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Um ano de vigência da Lei Nacional de Acesso a Informações. O ICI ficou mais transparente?

16 mai

Hoje faz um ano que a  Lei 12.527/11 começou a viger, que regula o acesso a informações previsto na Constituição Social e Democrática de Direito de 1988.

As entidades do Terceiro Setor que recebem dinheiro público, entidades privadas sem fins lucrativos como associações e fundações privadas qualificadas como organizações sociais – OS e organizações da sociedade civil de interesse público – OSCIPs, infelizmente ainda são muito pouco fiscalizadas pelos órgãos de controle como os Tribunais de Contas e Ministério Público, e pela sociedade, o chamado controle social.

As ONGs movimentam milhões de dinheiro público, seja quando fomentadas pelo Poder Público ou quando inconstitucionalmente são utilizadas como terceirizadas.

Quando, por exemplo, parlamentares de oposição solicitam informações sobre as ONGs que recebem dinheiro de determinados municípios, muitas vezes as Casas Legislativas negam pedidos de informações.

Esse absurdo tende a acabar no último ano com a vigência da Lei 12.527/2011, sancionada pela presidenta Dilma Rousseff (PT).

A nova lei é aplicável a toda a Administração Pública brasileira, inclusive Administração indireta (autarquias, fundações públicas, empresas estatais) e os poderes Legislativo, Judiciário, Ministério Público e Tribunais de Contas.

Uma inovação interessante é que a lei é aplicável também, no que couber, às entidades do Terceiro Setor que recebam dinheiro público, como as OSs, OSCIPs e demais ONGs de interesse público.

Pelo texto constitucional de 1988 já era necessário que qualquer entidade pública ou que manejasse dinheiro público fosse transparente, mas faltava uma lei para deixar isso ainda mais explícito para alguns agentes públicos não tão compromissados com o interesse público.

A lei obriga que os operadores de dinheiro público deem publicidade aos seus atos, os divulguem por meio da tecnologia da informação, fomentando a cultura da transparência. A informação deve ser imediata, ou quando impossível, em até 20 dias.

Portanto, a partir de maio, as entidades do Terceiro Setor que recebam benefícios públicos estarão obrigadas a ser transparentes, mesmo como entidades privadas, devendo divulgar seus atos e informar/disponibilizar qualquer informação requerida pelos cidadãos, independentemente de autorização de alguma autoridade.

Se parlamentares tiverem seus requerimentos de informação desautorizados pelos Parlamentos, podem fazer pedidos diretamente às entidades, que deverão ser respondidos, sob pena de responsabilização de seus dirigentes.

Isso vale para qualquer órgão ou entidade pública ou privada que seja de interesse público.

Esperamos que a lei ajude ainda mais o processo de transparência e democrático exigido na Constituição, o qual desde o fim da ditadura nosso país vem aprimorando, com o auxílio de uma sociedade cada vez mais participativa e instituições como o Ministério Público, Tribunais de Contas, CNJ, etc., cada vez mais atuantes.

Ver ainda o post Sobre a Lei de acesso a informação sancionada pela Presidenta Dilma Rousseff.

Há um ano protocolarei um requerimento administrativo para o ICI – Instituto Curitiba de Informática, uma entidade privada qualificada como organização social – OS que recebe milhões de reais em dinheiro público da prefeitura de Curitiba sem licitação. O documento foi elaborado por alguns dos meus alunos, que assinaram o original, veja: Hoje começa a valer a Lei Nacional de Acesso a Informações. Aproveito para tentar abrir a caixa-preta do ICI!

Até hoje não obtive informações como a relação dos contratos administrativos, convênios e demais acordos de vontade celebrados entre o ICI e demais órgãos e entidades da Administração Pública do Brasil, com objeto, valor do acordo e vigência, desde a fundação do ICI; relação das verbas financeiras recebidas pelo ICI do Município de Curitiba, desde sua fundação; relação dos contratos administrativos com empresas privadas na área de TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação), com o nome da empresa, objeto do contrato, valor e vigência; informação sobre como o ICI realiza a contratação de seus trabalhadores, se por Concurso Público ou por outro meio que atenda os princípios constitucionais da publicidade, isonomia, moralidade, entre outros; relação de todos os trabalhadores do ICI; Acordo Coletivo de Trabalho do ICI; informação sobre como o ICI realiza suas contratações de compras e serviços, se por licitação ou por outro meio que atenda os princípios constitucionais da publicidade, isonomia, moralidade, entre outros; valor da remuneração e demais benefícios recebidos por seus Diretores, Conselheiros e demais cargos de comando como superintendes, gerentes, etc; Estatuto Social do ICI, etc.

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Depois de 15 anos, TCE/PR fará fiscalização dos contratos do ICI

8 nov

Gustavo Fruet (PDT), prefeito eleito de Curitiba, visitou o presidente do Tribunal de Contas do Estado do Paraná, Fernando Guimarães, na tarde desta quarta-feira (7). Foram discutidas as informações levantadas pelo TCE-PR que podem ser colocadas à disposição da equipe de transição de governo na Prefeitura de Curitiba.

O ICI – Instituto Curitiba de Informática foi discutido: “O Tribunal de Contas passará a fazer uma fiscalização sobre os contratos do ICI, pois é importante que a população saiba a qualidade dos serviços prestados por essa organização social tão importante para a cidade”, lembrou Gustavo.

O ICI foi criado de 1997 para 1998, na gestão Cassio Taniguchi, e sempre foi considerado uma caixa-preta, pois nunca divulgou para onde que vai o dinheiro do povo curitibano repassado ao Instituto privado, que são milhões, sem licitação ou concurso público. Quais são as empresas privadas contratadas pelo ICI, sem licitação? Também queremos saber quanto ganha de salário cada diretor do ICI. Queremos saber se o ICI é que presta o serviço para a prefeitura ou é apenas um intermediador para fins de fuga da licitação, do concurso público e da Lei de Responsabilidade Fiscal.

Parabéns ao presidente do TC, Fernando Guimarães, e ao prefeito eleito, cuja promessa de campanha foi de deixar o ICI mais transparente.

A partir do dia 1º de janeiro de 2013 o ICI vai ser transparente

13 out

Prédio do povo curitibano, antigo CPD, utilizado pelo ICI. Foto de Tarso Cabral Violin

Independente de quem ganhar a prefeitura de Curitiba, se Gustavo Fruet (PDT) ou Ratinho Junior (PSC), a partir do dia 01.01.2013 o Instituto Curitiba de Informática será transparente.

Os dois candidatos vão manter o ICI, vão manter o contrato de gestão com o ICI, mas já deixaram claro que vão abrir a “caixa-preta” da entidade, que esconde informações de interesse públicos desde as gestões Cassio Taniguchi e Beto Richa.

O ICI é uma organização social (OS), uma entidade privada que é contratada pelo município sem licitação, recebe milhões dos cofres públicos, utiliza o antigo prédio do CPD da prefeitura e subcontrata os serviços para empresas privadas sem licitação, por milhões de reais. Não sabemos que empresas são essas. Já tentei me utilizar da Lei de Acesso à Informação e obter informações no ICI, eles negaram e a questão está na Justiça. Veja o que já publiquei sobre o ICI, clique aqui.

Gustavo Fruet é um defensor dos serviços de TIC – Tecnologia da Informação e Comunicação a favor da população, e em praticamente todos os seus discursos cita que na sua gestão o ICI será transparente. O que é uma obrigação da Lei de Acesso à Informação, o que nunca foi respeitado por Luciano Ducci (PSB), o prefeito derrotado nas eleições.

Ratinho disse que é favorável ao modelo das OS na saúde, desde que haja um histórico positivo e aval do Tribunal de Contas e Ministério Público, mas de forma contraditória assinou um documento do sindicato dos servidores da saúde contrário às terceirizações. Pode ser que ainda em 2012 o STF decida pela inconstitucionalidade das OSs.

Mas pelo menos prometeu fazer uma auditoria e aumentar a transparência no ICI.

De qualquer forma, a atual diretoria do ICI deve estar preocupada, pois em 2013 o ICI será transparente!

Rafael Greca vai fazer auditoria no ICI – Instituto Curitiba de Informática

1 out

Pedro Ribeiro deixa escapar que o ICI faz pesquisa interna. Isso é gravíssimo!

30 set

ICI. Foto de Tarso Cabral Violin

O jornalista Pedro Ribeiro do Documento Reservado acabou de deixar escapar no programa Jogo do Poder Paraná que o ICI – Instituto Curitiba de Informática faz pesquisa interna nestas eleições para prefeito de Curitiba!

Como assim?

O ICI é uma OS – organização social, entidade privada que presta serviços de informática para a prefeitura de Curitiba e recebe, sem licitação, milhões de dinheiro público e sua sede fica em prédio público da prefeitura.

É uma entidade que sobrevive, basicamente, com dinheiro público.

O ICI tem os dados de praticamente todos os curitibanos.

Caso o ICI esteja supostamente fazendo pesquisas internas como informou Pedro Ribeiro, é um caso grave de utilização de informações e dinheiro público para proveito do prefeito, o que é crime e improbidade administrativa.

Se o ICI está supostamente fazendo pesquisa, que sejam públicas, e não para consumo interno do prefeito Luciano Ducci (PSB), que é candidato.

A informação de Pedro Ribeiro deverá ser encaminhada para o Ministério Público. É gravíssima e deve ser investigada!

Russomano vai auditar contratos de gestão tucanos com as Organizações Sociais da Saúde

23 ago

Celso Russomanno (PRB), candidato à Prefeitura de São Paulo, prometeu na Sabatina Folha/UOL, realizar auditoria em todos os contratos de gestão das OSs – organizações sociais, celebrados pelos demotucanos, que são a privatização da saúde na capital paulista.

Russomano afirmou que “os serviços públicos são péssimos” e criticou o Hospital Israelita Albert Einstein e a Santa Casa de Misericórdia de Santo Amaro: ”Existem organizações sociais que trabalham bem e as que trabalham mal. Estive no Jardim Mitsutani. Lá a UBS é administrada pelo Einstein e é da pior qualidade. Estavam faltando três médicos no Programa de Saúde da Família. Fomos ao Pronto Socorro de Santo Amaro, administrado pela Santa Casa de Santo Amaro, por denúncia de que um raio X computadorizado estava largado no chão há seis meses. Não adianta fazer convênios e não fiscalizar. Vou para as ruas fiscalizar, porque essa é minha forma de gerenciar. A gestão atual não fiscaliza, mas paga em dia. Para onde está indo o dinheiro? Vou fazer auditoria em todos esses contratos.”

Se eleito Russomano deveria rescindir todos os contratos com as OSs, que são inconstitucionais. Mas a auditoria já é um começo.

Os candidatos de Curitiba poderiam fazer a mesma proposta, no mínimo, com relação ao ICI – Instituto Curitiba de Informática, que é uma OS da informática no município considerada uma caixa-preta, que lida com milhões de dinheiro público sem licitação, sem concurso público e sem um controle efetivo do Tribunal de Contas, Ministério público e da própria população.

Prefeitura de Curitiba é refém do ICI? Bomba! Bomba!

29 jun

ICI. Foto de Tarso Cabral Violin do Blog do Tarso, via Instagram

Por Dr. Lineu Tomass

ESTADO OMISSO TRANSFORMA-SE EM REFÉM.  Na medida do fracasso da gestão do Estado Brasileiro, que se acelera ano a ano, alguns espertalhões, vendo esta fragilidade, aliaram-se com  malandros políticos na base de SÓCIOS  OCULTOS,  e a partir daí  penetraram dentro das entrranhas das finanças públicas e monopolizaram alguns “negócios” do Estado.

A  REVELAÇÃO BOMBA !   Conversei com uma alta autoridade  do Paraná, super conhecedor das manobras das entranhas de orçamentos  (grana pública), quando fui informado que o ICI – INSTITUTO CURITIBA  DE  INFORMÁTICA, hoje detém um poder absoluto na administração do Município de Curitiba, cobrando  preços milionários nos programas de “softer” (alguns inúteis), que instala na Prefeitura e seus órgãos, E  DETÉM   OS SEGREDOS DOS PROGRAMAS E O   COMANDO  TOTAL  DO  MUNICÍPIO  DE CURITIBA, A PONTO DE  TORNÁ-LA  HOJE  REFÉM  DO ICI,  POIS SE O ICI QUIZER, ELE PARA COM OS SERVIÇOS DA CAPITAL, DESDE OS SINAIS DE SEMÁFOROS  ATÉ  PODENDO PROVOCAR O CAOS  NOS SERVIÇOS DE SÁUDE, com um simples ato de “desligar um botãozinho”, disse o informante. SOMOS  REFÉM  DO ICI EM CURITIBA !

PARA ONDE VAI A  ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA NACIONAL ?  Como o ICI atua em outras capitais, podemos dimencionar o poder que está acumulado no país, cujo comandante hoje, já está na classificação dos  BILIONÁRIOS do país.  Pergunta-se.  Neste estilo de administração pública de  “Estado-Refém”,  FICA  EM  REGIME  DE ESPÉCIE DE  SEQUESTRO  ATÉ O FINAL DOS TEMPOS ?  Neste estilo de entrega  incestuosa do orçamento do Estado, pode-se dizer  que o Estado (Prefeitura de Curitiba),  vive sob o regime constitucional da ADMINISTRAÇÃO  PÚBLICA  ?  Claro que não !

ESTADO  ESTÁ SENDO PRIVATIZADO SORRATEIRAMENTE NA  MALANDRAGEM. A omissão de todos dos políticos, está levando a Nação à morte do ESTADO DE DIREITO, substituido que está, pelas ONGs e  OCIPS eivadas de  “SÓCIOS POLÍTICOS OCULTOS “, que aprovam leis facilitadoras da morte do PODER DO ESTADO formando assim novas castas de  novos BILIONÁRIOS  que sugam os recursos do povão, aumentando o fosso social entre os privilegiados da Casa Grande e os trouxas da Senzala, que se contentam com as côdeas do banquete, hoje traduzidos em cestas básicas, mercadões populares, saúde  “meia-boca”, bolsa-disto, bolsa-daquilo, segurança pública falida,  transporte público falido, educação das piores do mundo,   etc. etc. etc.

ORÍGEM DO ICI.  Esta OCIP, o ICI, foi fundado na gestão do ex-prefeito CASSIO  TANIGUCHI, quando então aniquilaram (fecharam) o  CPD- Centro de Processamento de Dados da Prefeitura de Curitiba, que era admistrado pelo IPPUC- Instituto de Pesquisa e Planejamento de Curitiba, cujo órgão dava conta de todas os programas de computação da Prefeitura.  Foi proposital ?

E O PODER LEGISLATIVO ?  A Câmara Muncipal de Curitiba e seus vereadores da época e de agora, sempre deram respaldo legal a todos os desejos (privados ?), dos prefeitos de Curitiba, e não cumpriram suas funções e foram  (e são), coniventes com todo estes atos de morte  e agonia lenta  da administração pública.

DE  NOVO  A  PERGUNTA :  “Para  onde  vai  o “Estado”  Brasileiro ?  “

Pergunta do dia: Dilma, STF e TCE/PR divulgam salários dos servidores. Por que Beto Richa, Luciano Ducci, ICI, TJ/PR e Rossoni na AL/PR não fazem o mesmo?

28 jun

Caixa-Preta

Caos na saúde de Curitiba é culpa do ICI, diz Gazeta do Povo

17 jun

Quem é o palhaço na história?

Coluna de hoje do Celso Nascimento na Gazeta do Povo

Saúde dos curitibanos sofre de “informática”

O prefeito Luciano Ducci, médico, ex-secretário municipal de Saúde e premiado condutor de alguns bons programas na área da saúde pública – como o Mãe Curitiba –, esperava que pudesse ser reconhecido nas urnas pelos bons serviços prestados ao setor. Ele ainda não perdeu a esperança, mas enfrenta fortes dores de cabeça com o funcionamento deficiente que o sistema vem apresentando nos últimos meses – exatamente no ano em que busca a reeleição.

Filas de pacientes, demora exagerada nos atendimentos, unidades 24 horas que às vezes só funcionam 12, falta de médicos e outros profissionais – tudo isso tem provocado reclamações azedas da população que depende dos serviços gratuitos dos postos espalhados pela cidade. Pelo menos duas mortes recentes foram registradas em razão das deficiências.

Sabe-se agora que uma das causas está na informática. O problema começou no início desse ano, quando os prontuários dos pacientes foram “migrados” para um outro software instalado pelo ICI (Instituto Curitiba de Informática). Além de travamentos constantes, aconteceu também o pior: o sistema não “lia” os prontuários produzidos na versão antiga ou embaralhava os dados, trocando nomes, doenças, datas dos atendimentos anteriores, diagnósticos, exames etc. Às vezes, informações sigilosas, de conhecimento apenas do paciente e do médico, ficam disponíveis para qualquer um.

A balbúrdia obrigou muitos postos a retroceder ao século passado, voltando a preencher formulários à mão. Prestadores de serviços (laboratórios, clínicas, hospitais), com faturas a receber por serviços prestados, nem sempre conseguem acessar o sistema. Agendamentos de consultas e exames são perdidos, provocando transtornos graves e generalizados em toda a estrutura.

Além de discutido repetidamente nas reuniões do Conselho Municipal de Saúde (CMS) – órgão que reúne as autoridades da área e representantes dos usuários –, o problema já foi parar também no Ministério Público. Está com o promotor Marco Antonio Teixeira uma montanha de reclamações de pacientes, fornecedores e profissionais que atuam no sistema público. A investigação já foi aberta.

Membros do próprio Conselho também recorreram ao MP e já questionaram a secretaria municipal de Saúde. A coluna teve acesso ao ofício assinado pelo conselheiro Michel Deolindo, dentista que trabalha num posto da periferia, no qual ele relaciona cinco perguntas e pede aos gestores da saúde municipal solução urgente para os problemas que aponta. Encaminhado no início de abril, o ofício ainda não recebeu resposta.

Procuradas pela coluna, fontes do Instituto Curitiba de Informática e da secretaria municipal de Saúde não desmentem a existência de problemas pontuais, negam a dimensão de gravidade que vem sendo difundida e asseguram que as soluções já estão em fase final. Garantem, também, que nenhum prontuário foi perdido ou inutilizado e que o acesso a eles será totalmente recuperado.

Falei no Canal 21 sobre a falta de transparência do ICI

15 jun

Ontem falei sobre a falta de transparência do ICI – Instituto Curitiba de Informática e descumprimento da Lei de Acesso à Informação, no Jornal Mercosul da Rede Mercosul Canal 21.

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