Ducci se autopromove com material oficial

Joel Rocha / SMCS / Foto de Ducci na avenida Toaldo Túlio, feita pela prefeitura e reproduzida no blog pessoal do prefeito

Foto de Ducci na avenida Toaldo Túlio, feita pela prefeitura e reproduzida no blog pessoal do prefeito

Gazeta do Povo de 14.03.2011, por Sandro Moser

Site pessoal do prefeito de Curitiba usa fotos e notícias produzidas pela Secretaria de Comunicação Social, o que pode caracterizar ato de improbidade administrativa

1º Encontro Estadual dos Blogueiros do Paraná

Nos dias 9 e 10 de abril no Hotel Trevi em Curitiba estará sendo realizado o 1º Encontro Estadual dos Blogueiros Progressistas do Paraná, destinado a blogueiros, twitteiros, facebookers e todos que queiram debater temas ligados ao jornalismo na internet, a liberdade de expressão nas novas redes de comunicação social, o meio que vem ampliando a democracia e consolidando-se como espaço legítimo da disseminação da informação.

O encontro é etapa preparatória para o 2° Encontro Nacional dos Blogueiros Progressistas, que será realizado nos dias 17, 18 e 19 de junho, em Brasília.

Para inscrições e maiores informações, o site do evento é http://www.paranablogs.wordpress.com/

Veja a programação:

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Consilux, parceira da Prefeitura de Curitiba de Beto Richa e Luciano Ducci, no Fantástico

O Fantástico divulgou hoje que em Curitiba o esquema de corrupção das empresas de radar se repete com a Consilux, que tem radares na capital paranaense e em São Paulo.

Quem negocia é o diretor comercial, Heterley Richter Júnior, que promete o edital já pronto e oferece pela Consilux propina de 5%.

Ele informa que é possível a Consilux anular multas de apadrinhados políticos, amigos, parentes. Será que fez isso no caso Ribas Carli?

A Consilux se manifestou.

“A nossa política é muito clara: não admitimos nada parecido com isso. Todos os nossos contratos são muito transparentes. Não existe a menor possibilidade de ter qualquer tipo de negociata”, diz o diretor-presidente da Consilux, Aldo Vendramin. Será?

Vejam o Beto Richa em 2004 dizendo que acabaria com os “radares arapuca”. Não acabou:

Vejam a matéria do Fantástico: clique aqui

Em 2004 Beto Richa prometeu que iria acabar com os “radares arapucas”

Mais uma defesa do financiamento público de campanha

Reforma política para ampliar a democracia

Por PAULO TEIXEIRA

Hoje na Folha de S. Paulo


Necessitamos de estímulos à representação feminina e de negros no Legislativo, além de mecanismos que aprofundem a participação da população


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VII Congresso Mineiro de Direito Administrativo – 23 a 25 de maio – BH

Recomendo participação, inclusive do concurso de teses!

Com os juristas Cármen Lúcia Antunes Rocha, Maria Sylvia Zanella Di Pietro, Romeu Felipe Bacellar Filho, Valmir Pontes Filho e outros grandes professores administrativistas. Presidente do Instituto Mineiro de Direito Administrativo: Cristiana Fortini.

Maiores informações no site do Congresso

Twitter, com moderação

Por JUCA KFOURI (hoje na Folha de S. Paulo) 


Se jornalistas se atrapalham com as novidades internéticas, imagine os jogadores


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Reforma política III – o financiamento dos partidos e das campanhas

Por Eneida Desiree Salgado (recomendo seu blog)

Provocada pelo prof. Tarso Cabral Violin, ofereço abaixo minhas impressões sobre mais um tema da (eterna) reforma política, gestadas durante a pesquisa de doutoramento:

“Socialista” Rubens Bueno critica que o Estado intervenha na economia por meio do BNDES

Segundo a Folha de S. Paulo de hoje, o Deputado limpinho Rubens Bueno do Partido Popular Socialista criticou o repasse de R$ 55 bilhões do Governo Dilma ao BNDES: “Do jeito que vai o governo, injetando bilhões do Tesouro no BNDES, o pré-sal acabará sendo o ‘passaporte dos sem futuro’.”

Faz tempo que os socialistas verdadeiros deveriam entrar com uma ação contra o PPS por propaganda enganosa. O partido é mais neoliberal do que o PSDB.

Rubens Bueno é o mesmo que criticava o nepotismo e agora silencia sobre o nepotismo de Beto Richa. Ele também tentou agredir o ex-Governador Roberto Requião.

Enquanto Beto Richa quer privatizar serviços da CELEPAR, Dilma vai estudar a criação de nova empresa estatal de TI

Segundo o jornal Folha de S. Paulo de sábado, a Presidenta Dilma Rousseff vai estudar a possibilidade da criação de uma empresa estatal federal na área de TI, que reuniria a Cobra, o Serpro e a Dataprev. Talvez se chame TIbrás. Em encontro com a Presidenta Dilma, o presidente da CGTB, Antonio Neto, sugeriu a criação dessa empresa estatal para a área de tecnologia da informação.

Enquanto isso o Governador tucano do Paraná, Carlos Alberto Richa, pretende privatizar os serviços da CELEPAR, a Companhia de Informática do Paraná, como primeiro denunciou o Blog do Tarso. Veja Beto Richa irá privatizar serviços da CELEPARBeto Richa menospreza serviços de TI e confessa, meio envergonhado, que ira privatizar serviços da CELEPAR

Enquete sobre Reforma Política. Participe!

Participe da enquete ao lado sobre Reforma Política. Você pode votar em mais de uma alternativa. Participe!

Para leitores do Blog do Tarso, Beto Richa quer privatizar serviços da Celepar por vários motivos

Na última enquete do Blog do Tarso a pergunta foi sobre porque Beto Richa quer privatizar os serviços da CELEPAR. Foi vencedora a resposta “todas as alternativas são verdadeiras”, com 61%. As alternativas eram: a) é privatista, b) é neoliberal, c) acredita que o interesse do mercado se sobrepõe ao interesse público, d) é mal assessorado, e) ama o Bill Gates, f) não tem coragem de vender a empresa, g) não tem coragem de transformá-la numa organização social como o ICI.

Participe da próxima enquete!

Quem tem medo da democracia no Brasil?

Por Emir Sader (Carta Maior)

O Brasil saiu da ditadura política, mas as transformações estruturais que poderiam democratizar o país nos planos econômico, social e cultural, não foram realizadas. O governo Sarney representou essa frustração, essa redução da democratização aos marcos liberais da recomposição do Estado de direito e dos processos eleitorais.

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Denúncia do Blog do Tarso sobre privatização na CELEPAR ainda repercute. Presidente da CELEPAR promete entrevista na 2ª feira para informar o que será privatizado

Verri denuncia intenção do governo Beto Richa de privatizar a Celepar

O Estado do Paraná – Elizabete Castro E Roger Pereira
Para Enio Verri, a terceirização de serviços representa um retrocesso para o estado. “A Celepar foi uma das empresas que abraçou o software livre”.

O líder da bancada de oposição na Assembleia Legislativa, deputado Enio Verri (PT), disse que os projetos do governo do Estado para a Celepar apontam para a privatização da Companhia de Informática do Paraná, a mais antiga empresa pública da área no país.

“Eles querem transformar a Celepar numa empresa intermediária de software. Eles vão abandonar o projeto do software livre, para onde caminha o mundo todo. O debate mundial é sair das mãos do software privado. O governo do Paraná vai na contramão”, atacou o deputado.

O temor de Verri se sustenta em declarações do governador Beto Richa (PSDB) e do presidente da Celepar, Jackson Carvalho Leite. Ao tomar posse no início de fevereiro, Leite mencionou  as parcerias com o mercado como uma das suas principais metas. “Vamos reorganizar o processo, com muitos projetos que a própria Celepar pode fazer e outros que queremos fazer em parceira com o mercado”, disse Leite na sua posse, no início de fevereiro.

“A ideia é a Celepar passar a ser gestora de projetos e fazer a execução em compartilhamento com o mercado. Vamos dar esse encaminhamento em praticamente todas as áreas do Estado. E o mercado, certamente, vai ter muita coisa para fazer neste contexto”, emendou.

Para Verri, a terceirização de serviços representa um retrocesso para o estado. “A Celepar foi uma das empresas que abraçou o software livre, desenvolvendo programas para o governo do estado e que também forneceu para vários outros estados”, disse o líder da bancada de oposição.

Ele citou que o programa que controla as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) é baseado no software usado pela Secretaria de Planejamento do Paraná, desenvolvido pela Celepar. “Vários estados estão usando os nossos programas e isso fortalece a nossa empresa”, afirmou.

Verri também destacou as declarações do governador, em entrevista à Rádio BandNews, quando admitiu que irá privatizar para dos serviços da Celepar. Esse não é um serviço essencial à população que o governo deva estar controlando 100%”, declarou o tucano.

O presidente da Celepar, Jackson Carvalho Leite foi procurado pela reportagem para explicar que serviços pretende terceirizar e que projetos pretende manter na Companhia, mas está viajando. Seu gabinete prometeu entrevista para segunda-feira.

Autos judiciais são arquivos culturais

Por JUCA FERREIRA


São legítimas as preocupações com custos de armazenamento de autos judiciais concluídos, mas sua destruição é danosa para a preservação da cultura


Entre as inúmeras medidas propostas no projeto do novo Código de Processo Civil, há uma que tem sido recorrente e que, além das interpretações jurídicas e administrativas, destaca-se quando analisada sob uma perspectiva cultural.
São bem-vindas quaisquer medidas que agilizem a Justiça, e são legítimas as preocupações com o custo de armazenamento de autos judiciais concluídos, mas sua destruição é monstruosamente danosa para a preservação da cultura. Não se aprende sem memória.
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PDB – Charge de hoje na Folha de S. Paulo

Uma ferida aberta

Senadora Gleisi Hoffmann, discursando no comício de 2010 em Curitiba

Publicado hoje na Gazeta do Povo

Por GLEISI HOFFMANN

A Corte do STJ deliberou que a Lei Maria da Penha é compatível com a Lei dos Juizados Especiais, que permite suspender da pena o acusado, caso a sentença seja inferior a um ano

A cada dois minutos, cinco mulheres são vítimas de algum tipo de violência no Brasil. A estatística chocante é resultado de uma pesquisa da Fundação Perseu Abramo e do SESC. Realizada em 25 estados, ouviu, em agosto do ano passado, 2.365 mulheres e 1.181 homens com mais de 15 anos. Para chegar à estimativa de mais de duas mulheres agredidas por minuto, os pesquisadores partiram da amostra para fazer uma projeção nacional e concluíram: 7,2 milhões de brasileiras acima de 15 anos já sofreram agressões. Sendo que 1,3 milhão delas foram agredidas nos 12 meses que antecederam a pesquisa.

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A democracia e a demonização da política

Governador do Rio Grande do Sul, ex-Ministro da Justiça e da Educação no Governo Lula, Tarso Genro

Hoje na Folha de S. Paulo

Por TARSO GENRO


A maior parte dos partidos políticos está desatenta ao fato de que é preciso propor novas formas de organização do Estado e políticas públicas


Novos sujeitos políticos estão surgindo no interior de um processo de desconstituição da política, que ocorre em escala mundial, após o fracasso das receitas neoliberais para a reforma do Estado.
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Vovó Rosa Ferreira Cabral 1917 – 2011

Governo Beto Richa joga fora política de fortalecimento ao software livre

SOFTWARE LIVRE PERDE EXCLUSIVIDADE NO PARANÁ

Por Fatima Fonseca do www.wirelessmundi.inf.br

Novo presidente da Celepar diz que sistemas abertos serão mantidos mas que a nova direção está aberta também a softwares proprietários.

Bandeira nas duas administrações do ex-governador Roberto Requião (PMDB), o software livre não será mais o sistema prioritário no governo do Paraná. Nos últimos oito anos, o Estado se tornou um dos principais usuários e desenvolvedores de software livre do país e fez da opção pelos programas de código aberto parte das políticas estratégicas de governo. Com a mudança de comando, no entanto, o governo Beto Richa (PSDB) decidiu abrir espaço para softwares proprietários. “Vamos manter o software livre, mas vamos também utilizar outras plataformas tecnológicas”, afirmou a Wireless Mundi o novo presidente da Celepar, Jacson Carvalho Leite. Ele, no entanto, assegurou que os investimentos nas plataformas abertas serão mantidos e que sistemas em uso pelos diversos órgãos do governo serão continuados. “Não vamos mexer no que está dando certo, mas estamos abertos a todas as plataformas tecnológicas”, afirmou Carvalho.

Segundo ele, se existir no mercado uma solução, mesmo que proprietária, que complemente sistemas em funcionamento, ela será adotada. Em casos de novas demandas, a nova direção da Celepar também vai avaliar se vale mais a pena desenvolver um sistema internamente ou se é mais vantajoso adquirir um software no mercado. “Temos que ver o custo e avaliar o tempo de desenvolvimento”, observou.

A Companhia de Informática do Paraná é a responsável pela execução da política de software livre no Estado. Nos últimos anos, a empresa desenvolveu alguns sistemas como o Expresso (solução integrada de correio eletrônico, agenda, catálogo de endereços), o Framework (conjunto de ferramentas para desenvolvimento de sistemas), o Librarium (sistema de automação de bibliotecas ) e o Sentinela (sistema de segurança).

Foco no BI
“O atual governo quer intensificar o uso de tecnologia na gestão pública”, afirmou Carvalho. Para isso, explicou, usará todas as plataformas disponíveis no mercado, sejam elas livres ou proprietárias. Uma das metas do novo presidente da Celepar é criar uma base de dados integrada no estado. Segundo Carvalho, uma das primeiras iniciativas envolve o Detran-PR, que já trabalha em parceria com a Celepar.

O projeto, em discussão, prevê a integração de dados do Detran com algumas bases do governo do Estado, como as da Secretaria de Segurança Pública, polícias Civil e Militar, Instituto de Identificação do Paraná e dos próprios municípios. “Queremos adotar  indicadores através da ferramenta de Business Intelligence (BI) para ajudar no planejamento e na tomada de decisões”, comentou.