
Andressa Mendonça e Carlinhos Cachoeira no Instagram
Andressa Mendonça, esposa do bicheiro Carlinhos Cachoeira, está indignada por ter perdido o posto de musa da CPI do Cachoeira, para Denise Leitão Rocha, advogada e assessora parlamentar do senador Ciro Nogueira (PP-PI), que teve um vídeo com cenas de sexo explícito vazado na internet, também chamada de Furacão da CPI. A Playboy preferiu Denise Rocha.
Conforme noticiado que após a divulgação na internet do seu vídeo erótico, a musa da CPI do Cachoeira foi demitida, mas já recebeu convite para posar nua na Playboy, a ex-assessora jurídica parlamentar do senador Ciro Nogueira (PP/PI), Denise Leitão Rocha, chamada de “Furacão da CPI” decidiu processar o parceiro pela divulgação da gravação. Diz que não é garota de programa, mas sim uma mulher séria.
Continuo afirmando: há muitos cargos de provimento em comissão no Congresso Nacional. Concurso público (sério) já!
A assessora jurídica parlamentar do senador Ciro Nogueira (PP/PI), Denise Leitão Rocha, que chamou atenção na CPI do Cachoeira por seus atributos físicos e já passeou com o deputado federal Romário (PSB/RJ), será demitida do gabinete, após o vazamento de um vídeo caseiro com cenas de sexo que está disponível na internet.
Mas ela está garantida financeiramente. Já recebeu convite para posar nua na revista Playboy e vai processar quem postou o vídeo erótico na internet.
Pergunta que não quer calar: para que tantos cargos de confiança, sem concurso público, no Congresso Nacional?
O deputado federal Fernando Francischini (PSDB), ex-secretário anti-drogas de Beto Richa na prefeitura de Curitiba, é contido por Rubens Bueno e Alvaro Dias após chamar o relator da CPI do Cachoeira Odair Cunha (PT-MG) de “tchutchuca” e “tigrão”. O deputado Dr. Rosinha (PT) reagiu, e o truculento Francischini partiu para cima do petista. É fácil ser tigrão com senhores mais velhos, não é deputado/delegado?
O bicheiro Carlinhos Cachoeira morava em Goiás, mas apresentou um diploma na área de Administração da Inesul de 2010, de Londrina, para mostrar que tinha profissão e tentar um habeas corpus.
Mas um professor e uma aluna da instituição da turma de 2010 disseram para a Gazeta do Povo de 11.05.2012 que Cachoeira nunca foi visto lá.
A Inesul confirmou a validade do diploma, disse que o bicheiro fez lá apenas a matéria de TCC, mas se negou a dizer o nome do professor de TCC do Cachoeira. A Inesul pertence aos mesmos donos do CIAG, ONG investigada por desviar R$ 300 milhões de prefeituras.
A revista Época desta semana traz novos elementos sobre a suposta ligação de paranaenses com o esquema de Carlinhos Cachoeira. Veja parte da reportagem da revista:
Na semana passada, em sessão secreta da CPMI do Cachoeira, no Senado, o delegado federal Matheus Mella Rodrigues, responsável pela Monte Carlo, listou 81 pessoas, muitas delas políticos, que mantinham contatos com integrantes da organização criminosa ou seriam cortejados por eles. Entre os listados está o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB). Em 23 de agosto de 2011, Lenine Araújo, um dos principais colaboradores de Cachoeira, e Miguel Marrula (DEM), ex-vereador de Anápolis, em Goiás, falam da pretensão de Cachoeira de expandir sua atuação no Paraná. “Meu primo é muito… do vice-governador de lá, sabe? E quer levar o Carlinhos Cachoeira para conhecer o Beto Richa, lá, e a gente pode aproveitar alguma coisa nisso, você concorda?”, diz Marrula a Araújo. “Ele (Richa) é da família nossa. Você pensa num caboclo que gosta de um jogo…” Durante audiência na CPI, ficou claro que o primo a quem Marrula se refere é Amin Hannouche (PP), prefeito de Cornélio Procópio, no Paraná. Amin tem pretensões de ser o candidato a vice-governador de Beto Richa na eleição de 2014.
Marrula diz que, apesar de pequeno, o grupo ligado ao primo é forte. “Está com a faca e o queijo na mão porque o pessoal de lá, o secretário de Segurança, nós que colocamos…é gente da minha casa. É gente do meu primo”, afirma. O secretário de Segurança do Paraná, Reinaldo Almeida César Sobrinho, seria o personagem da conversa entre Marrula e Araújo. Sobrinho foi presidente da Associação de Delegados Federais e assessor do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). O delegado Sobrinho afirmou a ÉPOCA que não conhece Marrula nem Cachoeira. Disse, ainda, que conheceu o prefeito de Cornélio Procópio meses depois de ter assumido a Secretaria de Segurança e nega interferência dele em sua nomeação. Ao jornal Gazeta do Povo, Amin confirmou ser primo de Miguel Marrula, mas negou relações com Cachoeira.
Antes mesmo da Operação Monte Carlo, a cúpula da Segurança Pública no Paraná já fora atingida por suspeitas de relações com jogo ilegal. Em novembro do ano passado, o então comandante da Polícia Militar no Estado, Marcos Scheremetta, foi afastado depois de dizer que conversava com os chefões do jogo do bicho no Estado. Scheremetta disse que seu pai, que já morreu, costumava trabalhar com o jogo ilegal. Scheremetta afirmou também que nunca escondeu essas informações do governador e do secretário de Segurança.