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Joaquim Barbosa diz que Folha, O Globo e Estadão são de direita

4 mai

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O Ministro Joaquim Barbosa, o presidente do Supremo Tribunal Federal, disse que não há pluralismo e que é fraca a diversidade política e ideológica da imprensa brasileira. Alertou ainda que no Brasil os três grandes jornais impressos nacionais são inclinados para a direita. Ele fez palestra ontem sobre liberdade de imprensa na Costa Rica, em evento organizado pela Unesco, entidade que trata da educação e a cultura ligada à Organização das Nações Unidas – ONU.

Ele não citou nomes, mas os três jornais nacionais impressos com maior tiragem no Brasil são a Folha de S. Paulo, O Globo e o Estado de S. Paulo.

Citou ainda que a mídia impressa está em crise por causa do surgimento da internet.

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39% dos paulistanos aceitam a Ditadura

1 mai

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Pesquisa de hoje do Datafolha divulgou que diminuiu em dez anos de 57% para 53% os moradores da cidade de São Paulo que acham que a Democracia sempre é o melhor regime de governo.

O problema é que subiu de 16% para 19% o número de paulistanos que apoiam “em certas circunstâncias” a ditadura ao invés da Democracia.

E para 20% tanto faz democracia ou ditadura.

Tradução:

1. Pouca leitura de bons livros.

2. Muita leitura da revista Veja.

3. Muita rede Globo, com BBB, Jornal Nacional e novelas.

4. Pouco estudo.

5. Muito conservadorismo.

Charge do gênio Angeli: Pororoca, o encontro da política com a religião

11 abr
Hoje na Folha de S. Paulo

Hoje na Folha de S. Paulo

Folha de S. Paulo defende Yoani Sánchez mas censura Blog na Justiça

20 fev

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A 5ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu hoje manter a proibição ao blog “Falha de São Paulo”. O processo começou em 2010 pela Folha de S. Paulo, que alega que os irmãos Lino e Mario Bocchini teriam copiado o projeto gráfico e a logomarca do impresso e os explorado comercialmente. Os irmãos vão recorrer ao STJ ou STF, pois isso é uma censura e fere a liberdade de expressão.

A Folha pode satirizar outras logomarcas, como fez abaixo com a charge do Angeli sobre o Wikileaks, utilizando-se da logomarca do Mc Donalds, mas ela não aceita a liberdade de expressão alheia para satirizá-la. E a Folha, junto com a Globo e a Veja, sentem-se os guardiões da liberdade de expressão ao defender a blogueira cubana mercenária Yoani Sánchez.

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Veja o vídeo do julgamento, que colocou a propriedade intelectual sobre a liberdade de expressão:

Dois erros graves em charge sobre Lula da Folha de S. Paulo

22 jan

A charge de Jean Galvão publicada na Folha de S. Paulo de hoje tem dois erros crassos. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é defensor da autodeterminação dos povos, e nunca se intrometeu na política interna dos países. Além disso, o presidente dos Estados Unidos da América, Barack Obama, conhece muito bem Lula, pois acha Lula “o cara” e “o político mais popular da Terra”. A Folha de S. Paulo já começou faz tempo a campanha para Aécio Neves (PSDB) presidente em 2014 e tem medo que ele leve uma lavada da presidenta Dilma Rousseff (PT).

Folha de S. Paulo critica criação de empresas estatais por Lula e Dilma. O jornal defende as privatizações e terceirizações ilícitas

6 jan

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O jornal Folha de S. Paulo de hoje, acusado justamente desde o governo do presidente Fernando Hernqiue Cardoso (PSDB) de ser um folhetim tucano defensor do neoliberalismo, em matéria de capa, critica os governos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e da presidenta Dilma Rousseff (PT), pela criação de empresas estatais “que não geram receita”.

Ou o jornal é muito despreparado ou atua com má-fé.

A Folha informa que Lula e Dilma criaram dez empresas estatais, e que apenas a Hemobrás (fundada em 2004 para fabricar e vender medicamentos derivados do sangue) gera receita suficiente para financiar seus investimentos e operações.

Diz o jornal tucano que as demais ou não saíram do papel ou são mantidas com recursos do orçamento.

Lista a EPL (Empresa de Planejamento e Logística), a EPE (Empresa de Pesquisa Energética), a EBC (Empresa Brasil de Comunicação), o Ceitec (Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica Avançada), a EBSERH (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares), a Amazul (Amazônia Azul Tecnologias de Defesa), a PPSA (para explorar o petróleo do pré-sal), a ABGF (para garantir obras de infraestrutura) e a Empresa Brasileira de Legado Esportivo.

A Folha de S. Paulo é uma defensora das privatizações e terceirizações, e junto com os tucanos FHC, José Serra, Geraldo Alckmin, Aécio neves e Beto Richa, gostariam que todas as empresas estatais fossem vendidas, inclusive a Petrobras, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, inclusive a Copel e a Sanepar do Paraná.

Mas por que a Folhe age com despreparo ou má-fé?

Por exemplo, a EBSERH (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares) foi criada para gerir hospitais público-estatais federais por todo o Brasil.

A Folha e os tucanos gostariam que esses hospitais fossem privatizados e fossem geridos por organizações sociais – OS, as quais entendo que são inconstitucionais, e ainda em 2013 o STF pode tomar uma decisão nesse sentido.

Lula e Dilma não querem privatizar via OS, querem que os hospitais sejam geridos pela Administração Pública indireta, realizando concurso público, licitação e sofrendo o controle social.

A EBSERH nunca vai deixar de sobreviver com dinheiro do orçamento público. Ela vai ser sustentada com dinheiro público para que os cidadãos possam continuar a não pagar pela saúde pública.

A tendência é que a EBC (Empresa Brasil de Comunicação) também sempre receba dinheiro público. A Constituição exige que exista TV pública e estatal. A Folha e os tucanos gostariam que existissem apenas TVs e rádios privadas no Brasil, onde quem manda são os patrocinadores. Na TV Estatal quem manda é o governante democraticamente eleito e o cidadão.

Portanto, empresas estatais não existem apenas para prestar serviços remunerados para o cidadão e remunerados pelo cidadão, como o Banco do Brasil, Copel e Petrobras. Várias empresas existem para prestar serviços não remunerados para o cidadão ou prestar serviços para a própria Administração Pública. Tudo para evitar privatizações e terceirizações inconstitucionais. Por exemplo, no paraná quem presta serviços de informática para o Estado é a Celepar, uma empresa estatal.

Mas a Folha e os tucanos odeiam a ideia da existência das estatais. Porque defendem os interesses de grande empresas multinacionais que querem tomar conta do Brasil, como ocorreu na década de 90 no Brasil, com os governos dos Fernandos I e II (Collor e FHC).

Rezemos para que Aécio Neves (ou qualquer outro neoliberal privatizador) não se eleja presidente em 2014.

ObsCena: ditadura militar ensinou tortura a índios

12 nov

Caderno Ilustríssima da Folha de S. Paulo de domingo e TV Folha.

Regina Duarte: “tenho encantamento por Dilma”!

4 nov

Entrevista da atriz global Regina Duarte para Mônica Bergamo na Folha de S. Paulo de hoje:

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“Nossa, eu tenho encantamento por ela, desde o início, sabe? Na política internacional, me impressionou muito como ela entrou firme defendendo umas coisas legais. Tem uma frase dela de que eu gosto: o controle da mídia é o controle remoto. É uma postura democrática que tem que ser louvada. E dá uma coisa bacana, a gente fica orgulhosa de ter uma mulher ali.”

Panfleto do PT critica parcerias na saúde

27 out

Hoje na Folha de S. Paulo

Corrente minoritária do partido distribui material em que propõe fim de contratos com organizações sociais

Campanha do petista afirma que conteúdo dos folhetos não representa posição da campanha de Haddad

DE SÃO PAULO

Panfleto editado por uma corrente do PT pede votos para Fernando Haddad (PT) dizendo que, com ele eleito, haverá o “fim das organizações sociais” no sistema municipal de saúde de São Paulo.

O texto, é assinado por integrantes do diretório da sigla e tem data de 23 de outubro. Ele começa com uma convocação: “[Vamos] Levar o PT à prefeitura para salvar a saúde. Dia 28 votar 13 pelo fim das Organizações Sociais em São Paulo”.

O coordenador-geral da campanha de Haddad, Antonio Donato, diz que o texto foi produzido por uma corrente minoritária do PT que historicamente defende o fim das OSs. Ele afirma que o material não representa a posição da campanha nem a de Haddad, que tem dito que manterá as OSs.

“A vitória de Haddad do PT, derrotando o Serra do PSDB, é o caminho que o povo trabalhador da cidade tem para prosseguir e reforçar sua luta por serviços públicos, em particular da saúde”, diz o texto. Ele diz ainda que o PT já havia decidido pelo fim das OSs em junho deste ano.

“O encontro municipal do PT de São Paulo definiu a situação e decidiu: ‘A saúde está entregue ao setor privado, onde proliferam as organizações sociais. O governo do PT deve reverter essas privatizações. Os equipamentos e serviços de saúde devem ter gerência pública”, afirma.

A posição do PT sobre o tema foi trazida ao centro do debate eleitoral pelo adversário de Haddad, José Serra (PSDB). Com base num trecho do programa de governo do petista, Serra passou a afirmar que, se eleito, o rival irá acabar com as OSs.

Hoje, o sistema municipal de saúde mescla unidades administradas pela prefeitura e pelas OSs, entidades privadas sem fins lucrativos, como o Albert Einstein.

Serra defende as OSs e diz que, sem elas, o sistema entraria em colapso.

Após os ataques do rival, Haddad deu duas explicações sobre o tema. Primeiro, disse que faria concurso público nos hospitais geridos por OSs -o que contraria a lógica das organizações. Depois, que manteria o sistema atual, mas ampliaria a fiscalização. Ele acusou o Serra de fazer “terrorismo” com o tema.

O panfleto critica o recuo de Haddad. “É um equívoco achar que a situação pode melhorar com fiscalização”. “O sangue do PSDB tem a marca da privatização. (…) Com a vitória do PT podemos reverter essa situação.”

O texto termina dizendo que, Haddad eleito, é preciso mobilização para que ele “cumpra a decisão partidária de fim das OSs”.

Donato afirmou que não poderia proibir a corrente do partido de manifestar opinião. “Mas a posição deles não prevaleceu. Ela não expressa a decisão da campanha nem a de Haddad.”

Sindicalistas farão encontro pelo fim das OSs

FABIO LEITE
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Sindicatos ligados ao PT farão em novembro um encontro nacional para definir ações da campanha pelo fim das OSs (Organizações Sociais) no país.

O evento será no dia 24 em São Paulo e reunirá ativistas na área da saúde e militantes petistas.

Em 2011, um primeiro encontro em Florianópolis (SC) resultou num abaixo-assinado, com mais de dez mil adesões, entregue ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, pedindo a revogação da lei federal que criou as OSs, em 1998.

Os organizadores são os mesmos que divulgaram panfleto pedindo voto no candidato do PT a prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, “pelo fim das organizações sociais”. O grupo considera que a gestão de hospitais por OSs é a “privatização da saúde”.

“Nós queremos acabar com as organizações sociais e vamos tentar convencer o Haddad porque só ele pode mudar isso”, disse João Batista Gomes, secretário-geral do Sindicato dos Trabalhadores da Administração Municipal.

Haddad prometeu manter os contratos após José Serra (PSDB) dizer que ele iria rompê-los se eleito.

Folha de S. Paulo e José Serra pressionam Fernando Haddad pela manutenção da privatização da saúde via OS

23 out

Hoje na Folha de S. Paulo

Haddad atacou ‘privatização’ na saúde

No ano passado, quando ainda era pré-candidato, petista defendeu gestão de hospitais pelo ‘próprio poder público’

Serra leva filme fala do rival ao programa de TV; petista diz que ‘nunca falou em romper contratos’ com OSs

DE SÃO PAULO

Ainda pré-candidato a prefeito, Fernando Haddad (PT) atacou, em vídeo veiculado pela TVPT, “a privatização da gestão” da saúde em São Paulo, numa referência ao modelo de organizações sociais. No filme, ele diz que “quem tem de administrar os hospitais é o próprio poder público”.

Hoje, na gestão de Gilberto Kassab (PSD), hospitais e outras unidades de saúde são comandadas por OSs -entidades privadas que recebem recursos da prefeitura para gerir o equipamento público.

“Quem tem de administrar os hospitais é o próprio poder público e não a privatização da gestão e muito menos a privatização dos leitos”, diz Haddad no filme.

Rival do petista na eleição, José Serra (PSDB) transformou o tema em um dos principais focos de sua campanha no segundo turno. Ele tem dito que Haddad vai “eliminar” o sistema de organizações sociais na saúde. O rival nega.

Ontem, Serra levou um trecho do vídeo com a fala de Haddad a seu programa eleitoral e disse, à imprensa, que o petista levará o sistema de saúde à “anarquia”.

Serra defende as OSs. Afirma que elas melhoram os serviços e diz que as parcerias são feitas com instituições renomadas. Cita, por exemplo, o hospital Albert Einstein.

O tucano sustenta os ataques com base em trecho do programa de governo de Haddad que sugere que o petista irá alterar o modelo atual.

No capítulo da saúde, ao abordar a “gestão do sistema”, o programa do PT apresenta a proposta de “retomar (…) a direção pública da gestão regional e microrregional do sistema de saúde”.

Quando Serra trouxe o assunto à campanha, Haddad passou a negar intenção de acabar com o sistema atual.

O petista tem dito que não romperá contratos com as OSs. Na propaganda eleitoral, afirmou que manterá o sistema e que Serra mente para confundir o eleitor.

Procurada para comentar o vídeo, a assessoria de Haddad afirmou que, então pré-candidato, o petista defendeu “o princípio de que os hospitais públicos devem ter gestão pública”. “Por isso, sua intenção é manter sob gestão pública os três novos hospitais que prometeu”.

“Durante toda a sua pré-campanha e campanha, Haddad nunca defendeu o rompimento”, disse, em nota.

A campanha afirmou que a gestão de Haddad no Ministério da Educação prova que ele não tem preconceito com as OSs.

(DANIELA LIMA)

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