Arquivos | 23:54

Ruim com ele, pior sem ele!

4 abr

Lançamento oficial da campanha à reeleição de Barack Obama. Se preferir em espanhol clique no ícone “CC”.

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Será que o Bolsonaro também vai para o PSD do Kassab e Ney Leprevost?

4 abr

Divulgado no Blog do Esmael

Guerra na Líbia faz parte do novo imperialismo

4 abr

Há agora uma nova corrida imperialista nos países da África (hoje na Folha de S. Paulo)

PARA CIENTISTA POLÍTICO, NORTE-AMERICANOS E EUROPEUS PODEM VOLTAR A COGITAR UM SISTEMA RENOVADO DE COLONIALISMO NESTA DÉCADA


“A nova engenharia econômica mundial transformou a China numa economia com poder de gravitação quase equivalente ao dos Estados Unidos. Isso intensifica a competição capitalista na África e na América do Sul. Mas é certo que a simples ultrapassagem econômica dos EUA não transformará automaticamente a China no país líder do sistema mundial”

ELEONORA DE LUCENA
DE SÃO PAULO

A guerra na Líbia é parte de uma nova corrida imperialista que se aprofundará, diz José Luis Fiori, coordenador da pós-graduação em economia política internacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
“Não é improvável que as potências, envolvidas na disputa pelos recursos estratégicos, voltem a pensar na conquista e dominação colonial de alguns dos atuais países africanos”, diz ele.
Nesta entrevista, Fiori fala também sobre o poder dos EUA, que ele enxerga vivendo uma crise de crescimento.
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Licitação e transparência

4 abr

Por RICARDO YOUNG (hoje na Folha de S. Paulo)

Exatamente quando o Planalto analisa a possibilidade de flexibilizar a Lei das Licitações para acelerar as obras relacionadas à Copa de 2014 e à Olimpíada de 2016, surge sinais de que a sociedade brasileira não assistirá passivamente a desmandos como os cometidos na ocasião dos Jogos Pan-Americanos de 2007.
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Choque de Gestão de Beto Richa na Prefeitura de Curitiba: manutenção da Urbs como S/A exercendo Poder de Polícia e o ICI prestando serviços de informática sem licitação. Apenas discurso?

4 abr

Veja reportagem da Gazeta do Povo de domingo sobre a caixa-preta da Urbs:

“CAIXA-PRETA”

Os donos da URBS

Responsável pelas ações de trânsito na capital, Urbanização de Curitiba S/A tem vereadores e membros de órgãos públicos entre seus acionistas

Por MAURI KÖNIG, VINICIUS BOREKI E GABRIEL AZEVEDO

Um seleto grupo político e empresarial divide com a prefeitura o controle acionário da Urbanização de Curitiba S/A (Urbs), empresa responsável por serviços que direta ou indiretamente interferem na vida da capital e de parte da região metro politana. O município de tém 99,9% das ações, mas o 0,1% restante basta para dar poder de decisão a 13 pessoas – dois vereadores e ocupantes ou ex-ocupantes de cargos públicos – e quatro instituições. A Urbs deve movimentar R$ 910 milhões neste ano e há pelo menos uma década políticos e sindicatos vêm chamando-a de “caixa-preta”.

Criada em 1963, a Urbs reflete um modelo de gestão que acomodou as demandas de representatividade da época de sua inauguração – os sócios eram necessários para que ela funcionasse como uma sociedade anônima (S/A), que tem maior flexibilidade jurídica do que uma autarquia, por exemplo. Mas a escolha dos acionistas, que como tais têm acesso a reuniões do conselho administrativo e a informações sobre o funcionamento da companhia que gere o transporte coletivo e a fiscalização de trânsito na capital, não ocorre de forma aberta. “É preciso haver motivo do porquê os acionistas foram escolhidos”, diz o doutor em Direito Econômico e Socioam biental e professor do Unicuritiba Sandro Mansur Gibran. “Segura mente o processo não é transparente. Deve-se informar abertamente quando as ações são repassadas de um acionista para outro”, afirma.

Há dois anos no cargo, o presidente da Urbs, Marcos Isfer, diz não ter nada a esconder. “Vocês estão vendo poder onde não existe. Eles [sócios minoritários] fazem o papel de fiscais”, afirma. Isfer admite a indicação de sócios por “interesse público” (veja entrevista na página ao lado). Entre os acionistas, alguns são representantes de instituições públicas, entre elas a Câma ra Municipal, a Secretaria Muni cipal de Finanças e o Instituto de Pes quisa e Planejamento Urbano (Ippuc). As ações estão em nome das pessoas, não dos órgãos, caso dos vereadores Paulo Frote (PSDB) e Roberto Hinça (PDT).

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