
Hoje na Folha de S. Paulo

Era uma vez o dia 1º de abril de 1964, dia da mentira, quando ocorreu o golpe militar que destituiu o presidente eleito João Goulart – Jango (do PTB, vice de Jânio Quadros, que renunciou).
Durante o bipartidarismo forçado da ditadura militar, o partido que apoiava a ditadura era a ARENA – Arena Renovadora Nacional.
Na década de 80 a ARENA, com o início da redemocratização, para fugir do estigma ditatorial virou PDS, que logo depois teve uma cisão e foi criado o PFL.
O PDS, cujo maior símbolo é Paulo Maluf, virou PPB e depois PP.
O PFL, cujo maior símbolo é Antônio Carlos Magalhães – ACM, virou Democratas.
PP e DEMO estavam na gigante e perdedora aliança de Luciano Ducci (PSB) no primeiro turno.
Em Curitiba, no segundo turno, o PP apoia Ratinho Junior (PSC) e o DEMO apoia Gustavo Fruet (PDT).
Empate em termos anti-democráticos. Espero que qualquer um que ganhe a eleição dê pouco espaço para partidos tão desprezíveis.

Após o golpe militar de 1964 e a obrigatoriedade do bipartidarismo, a Aliança Renovadora Nacional – ARENA era o partido que apoiava a ditadura militar.
Com a redemocratização a ARENA se transformou no PDS, cujo grande líder desde então sempre foi Paulo Maluf.
O PDS depois virou o PPB, e atualmente é o PP.
Eis que o PP de Curitiba, que estava na aliança de Luciano Ducci (PSB), declarou apoio a Ratinho Junior (PSC) nas eleições municipais de Curitiba, no segundo turno.
Paulo Maluf e a ex-Arena vão de Ratinho Junior!

No debate da Band entre os candidatos a vice-prefeito de Curitiba na Band, o vice de Luciano Ducci (PSB), o deputado federal Rubens Bueno (PPS), disse que mora em Curitiba há 50 anos. Será que é verdade?
Na década de 70, durante a ditadura militar, Rubens Bueno foi Secretário do Município de Peabiru, cujo prefeito era Antonio Manesco Basso, da ARENA, o partido que apoiava a ditadura militar.

Era uma vez o dia 1º de abril de 1964, dia da mentira, quando ocorreu o golpe militar que destituiu o presidente eleito João Goulart – Jango (do PTB, vice de Jânio Quadros, que renunciou).
Durante a ditadura militar, o partido que apoiava a ditadura era a ARENA – Arena Renovadora Nacional. No bipartidarismo o partido de oposição era o MDB – Movimento Democrático Brasileiro.
Na década de 80 a ARENA, com o início da redemocratização, para fugir do estigma ditatorial virou PDS, que logo depois teve uma cisão e foi criado o PFL.
O PDS virou PPB e depois PP.
O PFL virou Democratas.
Com o intuito de fugirem da regra da fidelidade partidária, por muitos ex-integrantes do Democratas, PP, PPB, PFL, PDS e ARENA o PSD, um partido criado para burlar a fidelidade partidária e que Gilberto Kassab, o prefeito mal avaliado de São Paulo e presidente do PSD, que disse que o partido não é nem de direita, nem de centro nem de esquerda.
Neste ano, nas eleições para prefeitos e vereadores, não vote no PSD, não vote em candidatos do PSD, não vote em candidatos de outros partidos apoiados pelo PSD.
Se você é de direita, vote no Democratas, PSDB, PTB ou PPS (em Curitiba no PSB); se é de centro vote no PMDB; se é de centro-esquerda vote no PT, PCdoB ou PDT; se é de esquerda vote no PSOL, PSTU, PCB ou PCO! No PSD não!
Políticos do PSD: Gilberto Kassab (SP), Guilherme Afif Domingos (SP), Henrique Meirelles, Ney Leprevost (PR) e Eduardo Sciarra (PR).
Veja o post PSD – Pedaço Serrista do DEMO