Continuar lendo

Colunista da revista Época critica privatização da saúde, educação e segurança

A perspectiva história do conservadorismo é diminuir o Estado. Quer tirá-lo da economia, se possível da educação e também da saúde. Concorda em privatizar até mesmo uma parte da segurança pública e é claro que sonha em transformar nossa sociedade de cabelos brancos num mercado cativo para a previdência privada.

Se isso é difícil mesmo nos países avançados, que assiste hoje ao doloross ajuste de contas da desregulamentação e do fim dos empregos produtivos, imagine no Brasil, este país onde o salário médio gira em trono de R$ 1500 mensais.
Saúde privada? Escola particular? Segurança privada?

Não tem como. Não tem renda suficiente e aquela que está aí continua difícil de distribuir na base da caridade.

Demóstenes e a fatalidade conservadora

PAULO MOREIRA LEITE, no blog Vamos Combinar da Revista Época

Confesso que nada era tão previsível quanto o destino de Demóstenes Torres. Como até os petistas aprenderam com a própria pele, nada é tão enganoso nem tão pode ser tão autodestrutivo como o discurso moralista. Continuar lendo

Alagamento em Curitiba: moradores reclamam da Prefeitura comandada por Luciano Ducci (Beto Richa abandonou o cargo depois de reeleito)

Mazzaropi faria hoje 100 anos. Parabéns!

O Corintiano é o 19º filme de Mazzaropi, que vive um barbeiro fanático pelo Corinthians que faz de tudo para torcer pelo seu time de coração. Foi sucesso de bilheteria. Contém cenas de jogos reais do Corinthians, nas quais aparecem os jogadores Rivellino e Dino Sani dentre outros. Locações na Vila Maria Zélia e Estádio do Pacaembu (São Paulo) e cenas interiores na Fazenda Santa, em Taubaté.

Terceirização e precarização: Folha de S. Paulo ensina como “dar um jeitinho” de fugir do vínculo empregatício e contratar PJ

Júnior Pamplona, 38, sócio-gerente do bufê Bela Sintra, prefere autônomos conhecidos. Foto de Gabo Morales/Folhapress

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Hoje na Folha de S. Paulo

Pequenas empresas também têm dúvidas na opção entre CLT ou PJ

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O início da decadência tucana no Paraná – Edson Feltrin

O grupo político do PSDB do Paraná, comandado pelo governador Beto Richa, está em franca decadência depois de uma rápida ascensão. Senão vejamos: Como sabemos, Richa se elegeu prefeito de Curitiba em 2.004, foi reeleito em 2.008 e, logo em seguida, 2.010, foi eleito governador do estado do Paraná.

Ao assumir o governo em 1° de janeiro de 2.011 em seu discurso de posse, não faltaram arroubos de que, o Paraná, a partir daquele instante viveria uma nova era de realizações. Ledo engano.

Constatar-se-ia mais tarde que o discurso era vazio, cheio de promessas demagógicas, muito engodo e nada de concreto. Naquela oportunidade, para enganar a torcida, não faltaram críticas ácidas contra seus antecessores, Roberto Requião e Orlando Pessuti.

Hoje, já passados mais de 15 meses de gestão, o que vemos é uma grande decepção, que atinge todas as camadas da população. O governo Beto Richa nada apresentou de concreto, a não ser correr à Brasília com o pires na mão, em busca de recursos do governo federal. E, a cada volta de Brasília o que percebemos é um “sorriso” amarelo do governador que, por não conseguir nada, passou a tecer ácidas críticas ao governo federal. Continuar lendo

Campanha de popularização do livro “A Privataria Tucana”